No exterior, nesta terça-feira, a cautela predominou nos mercados. Os índices acionários de NY bem como as bolsas europeias negociavam no início da tarde, majoritariamente em alta leva e o dólar operava pela manhã no campo positivo.
No exterior, nesta terça-feira, a cautela predominou nos mercados. Os índices acionários de NY bem como as bolsas europeias negociavam no início da tarde, majoritariamente em alta leva e o dólar operava pela manhã no campo positivo.
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Os investidores esperam sinais do Fed, principalmente do pronunciamento do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que fará um discurso na Câmara dos Representantes dos EUA
No mercado de commodities, os contratos futuros de petróleo ampliaram queda nesta manhã, após relatos de que a OPEP+ esteja discutindo um novo aumento de produção a partir de agosto e em meio a retomada da tendência de valorização do dólar.
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No Brasil, as atenções se voltaram para a ata do Copom. O mercado consolida a aposta de que o Banco Central poderá aumentar o ritmo de alta da Selic para 1 ponto porcentual na próxima reunião do Copom, em agosto, com chance de aceleração ainda maior. Neste contexto, os juros futuros de curto e médio prazos, mostram alta de pouco mais de 10 pontos-base, desde a divulgação da ata.
O foco do mercado agora será a divulgação do Relatório de Inflação do BC, programado para quinta-feira. A afirmação de que a mediana das projeções de crescimento na Focus passou a ser mais otimista que a do cenário básico, chamou atenção no documento. No dólar, o efeito da ata foi de baixa e oscilava no início da tarde ao redor de R$ 5,00.
Por aqui, além da ata, o Ibovespa recua com os temores de uma eventual taxação sobre ganhos de lucros e dividendos.
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