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Colunista

As 3 lições que os investidores nunca devem esquecer

Conheça os principais ensinamentos de Howard Marks sobre investimentos

Por Carol Paiffer

21/04/2023 | 5:30 Atualização: 20/04/2023 | 13:40

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Investidores devem sempre saber o que está motivando sua decisão, e não apenas seguir o movimento dos mercados. Foto: Envato Elements
Investidores devem sempre saber o que está motivando sua decisão, e não apenas seguir o movimento dos mercados. Foto: Envato Elements

“Precisa-se de muita coragem para comprar quando os outros estão vendendo de forma melancólica e vender quando os outros estão comprando com euforia; isso, entretanto, é o que proporciona os maiores lucros”.

Leia mais:
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Essa citação é de Howard Marks em seu livro “O Mais Importante para o Investidor”, um dos melhores livros a respeito de investimentos já escritos – e recomendação direta do meu irmão Joaquim. E embora o livro tenha sido publicado em 1776, suas lições são atuais, como se falasse do atual cenário dos mercados financeiros.

São 20 lições a serem consideradas ao investir em ações – principalmente visando o longo prazo. Resolvi separar três das que eu mais uso nas minhas teses de investimentos e acredito que todo investidor precisa ter muito vívido na mente.

Entender o risco

Todo investimento tem um certo grau de risco – até mesmo os investimentos de renda fixa. Não invista se você não estudou aquele ativo – principalmente se ele for de renda variável, que é muito mais volátil e sensível.

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Parte do processo de entender “risco”, é entender o seu perfil de investidor. No entanto, mesmo os investidores arrojados não entram em operações que não saibam qual a relação risco x retorno. No livro, Marks joga uma luz no que chamamos de “ativos de risco”. O ativo é arriscado ou é o momento errado de comprá-lo?

Temos acompanhado alguns dias de queda da nossa Bolsa e sabemos que isso tem muito a ver com falas políticas, reflexo do humor das bolsas internacionais e claro, a atratividade de títulos pré-fixados em renda fixa – alguns pagando 13% a.a; enquanto a média de pagamento de dividendos da bolsa é de 8,9% de acordo com uma recente publicação feita pelo BTG Pactual.

Risco tem a ver com tomar a decisão no momento errado – não estar bem posicionado. Tem a ver com comprar quando está caro, em um mercado eufórico e vender quando o medo bate à porta. É isso que faz o mercado financeiro ser “arriscado”.

Encontrar pechinchas (comprar quando está barato)

A lógica dos negócios é comprar barato e vender caro. Isso é muito óbvio, certo? Se é óbvio, por que a maioria das pessoas não o faz?

Isso volta para a citação que escrevi no início da coluna. Quando uma ação cai na popularidade, mesmo que ela já esteja sobre precificada, as pessoas compram – seja por impulso, para fazer parte “da festa” ou por uma crença que a ação vai continuar se valorizando (sem uma base de estudo para sustentar essa tese).

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Mas, tudo o que sobe, uma hora cai. E tudo que cai, uma hora vai subir.

Lembre-se que para ganhar dinheiro na Bolsa, você precisa estar atento ao momento que as pessoas estão escolhendo se desfazer de seus papéis. É quando as ações ficam a preços atrativos e, combinados com fundamentos saudáveis, permite que o investidor tenha sua carteira valorizada e embolse lucro.

Ponto de vista contrário

O termo “memória das massas” é bem conhecido na bolsa de valores. É com base nessa “memória”, ou seja, nas negociações passadas registradas na bolsa, é que traçamos nossos estudos e projetamos o lucro/prejuízo em determinada ação.

E é muito fácil se deixar levar pelo senso comum – principalmente no universo do mercado, onde sempre tem alguém se dando bem, mesmo que não faça o menor sentido uma ação se valorizar, sendo que os fundamentos dela apontam outro caminho.

Aqui entra o ponto de partida de todo investidor: conhecimento.

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De acordo com Marks, “há muitos investidores que presumem conhecer os caminhos futuros das economias e mercados – e agem em conformidade – do que investidores que realmente os conhecem […]. Investir com base em previsões mantidas de forma bastante convicta, mas incorreta, é uma fonte potencial de grandes perdas.”

Ou seja, não dá para você seguir o que seu amigo, seu vizinho, seu colega de trabalho ou gerente do banco diz ser uma boa oportunidade de investir. Você precisa saber o que está fazendo.

E se manter firme no que acredita, no que estudou e planejou. Isso o fará se diferenciar no mercado e te dará margem para ser lucrativo na bolsa de valores.

Esses três pilares, bem como os outros 17 ensinados no livro, são base da metodologia que desenvolvi ao longo de 18 anos de mercado financeiro. Algumas mais explícitas, outras nas entrelinhas, mas, todas elas compõem o processo de aprendizagem dos meus alunos.

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Deixo aqui dois convites:

Participar da semana da retomada, onde eu mostro o passo a passo para começar a operar na bolsa de valores – ou então melhorar seus resultados, se você já opera, clicando aqui.

E o segundo, é que você leia o livro “O Mais Importante para o Investidor” na íntegra. Ele com certeza será o bote salva vidas quando tiver dúvidas sobre sua tese de investimento.

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