
Com a queda da taxa de juros, algumas outras alternativas passaram a ser oferecidas para o investidor na renda fixa.
Há CDBs, RDBs, LCIs e LCAs.
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E a maioria delas vem com o aviso de que o “seu dinheiro está protegido pelo FGC”.
Será mesmo?!
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Sim, é verdade.
O Fundo Garantidor de Créditos, ou FGC, é uma associação criada para proteger os investidores em caso de quebra ou falência de uma instituição financeira.
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É uma maneira de aumentar a segurança do sistema financeiro.
Na metade de 2020, o patrimônio do FGC era superior a 82 bilhões de reais.
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Clientes do Banco Neon, banco Rural, banco BVA ou Morada foram beneficiados pelo FGC.
Um caso recente é a liquidação extrajudicial da financeira Dacasa.
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Até março de 2020 tinham sido pagos 721 milhões reais para quase 16.500 investidores de títulos da Dacasa.
É uma média de quase 44 mil reais.
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E aqui há um ponto importante.
O FGC assegura até 250 mil reais por CPF ou CNPJ em uma instituição financeira.
O que vale é o saldo na data da liquidação.
Se o investidor tiver distribuído seu dinheiro em vários títulos para não atingir o teto de 250 mil reais por instituição financeira, é preciso saber que há, também, um teto de cobertura de 1 milhão de reais do FGC por CPF ou CNPJ.
Com o crescimento do número de investidores, e das ofertas de títulos, essa foi uma maneira de garantir que todos se sintam seguros em caso de colapso do sistema financeiro - algo que esperamos que não vá acontecer.
Eu sou o Márcio Kroehn, editor-chefe do portal einvestidor ponto com ponto br, e esse foi o Minuto E-Investidor de hoje.
Até o próximo.