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Não haverá pregão no dia 31 de dezembro, nem no 1º de janeiro. As operações voltam ao ritmo normal em 2 de janeiro. Por isso, pode relaxar, não precisa assistir aos fogos da virada com o home broker na mão.
Nos dias 29 e 30 dezembro, os dois últimos pregões do ano, tudo opera normalmente. Ações, derivativos, renda fixa privada, Tesouro Direto e os sistemas de compensação e liquidação seguem nos horários habituais.
No mercado de ações, que inclui participações em empresas, ETFs (fundos de índice), BDRs (ações estrangeiras), fundos imobiliários e units (pacotes de valores mobiliários), a negociação ocorre das 10h às 17h55 (de Brasília), com leilão de fechamento, e encerramento do mercado a termo às 18h25 (de Brasília).
No mercado de balcão organizado, o horário vai das 10h às 18h (de Brasília).
Já o mercado de derivativos opera a partir das 9h (de Brasília), com encerramentos que variam conforme o produto, chegando até 18h30 (de Brasília).
O ponto de atenção está menos no relógio e mais no ambiente. A velocidade de conversão dos ativos tende a ser menor, o investidor institucional reduz a presença e os preços ficam mais sensíveis a movimentos técnicos, muitas vezes descolados de qualquer mudança relevante de cenário.
Nos bancos, o calendário também dita o ritmo. Durante os dias 31 de dezembro e 1º de janeiro, não haverá atendimento presencial. Ainda assim, aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos e o PIX seguem funcionando normalmente, garantindo pagamentos e transferências sem sobressaltos.
Se a conta vencer em 31 de dezembro ou 1º de janeiro, não há motivo para preocupação. Como não há expediente bancário nessas datas, o pagamento pode ser feito no próximo dia útil, sem multa, juros ou encargos.
A regra vale para contas de consumo, como água, luz e telefone. No caso de tributos e impostos, a Federação Brasileira de Bancos orienta que o pagamento seja antecipado quando o vencimento cair em feriado ou dia sem compensação bancária, para evitar multa e juros.
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