Os dados do payroll de outubro não serão divulgados. Já o relatório Jolts de outubro foi remarcado para 9 de dezembro, segundo informações do site do departamento. O indicador será publicado em conjunto com os dados de novembro.
Nesta quarta-feira (19), o dólar subiu 0,39%, a R$ 5,3385. A ata da reunião de outubro do Federal Reserve (Fed) mostrou clara divisão dentro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), como havia sido indicado pelo comunicado. O documento afirma que “muitos participantes” sugeriram que “provavelmente seria apropriado manter as taxas de juros inalteradas pelo resto do ano”, revelando que uma parte expressiva do Fomc via pouca necessidade de novos cortes após a decisão de outubro.
Além disso, a ata registra que alguns apoiaram a decisão de cortar juros em outubro, mas também “poderiam ter apoiado manter o nível da faixa” entre 4% a 4,25%, indicando que mesmo entre aqueles que votaram pelo corte de 25 pontos-base havia dúvidas sobre a necessidade de flexibilizar ainda mais.
“O documento sugere que há mais integrantes inclinados a defender a manutenção de juros na reunião de dezembro do que um novo corte. No entanto, não há garantia de que todos os que estão no campo da manutenção sejam membros votantes. Diante disso, tudo indica que a decisão de dezembro será bastante dividida, com elevada dissidência”, avalia André Valério, economista sênior do Inter.
Após a ata do Fed, os investidores agora aguardam o balanço da Nvidia (NVDA), após o fechamento dos mercados hoje.
Lá fora, a divisa americana subia frente a moedas fortes ao final da tarde. O índice DXY avançava 0,64% a 100,184 pontos, refletindo maior demanda pela moeda americana.
Ontem, o dólar à vista caiu 0,25%, a R$ 5,3176, ajudado pela valorização do petróleo e melhora parcial em Wall Street. Já o dólar futuro para dezembro encerrou praticamente estável, em R$ 5,3390 (-0,02%). Para mais informações sobre o dólar hoje, clique aqui.