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Colunista

A prova de que a estratégia de reinvestir dividendos acelera a riqueza

Confira a lista de ações que mostra a diferença dos ganhos com e sem o reinvestimento nos últimos 12 meses

Por Einar Rivero

26/06/2024 | 15:00 Atualização: 26/06/2024 | 16:00

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Na larga maioria dos casos, deixar de reinvestir dividendos é um mau negócio. (Foto: Alex_Po em Adobe Stock)
Na larga maioria dos casos, deixar de reinvestir dividendos é um mau negócio. (Foto: Alex_Po em Adobe Stock)

Toda vez que uma empresa distribui dividendos seus acionistas têm a escolha de reinvestir ou não esse montante na compra de novas ações da mesma companhia. O que vale mais a pena?

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A resposta depende, como sempre, dos objetivos e do perfil de cada investidor, mas para qualificar o debate, preparamos uma lista de ações cujo volume financeiro médio diário superou R$ 1 milhão nos últimos doze meses e que apresentaram uma diferença de ao menos 10 pontos percentuais entre a rentabilidade com e sem reinvestimento de dividendos – isto é, com ou sem “total return” nos últimos doze meses, tomando por referência o dia 19 de junho último.

Encontramos 16 ações que atendem a esses critérios. A ação preferencial da Petrobras (PETR3; PETR4) se destaca com a maior diferença: uma rentabilidade de 40,52% com reinvestimento de dividendos, versus 18,11% sem o reinvestimento. Ao ampliar a análise para uma janela de 36 meses, o total return da PETR4 foi de 267,53%, contra modestos 26,87% na hipótese sem o reinvestimento. Em 60 meses, os retornos foram de 302,07% e 30,56%, respectivamente.

Empresa Código Retorno ajustado por proventos (%) Retorno sem ajuste de proventos (%) Diferença (p.p) DY 12 meses (%)
Petrobras PETR4 40,52 18,11 22,41 21,25
Petrobras PETR3 29,52 9,99 19,53 18,89
Copasa CSMG3 15,33 -3,10 18,43 17,51
Banco BMG BMGB4 32,22 15,91 16,31 16,65
Cury S/A CURY3 39,02 23,37 15,65 14,43
Vulcabras VULC3 1,65 -13,17 14,82 18,47
Marcopolo POMO3 48,73 34,20 14,53 14,25
Pine PINE4 62,15 48,35 13,80 14,24
Even EVEN3 5,96 -7,42 13,38 14,93
Cemig CMIG4 18,97 5,83 13,14 11,19
Brasilagro AGRO3 14,70 2,49 12,21 12,89
Marcopolo POMO4 50,13 38,46 11,67 11,35
Caixa Seguri CXSE3 51,76 40,18 11,58 10,47
CPFL Energia CPFE3 13,26 2,01 11,25 11,12
Cielo CIEL3 32,62 22,34 10,28 7,86
Brasil BBAS3 14,28 4,23 10,05 9,64

Ações com diferença de mais de 10 pontos porcentuais (p.p) entre rentabilidade ajustada por proventos e sem ajuste por proventos e com volume financeiro médio diário superior a R$ 1 milhão/dia nos últimos 12 meses. Fonte: Elos Ayta Consultoria. *Data base de 19/06/2024 

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Das 16 ações analisadas, apenas duas – Banco do Brasil (BBAS3) e Cielo (CIEL3) – tiveram um dividend yield (rendimento de dividendos) inferior a 10%. Todas as demais ultrapassaram essa marca.

O dado reforça a tese de que dividendos são um componente fundamental em qualquer estratégia de investimento, especialmente quando reinvestidos. Um alto dividend yield proporciona não apenas um fluxo de renda constante, como também amplia significativamente o potencial de crescimento do portfólio do investidor via reinvestimentos.

Exemplos marcantes de reinvestimento de dividendos

Mencionamos o caso da Petrobras, mas há duas outras ações que merecem destaque por demonstrarem com clareza as potencialidades dessa abordagem. A ação ordinária da Vulcabras (VULC3) registrou valorização de 1,65% em 12 meses com reinvestimento de dividendos. Sem isso, os papeis tiveram recuo de 13,17%, uma diferença de quase 15 pontos porcentuais.

Já a Even (EVEN3) teve valorização de 5,96% em um ano, contra 7,42% negativos em um cenário sem reinvestimento de dividendos. O abismo cresce se considerarmos um intervalo de 60 meses, com rentabilidade ajustada de 7,16% versus queda de 18,11%, respectivamente.

Reinvestir é um bom negócio

Deixar de reinvestir dividendos pode limitar significativamente a rentabilidade e o potencial de crescimento de um portfólio, como demonstrado fartamente pelos dados empíricos. A volatilidade dos retornos também tende a ser maior nesse cenário.

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Não reinvestir ainda limita a capacidade de aproveitar o efeito dos juros compostos. Cada dividendo usado na compra de ações criará dividendos futuros, os quais, por sua vez, podem ser usados para adquirir novas ações, e assim por diante. Essa “bola de neve” acelera o crescimento do capital investido, o que é especialmente relevante no longo prazo, em que os ganhos por compounding (juros compostos) fazem ainda mais diferença.

Quem opta por não reinvestir dividendos também perde a oportunidade de aumentar sua participação em uma empresa, já que está abrindo mão de acumular novos papeis.

Conclusão

Na larga maioria dos casos, deixar de reinvestir dividendos é um mau negócio. O movimento cíclico de ganho financeiro e compra de novos papeis oferece não só uma forma eficiente de acumular riqueza, mas também posiciona o investidor como um potencializador do crescimento de seu capital. Isso, sim, é aproveitar ao máximo o potencial de cada investimento.

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