A seguir, veja os principais destaques do calendário de dividendos da semana e o que observar em cada data.
Segunda-feira, 19 de janeiro
A semana começa com pagamento no setor elétrico. A Copel (CPLE3) realiza a distribuição de juros sobre capital próprio, beneficiando os acionistas que mantiveram posição até o fim de dezembro.
Copel (CPLE3)
- Provento: JCP;
- Valor: R$ 0,37036160 por ação;
- Data-com: 30/12/2025;
- Data de pagamento: 19/01/2026;
- Dividend Yield: 2,86%.
O pagamento reforça o perfil da Copel como empresa tradicionalmente associada à geração de caixa previsível, característica valorizada por investidores focados em renda.
Terça-feira, 20 de janeiro
Não há pagamentos relevantes programados para o dia, mantendo a agenda relativamente calma no início da semana.
Quarta-feira, 21 de janeiro
O destaque da semana fica por conta do setor de telecomunicações. A TIM Brasil (TIMS3) efetua pagamento de JCP, mantendo sua estratégia recorrente de remuneração aos acionistas.
TIM Brasil (TIMS3)
- Provento: JCP;
- Valor: R$ 0,19954525 por ação;
- Data-com: 26/09/2025;
- Data de pagamento: 21/01/2026;
- Dividend Yield: 0,87%.
Apesar de um DY mais modesto, a TIM segue sendo observada por investidores de longo prazo, especialmente pela previsibilidade de distribuição e posição consolidada no setor.
Quinta-feira, 22 de janeiro
Não há proventos relevantes previstos para o dia.
Sexta-feira, 23 de janeiro
O encerramento da semana não conta com novos pagamentos programados, mantendo o volume concentrado nos primeiros dias.
O que observar na semana
A agenda desta semana é mais curta, mas reforça dois pontos importantes para o investidor: atenção à data-com (apenas quem estava posicionado antes dela tem direito ao provento) e a diferença tributária (enquanto dividendos são isentos de Imposto de Renda, o JCP sofre retenção na fonte, reduzindo o valor líquido creditado).
Mesmo com poucos eventos, os pagamentos de Copel e TIM mantêm janeiro aquecido para quem busca complementar a carteira com renda previsível, especialmente em setores considerados mais defensivos.