Esse tipo de ativo é um título de dívida lastreado em um conjunto de empréstimos agrupados e ofertado a investidores. Trata-se do primeiro ETF desse segmento no Brasil. A Janus é uma gestora com US$ 484 bilhões em ativos sob gestão, sede em Londres e ação listada na Bolsa de Nova York (NYSE).
“O mercado de CLO é uma classe em forte crescimento no cenário global, porém ainda pouco representativo no Brasil. É um conceito similar ao desenho de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), estratégia que vem ganhando cada vez mais espaço no portfólio do investidor brasileiro”, afirmou Rubens Henriques, presidente da BTG Pactual Asset Management, à Broadcast.
O CLOB11 surge em um momento de “reposicionamento e crescimento exponencial da frente de ETFs do BTG Pactual Asset Management“, segundo comunicado à imprensa. Em 2025, a gestora registrou mais de R$ 7 bilhões em captação líquida nesse segmento, consolidando um patrimônio total superior a R$ 8,5 bilhões sob gestão.
Henriques afirmou que, com o novo fundo em parceria com a Janus Henderson, a gestora pretende atrair novos investidores para o segmento de ETFs do BTG Pactual. “Esperamos trazer novos investidores, não apenas para CLO, mas também para nossa franquia de ETFs que está em forte expansão”, disse o presidente da asset.