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Comportamento

Do glitter ao hotel: ficou mais caro curtir o carnaval este ano?

Levantamento do IBGE mostra como alimentação, bebidas, transporte por aplicativo e hospedagem pesaram mais no bolso dos foliões em 2026

Por Ana Ayub

16/02/2026 | 5:30 Atualização: 16/02/2026 | 10:47

Veja como curtir o Carnaval 2026 pode afetar o seu bolso (Foto: Adobe Stock)
Veja como curtir o Carnaval 2026 pode afetar o seu bolso (Foto: Adobe Stock)

Desde os bloquinhos até as grandes atrações dos carros alegóricos, o carnaval se tornou o feriado favorito por muitos brasileiros e já faz parte da raiz cultural do País. Uma atração como essa não ficaria de fora do radar da inflação.

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Itens e serviços típicos do carnaval, como fantasias, acessórios, bebidas, alimentos, transporte e hospedagem, tiveram uma variação acumulada em comparação aos festejos de 2025, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Veja quanto ficou mais caro curtir as festas neste ano.

Inflação do Carnaval em números

O Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) registrou uma inflação de 0,33% em janeiro de 2026, e o acumulado de 12 meses teve alta de 4,4%, o que se reflete diretamente nos produtos do dia a dia, inclusive nos itens do carnaval.

Os dados do IBGE mostraram os principais gastos nas cidades onde acontecem os maiores festejos.

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Em geral, a variação do preço dos gastos para o carnaval no Brasil é:

Janeiro/2025 Janeiro/2026
Alimentação fora do domicílio 6,74% 6,84%
Cerveja 5,38% 4,22%
Outras bebidas alcoólicas 3,29% 7,10%
Roupas 1,99% 3,82%
Transporte público 4,80% 3,31%
Passagem aérea  1,33% -11,02%
Transporte por aplicativo 15,16% 37,36%
Acessórios e peças 2,37% 2,11%
Hospedagem 10,05% 7,93%

Embora a inflação percebida pelo folião nem sempre coincida com a oficial do IPCA, os dados do IBGE ajudam a identificar tendências reais de preços e mostrar quais gastos pressionam mais o bolso no período. Segundo o economista e criador do canal “Economista Sincero”, Charles Mendlowicz, isso ocorre porque o consumo de carnaval se concentra em serviços de alta demanda temporária, gerando uma espécie de “inflação de fluxo de caixa”, em que pequenos aumentos se acumulam ao longo dos dias.

Na prática, corridas por aplicativo, por exemplo, sobem com a tarifa dinâmica das empresas de aplicativos e bebidas acompanham custos logísticos e de insumos. Com variações como essas, um gasto, em média, de cerca de R$ 100 no Carnaval de 2025 pode chegar a R$ 112 a R$ 115 em 2026, dependendo da alta em cada cidade.

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Ainda assim, nem todos os produtos tiveram grande diferença de inflação. As passagens aéreas, por exemplo, ficaram mais baratas quando comparadas a janeiro de 2025.

Charles explica que “a queda costuma estar atrelada à redução do preço do querosene de aviação ou ao aumento da malha aérea, além de uma base de comparação muito alta no ano anterior.”

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontou que o Carnaval de 2026 na metrópole paulista vai movimentar cerca de R$ 18,6 bilhões nesse mês. O valor representa um aumento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Hoje o Carnaval já ultrapassou algumas datas e só perde para o Natal e o Dia das Mães em termos de recursos movimentados”, afirma Gustavo Cruz, estrategista-chefe-da RB Investimentos.

A análise da Federação também avaliou a variação dos preços acumulados nos últimos 12 meses até dezembro de 2025, os produtos e serviços mais consumidos no carnaval subiram 8,6% comparando às festas de 2025. Um levantamento realizado pela entidade, com base no IPCA, indica que itens típicos do período subiram 5,6% em um ano, acima da inflação geral de 4,4%.

Já a corretora Rico Investimentos pontuou que a cesta carnavalesca, composta por produtos e serviços essenciais para os dias de festa, acumulou uma alta de 79,07% em um período de 10 anos, ficando acima da variação de 64,77% do IPCA no mesmo período.

Quanto custa, na prática, curtir o carnaval

Os números mostram que curtir o carnaval em 2026 está, de fato, mais caro para o brasileiro – não é só sensação. Os dados de inflação indicam que vários gastos típicos da folia tiveram alta relevante no último ano, apesar de alguns itens terem variado menos.

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O principal vilão é a mobilidade. O custo do transporte por aplicativo, por exemplo, saltou de 15,16% em janeiro de 2025 para 37,36% em janeiro de 2026, a maior variação entre todos os itens analisados. Para Charles, o aumento do transporte está ligado à demanda local extrema e custos de serviços como mão de obra e logística urbana, que são muito mais rígidos e sensíveis à aglomeração do Carnaval do que uma passagem aérea comprada com antecedência.

Para não se enrolar nesse carnaval, Charles disse que precisa ficar atento a algumas regras básicas de planejamento financeiro:

  • Ter um teto de gastos diários, definindo um valor máximo por dia de bloco. Quando o dinheiro acabar, a folia do dia encerra;
  • Dar aquela passada no supermercado antes do período de carnaval ajuda a economizar alguns bons reais. Comprar bebidas e snacks com antecedência evita o sobrepreço dos vendedores ambulantes e pontos turísticos;
  • O transporte por aplicativo é o grande vilão da conveniência. Alternar com transporte público ou dividir o valor com amigos é a estratégia mais eficaz para reduzir o impacto do transporte no bolso.

No fim das contas, os dados deixam claro que o carnaval se mantêm como um dos períodos mais animados do calendário, mas também um dos que mais exigem planejamento financeiro. Para o folião, a conta da festa não termina na quarta-feira de cinzas – ela pode pesar muito  por semanas se não houver controle.

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