Com a queda da taxa Selic, que é o juro básico da economia brasileira, muito tem se falado sobre o futuro da renda fixa.
Lembrei aqui no Minuto E-Investidor que frases de impacto tem se espalhado com muita rapidez, como a morte da renda fixa.
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Ela, claro, não vai morrer, só deixou de ter aquela rentabilidade generosa.
Mas, de toda a discussão que existe sobre a renda fixa, uma que interessa bastante é aquela que diz que a renda fixa não é fixa.
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Essa é a mais pura verdade.
E você tem o direito de se assustar: sinto muito, mas a renda fixa não é fixa.
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Só há um jeito de a renda fixa entregar o que foi combinado: quando você carrega o título até a data do vencimento.
Aí, sim, você receberá o rendimento combinado lá no início, principalmente quando falamos de um título pré-fixado.
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Mas, se por algum motivo, você tiver de vender esse título de renda fixa antes do vencimento saiba que estará sujeito às variações do mercado secundário.
Aí quem comanda é a lei da oferta e da procura conforme a expectativa da economia naquele exato momento.
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Isso pode significar, inclusive, ter prejuízos na rentabilidade e também no principal, ou seja, tirar menos dinheiro do que você colocou quando aplicou.
Além disso, outro fator bastante importante é fazer uma gestão ativa da renda fixa.
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Como lembra a especialista Marília Fontes, sócia da Nord Research e colunista do E-Investidor, assim como nas ações, existem períodos econômicos que beneficiam determinados títulos e prejudicam outros.
Entender como eles podem ajudar o seu bolso é o mais importante.
Neste momento, com as taxas de juros em queda, os pré-fixados são os mais indicados.
Eu sou o Márcio Kroehn, editor-chefe do portal einvestidor ponto com ponto br, e esse foi o Minuto E-Investidor de hoje.
Até o próximo.