Publicidade

Minuto E-Investidor

Copo meio cheio ou meio vazio para a Bolsa?

É normal fazer um balanço dos acontecimentos no fechamento de um ciclo.

Isso vale para a vida assim como para os investimentos.

Publicidade

Invista com o apoio de conteúdos exclusivos e diários. Cadastre-se na Ágora Investimentos

Com o fim do primeiro semestre de 2020, os investidores olharam no retrovisor para entender o que aconteceu.

Na bolsa de valores, não faltaram emoções.

Publicidade

O ano começou com a expectativa de recordes de pontuação, na casa dos 120 mil pontos.

Mas veio março e o Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, bateu nos 63 mil pontos. Praticamente a metade do que era esperado.

Publicidade

A crise provocada pela pandemia do coronavírus, claro, é a grande culpada dessa freada brusca.

Com isso, no fechamento dos primeiros seis meses do ano, a queda acumulada do índice foi de 17,8%.

Publicidade

Mas, nesse curto período de seis meses, também é possível fazer uma divisão em duas partes.

Nos primeiros três meses do ano, o desespero estava presente e o Ibovespa acumulou uma perda de 36,86% no período, o que entrou para a história como o pior primeiro trimestre desde o início da medição em 1968.

Publicidade

Só para você relembrar o tamanho do desespero, foram 6 circuit breakers acionados, ou seja, aquela paralisação que acontece quando o Ibovespa recua mais de 10% durante o pregão.

Por isso, era natural projetar um segundo trimestre igual ou pior, afinal, o coronavírus continuava ameaçando vidas pelo mundo e no Brasil, especialmente, em ascensão.

Publicidade

Mas os bancos centrais abriram a torneira do dinheiro com uma série de estímulos e garantiram a liquidez da economia, o que fez confiança voltar - mesmo com o inimigo invisível no ar.

Com isso, o Ibovespa acumulou uma valorização de 29,84% no período.

O que esperar para os próximos meses?

Os analistas acreditam que o pior já ficou para trás, mas fazem um alerta:

O segundo semestre será marcado pela expectativa da real capacidade de recuperação das economias pelo mundo

E pelos dados dos balanços das empresas, que vão dar a dimensão do tamanho do estrago da primeira metade do ano.

Ou seja, fique atento porque o mar continuará com muitas ondas.

Eu sou o Márcio Kroehn, editor-chefe do portal einvestidor ponto com ponto br, e esse foi o Minuto E-Investidor de hoje.

Até o próximo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O que este conteúdo fez por você?
Últimas:

X