No Brasil, o IPCA em linha com a mediana das estimativas e o reforço na indicação do Copom de que a Selic deve superar o patamar acima do neutro foram absorvidos pelos juros futuros. As taxas têm viés de baixa. O alívio se dá mesmo em meio a ponderações de um cenário desafiador da inflação. Após o dado e a ata do Copom, o mercado se mostra dividido entre novo ajuste de 1 p.p.. e 1,25p.p..
No câmbio, o documento induziu vendas, em meio a expectativas de atração de fluxo de capitais para arbitragens de juros interno e externo. Tal cenário determina que a trajetória de baixa do dólar predomine, após volatilidade pela manhã. O Ibovespa, próximo as 14 horas negociava próximo a estabilidade, aos 123 mil pontos. O risco fiscal e político limita o desempenho do principal índice da B3. Iguatemi, Multiplan e Ambev destacam-se entre as ações em queda e PetroRio, Embraer e as siderúrgicas entre os destaques de alta.