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Colunista

5 dicas para fazer a gestão da restituição do Imposto de Renda

Apesar de a crença popular afirmar que “Dinheiro não tem carimbo”, a economia comportamental mostra outra realidade

Por Ana Paula Hornos

17/06/2023 | 7:40 Atualização: 16/06/2023 | 13:35

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(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Os psicólogos Daniel Kahneman (Prêmio Nobel de Economia) em parceria com Amos Tversky, em 1979, desenvolveram uma teoria, baseada em pesquisas científicas, que demonstra que a dor da perda é duas vezes maior que a satisfação em ganhar. Ou seja: a percepção do cérebro sobre um mesmo valor financeiro é diferente, caso o carimbo mental atribuído a ele represente perda ou ganho.

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A proposta deste artigo é dar dicas sobre como fazer um bom uso da restituição do Imposto de Renda. Então aqui vai uma primeira e importante reflexão: como você enxerga o valor da restituição, como um dinheiro extra ou considera que já era seu e voltou?

Dependendo da sua classificação mental e do carimbo que você mesmo atribui ao dinheiro, poderá ter mais ou menos probabilidade psicológica de cuidar desse recurso importante. Se o valor for percebido como uma entrada extra, e não como uma devolução do que já era seu, você terá duas vezes menos chance de cuidar bem do dinheiro que será depositado na sua conta.

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Dito isso, vamos a algumas dicas para uma boa administração desse recurso sazonal:

1. Atribua o significado correto ao valor recebido: essa recomendação está relacionada à reflexão inicial. Restituição, por definição do dicionário, significa devolução de algo a quem realmente pertence. Então esse dinheiro já era seu, não é extra e, portanto, merece ser bem gerido.

2. Priorize destinar o valor para formação da reserva de emergência: ter uma proteção, um “colchão” para emergências, representa empoderamento, autonomia de decisão, proteção contra crises financeiras e contribui com a saúde mental porque ajuda a reduzir ansiedade e medo dos imprevistos. Dependendo do seu perfil e do tipo de atividade laboral, o número ideal recomendado para totalizar uma reserva de emergência varia de 4 meses a 1 ano equivalentes aos seus gastos. Use a restituição para completar esse valor.

3. Se tiver dívidas, é um bom momento para quitá-las: o dinheiro mais caro que existe certamente são os juros das dívidas. Então, se você recebeu um recurso não recorrente como é o caso da restituição, este é um bom momento para renegociar e saldar dívidas com ele.

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4. Pense na sua aposentadoria: embora seja a reserva mais negligenciada, ela é uma das mais importantes. Lembre-se que o dia de se aposentar chegará e ter recursos para sua longevidade física, quando não estiver ou não puder mais trabalhar, é fundamental. Um excelente uso da restituição do Imposto de Renda é destiná-la à formação da reserva de aposentadoria.

5. Exercite seu direito de realizar sonhos: sonhar é um motor da vida e ver sonhos realizados faz parte do significado de ser feliz. Portanto, esse recurso que não está previsto como entrada do seu orçamento mensal pode ser sim ser destinado a realizar algum projeto sonhado! Mas use para algo realmente importante, que valha a pena como registro mental de felicidade.

Se, ao final deste texto, você ficou com dúvida sobre qual das 4 dicas finais você deveria seguir primeiro, em grau de prioridade, sugiro a seguinte ordem: quite dívidas e depois monte sua reserva de emergência. Caso você não tenha dívidas e já tenha o valor satisfatório para emergências, distribua a restituição entre 50% para realizar sonhos e 50% para montar a reserva de aposentadoria.

Desejo que você cuide bem do dinheiro que volta para sua gestão, sempre vigilante em conhecimento e informação para fazer bons investimentos e bom uso da restituição do Imposto de Renda, com muita sabedoria!

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