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Derrubada do IOF é o prenúncio de um desembarque. Congresso acelera rumo às eleições de 2026

Sem emendas e sem apoio, governo Lula entra em modo “pato manco” e vê 2026 se aproximar em clima de tensão

Por Erich Decat

30/06/2025 | 15:00 Atualização: 30/06/2025 | 12:03

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A crise envolvendo o IOF vai além de um simples deslize e pode sinalizar o prenúncio de um colapso político. (Foto: Adobe Stock)
A crise envolvendo o IOF vai além de um simples deslize e pode sinalizar o prenúncio de um colapso político. (Foto: Adobe Stock)

A humilhante derrota do governo na votação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL), que derrubou o decreto do IOF, escancarou uma verdade incômoda: o Planalto perdeu o controle da base aliada. E a razão é direta — o atraso sistemático na liberação das emendas parlamentares.

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Não foram as falas do ministro Fernando Haddad (Fazenda) contra o Congresso, nem os conflitos em torno das indicações para as Agências Reguladoras. Tampouco o suposto pedido de Davi Alcolumbre para a saída de Alexandre Silveira (Minas e Energia) explica, sozinho, o desastre.

O estopim foi outro: a retenção das emendas parlamentares, que são vitais para irrigar as bases eleitorais dos congressistas e sustentar suas candidaturas em 2026.

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Para dimensionar o atraso: nos primeiros seis meses de 2025, o governo empenhou apenas R$ 776 milhões em emendas. No mesmo período de 2024, foram R$ 23 bilhões. Um colapso de execução que não passa despercebido pelo Congresso.

Falta de articulação, promessas não cumpridas e o descaso com o jogo político revelam um governo que parece que esqueceu ou finge não compreender a lógica do presidencialismo de coalizão. O tempo político é implacável — e o relógio já corre para 2026.

Gatilho de ruptura

A derrocada no episódio do IOF não foi apenas um tropeço. Pode ser o gatilho de antecipação de um colapso político.

A máscara de lealdade de diversas lideranças do Congresso caiu. Nos bastidores, vários setores das duas Casas já operam em “modo ruptura”, preparando o rompimento com o Planalto, em outubro — marco simbólico que nos coloca a um ano das eleições.

Mesmo com a corrida de última hora para liberar emendas, o estrago está feito. O ambiente é de desconfiança generalizada. E o Palácio do Planalto já sente os efeitos: há dúvidas reais se conseguirá aprovar o que resta da pauta econômica e de equilíbrio fiscal.

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Na mira:

  • MP 1303/25, que trata da taxação de investimentos e outros.
  • Vetos presidenciais com impacto fiscal e setorial.

Poucas propostas devem escapar de uma forte desidratação ou até um possível revés. A Reforma da Renda, por exemplo, deve avançar quase intacta apenas porque amplia a isenção do IR para R$ 5 mil, medida de alto apelo eleitoral para os parlamentares. Mas mesmo dentro de um projeto que exala consenso, ainda há dúvidas do que vem como compensação.

Investidores: atenção redobrada

O episódio do IOF nos apresentou uma tendência clara: à medida que nos aproximamos do final do ano, a governabilidade tende a se deteriorar ainda mais. O Congresso deve intensificar o cerco ao Executivo, criando obstáculos com o objetivo de vender a solução política em 2026, com um nome de oposição, um nome de centro, centro-direita que compõe a espinha dorsal das duas Casas.

O horizonte é de crescente volatilidade, com perdas e ganhos. E isso deve impactar as estratégias de investimento dos ativos locais, exigindo ajustes nas carteiras diante de um cenário de incertezas e instabilidade fiscal.

O governo ainda tem tempo para reagir — mas o sinal já deixou de ser amarelo. A coalizão ruiu, a base derreteu e se instaurou o modo pato manco, que vai se arrastar até 2026. Vamos acompanhando.

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