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O impacto do ruído político na leitura da economia brasileira

Para o mercado, o que importa são os fatos e o Brasil parece pouco confiável, pois é incerto

Por Thiago de Aragão

20/09/2021 | 8:03 Atualização: 20/09/2021 | 8:03

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Presidente da República, Jair Bolsonaro durante reunião com o Ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Isac Nóbrega/PR
Presidente da República, Jair Bolsonaro durante reunião com o Ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Isac Nóbrega/PR

Não há como ignorar o ruído político na leitura da performance econômica. Durante muito tempo, principalmente no início do governo Bolsonaro, a enorme confiança do mercado financeiro brasileiro em cima do Ministro Paulo Guedes era, constantemente, capitalizada por Bolsonaro.

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Mesmo com avanços importantes na Reforma da Previdência, a Reforma Tributária ficou muito longe de entregar aquilo que foi prometido no começo, assim como as privatizações. A covid certamente entra na conta, mas, segundo o próprio Guedes, o “ruído político” acabou falando mais alto. Esse ruído político acabou sendo produzido no próprio Executivo por priorizar embates e narrativas que não trazem efeitos práticos para a economia.

Entre os países emergentes, o Brasil é o que possui o câmbio mais desvalorizado. Naturalmente, isso traz um impacto direto na inflação, que também está entre as mais altas no mundo entre os países emergentes. A inflação, que foi o grande vilão do consumidor ao longo da década de 1980 e no início da década de 1990, parecia um problema do passado, sempre contido por ações do Banco Central e pela manutenção de uma narrativa política muitas vezes negativa, mas não tão impactante no andamento dos objetivos econômicos.

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Em cima disso, a expectativa de crescimento do País está entre as mais baixas, mesmo depois de contínuas falas de que o crescimento em 2022 seria “fantástico”. Para Wall Street, sendo 2022 um ano de eleições, o ruído político aumentará ao invés de diminuir. Isso acaba desfavorecendo a visão de que o crescimento surpreenderá positivamente.

O impacto político é tão claro, principalmente pelo fato do mundo estar mostrando um contexto positivo para a retomada econômica em diversos países. Há um processo de recuperação nos preços dos commodities, por mais que a China venha gerando algumas variações no curto prazo. A recuperação econômica nos EUA e na China tendem a trazer junto, países que estão “redondos”economicamente e estáveis politicamente.

Olhando especificamente para o Brasil, o controle da pandemia, incluindo o bom desempenho na vacinação da primeira dose, deveria impactar positivamente uma recuperação econômica que não aconteceu dentro do que era esperado. Tudo isso deveria favorecer o crescimento, o câmbio, a bolsa e as perspectivas de curto e médio prazo.

No Brasil, apoiadores do governo podem colocar a culpa desse ambiente político no STF, imprensa, Congresso, etc. Sendo fantasia ou realidade, no contexto do investidor, isso pouco importa. Para quem acha que a função do investidor externo é superdimensionada, é importante lembrar que esse fluxo de investimentos faz parte de um importante motor da economia.

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Bancos e fundos de investimento no qual conversei, enfatizam que não importam as justificativas. O que importa são os fatos e os resultados práticos. O Brasil parece pouco confiável, pois é incerto. A incerteza vem da política, e a política funciona de uma forma errática, onde os temas de prioridade do governo são conceituais e não necessariamente práticos.

Se o curto-prazo está complicado, o médio prazo não é mais simples. Fundos que observam trajetórias de longo prazo se preocupam com o financiamento da dívida pública. Os juros seguem aumentando, encurtando ainda mais a área de manobra do governo. Lembrando que, por 2022 ser um ano eleitoral, um bom desempenho econômico, ou a sensação de um bom desempenho econômico, fará com que o governo queira gastar mais.

Quando a economia demonstra uma trajetória positiva, o governo não necessita perfurar o poço com mais gana. Já quando a percepção econômica se torna mais importante, politicamente, do que o próprio desempenho econômico (o que geralmente ocorre em ano eleitoral), é aí que mora o perigo é aí onde o endividamento passa de excepcionalidade para hábito.

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