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Renda fixa bate recorde e movimenta R$ 4,2 trilhões na B3; títulos privados saltam 600%

Negociações no mercado secundário sextuplicam, com avanço de debêntures, CRIs e CRAs e recordes na plataforma Trademate

Por Igor Markevich

07/01/2026 | 16:31 Atualização: 07/01/2026 | 18:34

O mercado secundário de renda fixa negociou R$ 4,2 trilhões na B3 em 2025. Títulos privados dispararam 600%, com recordes no Trademate e mais liquidez. (Imagem: Adobe Stock)
O mercado secundário de renda fixa negociou R$ 4,2 trilhões na B3 em 2025. Títulos privados dispararam 600%, com recordes no Trademate e mais liquidez. (Imagem: Adobe Stock)

O mercado secundário de renda fixa alcançou novas proporções em 2025. As negociações somaram R$ 4,2 trilhões na B3 ao longo do ano, um avanço de 49% em relação a 2024. O volume reúne títulos públicos federais, títulos privados e Créditos de Descarbonização (CBIOs), todos negociados pela plataforma eletrônica Trademate, sistema de negociação de ativos de renda fixa da bolsa brasileira.

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O destaque do ano ficou com os títulos privados. O volume negociado saltou de R$ 184 bilhões em 2024 para R$ 1,3 trilhão em 2025, um aumento de mais de 600%. Entram nessa conta instrumentos como debêntures e os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs), títulos emitidos por empresas e lastreados, respectivamente, em recebíveis do setor imobiliário e do agronegócio. Em um ambiente de juros elevados e crédito bancário mais restrito, esses ativos passaram a circular com mais intensidade no mercado secundário, onde investidores negociam papéis já emitidos.

Os títulos públicos também avançaram, ainda que em ritmo mais moderado. O volume negociado somou R$ 2,9 trilhões no ano, crescimento de 9% na comparação com 2024. Já os CBIOs, créditos usados por distribuidoras de combustíveis para cumprir metas de redução de emissões, tiveram aumento de 56%, com R$ 2 bilhões movimentados.

A atividade cresceu em valor e repetiu o movimento no que diz respeito ao número de operações. A quantidade de negócios realizados no Trademate aumentou quase seis vezes, passando de 873.768 em 2024 para 5.178.737 em 2025. Na prática, o dado aponta para um mercado mais líquido, com mais compradores e vendedores ativos e maior maleabilidade de preços.

Ao longo do ano, a plataforma registrou crescimento mês a mês e sucessivos recordes. Em outubro, o mercado de títulos públicos atingiu R$ 328 bilhões negociados, incluindo um pico diário de R$ 29,7 bilhões. Em novembro, foi a vez dos títulos privados, com R$ 146 bilhões movimentados.

“Encerramos 2025 com resultados sólidos e uma base fortalecida para crescer ainda mais neste ano. Nosso foco seguirá em inovação, aumento de liquidez e soluções que transformem a experiência dos participantes, fortalecendo o papel do Trademate como protagonista na modernização do mercado de renda fixa”, afirma Fernando Bianchini, superintendente de Produtos de Renda Fixa da B3.

Para ampliar a liquidez do mercado secundário, a B3 lançou mão, em 2025, de dois programas de formadores de mercado no Trademate. Essas instituições assumem o compromisso de manter ofertas de compra e venda em tela durante a maior parte do pregão, o que ajuda a reduzir spreads e dar mais previsibilidade às negociações. A plataforma também foi reconhecida pelo Tesouro Nacional como líder na negociação de títulos públicos pelo 22º período consecutivo.

Lançado em 2023, o Trademate reúne hoje mais de 650 participantes, entre bancos, corretoras, gestoras de recursos e fundos de previdência. Ao longo das atualizações, a plataforma valeu-se de uma expansão gradual de escopo, incorporando novos produtos à negociação eletrônica, como os já mencionados CBIOs e títulos privados, além de integrar registro e pós-negociação.

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