O G-20 tem reunião ministerial sobre o clima na Itália. E o cenário político fica no radar também em meio a expectativas por atos pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro programados para sábado em todo o País e diante da ameaça dos caminhoneiros de fazer greve a partir de domingo.
Os índices futuros das bolsas de Nova York operam em alta em meio ao clima positivo nos mercados, apesar das preocupações persistentes com a variante delta do coronavírus, que pesaram na maioria das bolsas na Ásia, além do cerco regulatório da China.
Depois da forte queda na sessão de segunda-feira, o mercado acionário americano se encaminha para terminar a semana com ganhos, após uma rodada de balanços corporativos que, em geral, agradaram. Os juros dos Treasuries operam sem sinal único e o dólar têm viés de alta frente moedas fortes, mas está sem direção única ante moedas emergentes ligadas a commodities.
Na Europa, as bolsas também avançam e o euro passou a subir após os PMIs da zona do euro e Alemanha acima do esperado, enquanto a libra manteve-se fraca ante o dólar, mesmo depois de uma alta inesperada nas vendas no varejo britânico no mês passado.
O banco Central da Rússia elevou hoje a taxa básica de juros em 1 ponto porcentual, a 6,5% ao ano. No mercado local, além de observar a alta dos retornos dos Treasuries longos nesta manhã, o mercado de juros deve ajustar-se ao IPCA-15. As expectativas são de arrefecimento da inflação na margem, mas aceleração na comparação anual.
Na B3, as ações da Petrobras ficam no radar, após a divulgação do relatório de produção do segundo trimestre ontem à noite. Já as ações do Magazine Luiza são destaque no setor de varejo, após sua oferta subsequente de ações, com o papel saindo a R$ 22,75, e captação de quase R$ 4 bilhões.