O novo indicador estabelece uma referência de avaliação e comparação das Letras Financeiras, acompanhando o desempenho médio dos títulos emitidos por instituições classificadas no segmento S1 pelo Banco Central – grupo que reúne os maiores bancos do sistema financeiro.
O índice ILFS1 B3 inaugura um termômetro específico para instrumentos de captação bancária. Com esse lançamento, o conjunto de índices de renda fixa da B3 passa a contar com 12 indicadores, abrangendo referências para títulos públicos e privados, além de índices de debêntures para crédito privado.
Metodologia do índice
O novo indicador considera tanto a variação de preços quanto os rendimentos gerados pelos ativos ao longo do tempo. A carteira teórica apresenta prazo médio superior a 720 dias e será rebalanceada mensalmente para refletir mudanças nas quantidades de títulos em estoque.
Para integrar o índice, os títulos devem:
- Ser emitidos por instituições financeiras do segmento S1;
- Ter remuneração atrelada ao DI (depósito interfinanceiro) somado ao spread (percentual adicional);
- Apresentar prazo de vencimento igual ou superior a 30 dias corridos.
Os ativos que deixarem de atender a esses critérios são excluídos da carteira. A ponderação é realizada pelo valor de estoque, critério que considera a quantidade de papéis depositados na B3. Os rebalanceamentos ocorrem no quinto dia útil do mês, com base nas quantidades definidas na prévia da carteira teórica e nos preços do dia da nova carteira.
Índices de renda fixa da B3
O ILFS1 B3 se soma aos demais índices de renda fixa já existentes na Bolsa. Confira a lista dos índices e os respectivos ETFs, os fundos de índices, já disponíveis para os investidores:
Só em 2025, a B3 colocou no mercado 12 novos indicadores, um recorde para um único ano. Como mostramos aqui, as novidades abrangeram renda fixa, commodities e renda variável