Nos mercados internacionais, indicadores fracos dos Estados Unidos pesaram nas bolsas de Nova York, mas os índices acionários ensaiam recuperação no início da tarde. No último pregão do mês de agosto, o dólar à vista recua mais de 1%, negociando ao redor de R$ 5,11. No caso do câmbio, a cotação reflete à disputa pela formação da Ptax, além da baixa da moeda no exterior. No Brasil, dados melhores de desemprego e do déficit primário do setor público – abaixo da mediana – além do número menor de casos e de mortes de covid-19 no País, ajudam na descompressão da divisa brasileira. O