• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Copom mantém Selic em 15% e mercado vê tom duro em comunicado; veja análises

Para economistas, texto veio similar ao das reuniões anteriores, sem indicar flexibilizações

Por Beatriz Rocha

05/11/2025 | 20:38 Atualização: 06/11/2025 | 16:18

Copom destacou que o cenário atual exige cautela na condução da Selic. (Foto: Adobe Stock)
Copom destacou que o cenário atual exige cautela na condução da Selic. (Foto: Adobe Stock)

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve nesta quarta-feira (5) a Selic em 15% ao ano, conforme amplamente esperado pelo mercado. A decisão foi unânime e marca a terceira reunião consecutiva em que o colegiado opta por preservar o atual nível da taxa básica de juros brasileira.

Leia mais:
  • Como investir com juros de 15% ao ano e alcançar uma boa rentabilidade; confira simulações
  • Veja onde investir com segurança e ganhar mais que a poupança com juros a 15% ao ano
  • Com 11ª alta seguida, Ibovespa hoje fecha acima de 153 mil pontos; Copom mantém Selic em 15%
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo o Banco Central, o ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao ambiente doméstico, o conjunto dos indicadores continua apresentando trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo.

“O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza”, destacou o comunicado.

No texto, o Copom ressaltou que ambiente exige uma política monetária em patamar significativamente contracionista por “período bastante prolongado”. Enfatizou ainda que os passos futuros em relação aos juros poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Para o mercado, o comunicado veio em tom duro e similar ao dos textos das reuniões anteriores, sem indicar flexibilizações na condução da Selic. Veja as primeiras impressões sobre a decisão do Copom:

Bruno Fratelli, economista da Journey Capital

O Copom reconheceu, de forma muito modesta, a melhora do cenário econômico, mas a evolução foi aquém do necessário para alterar a postura do Comitê. A sinalização de manutenção da Selic em 15% por “período bastante prolongado” e a continuação da possibilidade de retomada do ciclo de alta reforça nosso cenário de cortes apenas no segundo trimestre de 2026.

Cristiano Oliveira, diretor de pesquisa macroeconômica do Banco Pine

O comunicado do Copom não sinaliza nada com relação aos próximos passos da política monetária, praticamente eliminando a chance de queda da taxa Selic em dezembro. Como já tínhamos sinalizado em setembro, a gestão de Gabriel Galípolo no Banco Central é a mais hawkish (dura) desde 2016. Com isso, mantemos a expectativa de início de ciclo de afrouxamento monetário a partir da primeira reunião do BC de 2026.

Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos

Classificamos o comunicado como neutro para dovish (menos duro), e aguardamos maiores informações na ata para definir o novo mês que passamos a projetar o início do ciclo de cortes. A frase adicionada que trouxe esse tom para o texto foi uma avaliação de que a inflação e as medidas subjacentes “apresentaram algum arrefecimento”. Como foi praticamente uma alteração isolada, a frase passa uma mensagem de potencial esmorecimento da rigidez da política monetária.

Felipe Cima, especialista da Manchester Investimentos

A expressão por “período bastante prolongado” seguiu. Isso não deixa de ser uma surpresa, uma vez que a expectativa era que o “bastante” saísse e, com isso, abrisse uma brecha para que a redução da taxa de juros passasse de março para janeiro. Não deve ser o caso, as apostas agora devem se concentrar em março.

Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez

O BC seguiu no mesmo tom dos outros comunicados e não trouxe nenhuma projeção relevante, apenas disse que seguirá atento. Acho que o grande ponto é que, pelo modelo da autarquia, a projeção de inflação para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, passou a situar-se em 3,3%, mais próxima do centro da meta.

Harrison Gonçalves, membro do CFA Society Brazil

Como já era esperado pelo mercado, o Copom manteve a taxa de juros em 15% ao ano e apresentou um tom duro no comunicado, algo que o mercado também já antecipava. O cenário fiscal difícil, com gastos públicos elevados em período pré-eleitoral, e a falta de acordo entre Executivo e Legislativo, reforçam essa postura. O Copom adotou um tom hawkish, guiado por expectativas de inflação desancoradas, principalmente devido ao ambiente fiscal. Além disso, há incertezas internas elevadas com as eleições se aproximando.

José Áureo Viana, Economista, sócio da Blue3 Investimentos

Em resumo, a mensagem foi de continuidade, prudência e vigilância, priorizando estabilidade e credibilidade da política monetária. O BC destacou os riscos para a inflação ainda altos – em especial, a resistência da inflação de serviços, resultante de uma atividade ainda firme.

José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos

O comunicado foi bastante consistente com o teor da reunião anterior, sinalizando a manutenção de uma política monetária relativamente bastante contracionista. O equilíbrio de riscos foi mantido idêntico ao da reunião passada, ponderando, de um lado, a chance de uma inflação maior que a esperada e, de outro, a de uma queda da inflação superior às projeções.

Lucas Constantino, estrategista-chefe da GCB Investimentos

A decisão confirma mais uma vez as sinalizações recentes e reforça o compromisso da autoridade monetária com a convergência da inflação à meta no horizonte relevante, diante de um cenário ainda marcado por incertezas internacionais e domésticas, especialmente fiscais e políticas.

Lucas Lima, analista da Aware Investments

O comunicado manteve um tom mais hawkish. Diante das incertezas fiscais e da contínua desancoragem das expectativas de inflação, apesar de alguns dados recentes mais favoráveis, aumentam as probabilidades de início de um ciclo de cortes apenas no segundo trimestre de 2026.

Marcelo Bolzan, sócio da The Hill Capital

O BC manteve o tom duro quando muitos já estavam imaginando uma sinalização um pouco mais tranquila. A Bolsa deve sofrer um pouco na próxima sessão e passar por realização. Como não aconteceu o esperado, os mercados vão começar um pouco mais tensos na quinta-feira (6).

Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos

O comunicado pode ser interpretado como ligeiramente hawkish pelo mercado, mas neutro em relação à visão majoritária dos economistas. O BC manteve o discurso cauteloso e comprometido com a meta, reconhecendo a melhora recente da inflação, mas destacando que ela segue acima do objetivo. A barra para cortes em janeiro ficou um pouco mais alta, mas ainda há tempo até lá. Mantemos nossa projeção de início do ciclo de redução da Selic em março de 2026.

Pedro Cutolo, estrategista da ONE Wealth Management

No comunicado que acompanhou a decisão, o Comitê reconheceu sinais de desaceleração tanto na inflação cheia quanto nas medidas subjacentes. Apesar disso, manteve um tom austero, reiterando a intenção de manter a taxa no nível atual por um período prolongado.

Rafaela Vitoria, economista-chefe do Inter

No comunicado, houve pouca mudança, com uma maior confiança na atual estratégia, mas mantendo o tom duro e indicando a manutenção da taxa no atual patamar por “período bastante prolongado”.

Projetamos que o início dos cortes na Selic deve ocorrer a partir de janeiro de 2026. O risco permanece sendo o impacto da expansão fiscal para o próximo ano – principalmente o reaquecimento da demanda doméstica com o aumento da isenção de Imposto de Renda (IR) a partir de janeiro, além de novas iniciativas de gastos fiscais devido ao ano eleitoral.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Juros
  • Selic
Cotações
08/04/2026 18h14 (delay 15min)
Câmbio
08/04/2026 18h14 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

  • 2

    32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

  • 3

    Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

  • 4

    As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

  • 5

    Ibovespa acompanha euforia global com cessar-fogo e renova recorde histórico

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Logo E-Investidor
Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Imagem principal sobre o Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Logo E-Investidor
Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Imagem principal sobre o Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Logo E-Investidor
Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Imagem principal sobre o Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Logo E-Investidor
Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Imagem principal sobre o Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Logo E-Investidor
Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Últimas: Investimentos
Petroleiras despencam com queda do petróleo após trégua no Oriente Médio; Petrobras (PETR3; PETR4) lidera perdas
Investimentos
Petroleiras despencam com queda do petróleo após trégua no Oriente Médio; Petrobras (PETR3; PETR4) lidera perdas

Cessar-fogo entre EUA e Irã derruba o Brent e provoca rotação de carteira, com investidores migrando para ativos de risco fora do setor de óleo e gás

08/04/2026 | 11h37 | Por Isabela Ortiz
Cessar-fogo no Irã acende rotação na Bolsa: é hora de vender? Analistas recomendam “colocar lucro no bolso”
Investimentos
Cessar-fogo no Irã acende rotação na Bolsa: é hora de vender? Analistas recomendam “colocar lucro no bolso”

Trégua entre EUA, Israel e Irã alivia preços do petróleo no curto prazo, mas mantém incerteza estrutural e abre espaço para migração de capital para outros setores

08/04/2026 | 10h21 | Por Isabela Ortiz
32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas
Investimentos
32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

FIIs negociados abaixo do valor patrimonial indicam oportunidade, mas investir exige cuidado

08/04/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência
Investimentos
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência

Receita consolidou entendimento de que, em caso de morte do titular, rendimentos acumulados no VGBL não são isentos de Imposto de Renda; entidade diz que essa já é a prática

07/04/2026 | 14h25 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador