No mercado de câmbio, o dólar recua frente ao iene, moeda japonesa, reagindo ao desfecho eleitoral no país asiático. Ao mesmo tempo, os rendimentos dos Treasuries avançam, acompanhando a alta das taxas dos títulos públicos japoneses.
Entre as commodities, o petróleo inicia o dia em queda, enquanto o minério de ferro recuou 0,46% na bolsa de Dalian, uma das principais bolsas de futuros de commodities da China, sendo negociado a US$ 109,74 por tonelada.
No Brasil, o ambiente externo pode adicionar volatilidade aos ativos domésticos, especialmente diante da pressão negativa vinda das commodities e da abertura dos mercados internacionais em compasso de espera por indicadores econômicos relevantes. O mercado local também acompanha a repercussão do balanço do BTG Pactual, que reportou lucro e receita recordes no quarto trimestre de 2025, reforçando a percepção de bom momento para o setor financeiro.
No pré-mercado, as ADRs brasileiras (American Depositary Receipts, recibos negociados nos Estados Unidos que representam ações de empresas brasileiras) exibem desempenho sem direção definida. O investidor segue atento a uma agenda doméstica intensa nos próximos dias, com destaque para a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador da inflação oficial do País, prevista para terça-feira (10).