• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Auxílio emergencial de 2021 é a ponta do iceberg para o governo

O maior problema do governo Bolsonaro é o risco de racionamento de energia

Por Fabrizio Gueratto

06/07/2021 | 8:46 Atualização: 06/07/2021 | 8:46

Receba esta Coluna no seu e-mail
Operação da PF contra ex-presidente investiga suposta fraude na carteira de vacinação. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
Operação da PF contra ex-presidente investiga suposta fraude na carteira de vacinação. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

A prorrogação do auxílio emergencial por mais 3 meses é apenas a ponta do iceberg. O gasto público deixou de ser o maior problema do governo Jair Bolsonaro. Com o alerta de emergência hídrica, o Brasil escancarou a crise no setor, consequência da maior seca em 91 anos. Até então, 5 estados foram colocados em alerta: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná.

Leia mais:
  • Setores para ficar de olho na crise hídrica
  • Com crise nos reservatórios, investidor deve ficar atento às elétricas
Cotações
10/01/2026 6h47 (delay 15min)
Câmbio
10/01/2026 6h47 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Historicamente, a matriz elétrica brasileira é predominantemente hídrica, ou seja, depende de chuva e segue com 72% de energia gerada pelas usinas hidroelétricas.

Entretanto, nos últimos anos, os reservatórios ficaram pressionados. Segundo relatórios do Inter Research, o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável por 70% do armazenamento, tem sido afetado desde 2020 pelo fenômeno La Niña, que causa a alteração cíclica das temperaturas.

Publicidade

Essas mudanças podem causar uma série de outros fenômenos, como aumento do calor, diminuição da chuva e a formação de secas. Isso sem falar que os reservatórios da região estão com 29% da sua capacidade total.

Energia 52% mais cara na bandeira vermelha

Para diminuir os efeitos desta crise, a solução escolhida foi o acionamento das usinas termelétricas, que funcionam a base da queima de combustível. Esse processo torna a ativação mais cara e o preço é repassado para o consumidor final, que sofre com a bandeira vermelha. Os preços da conta de luz já subiram no último mês, deixando a bandeira vermelha 52% mais cara, disse Bea Aguillar, do Canal Papo de Bolsa, durante a live QG do Mercado.

O Ministério de Minas e Energia estima que terá um custo de R$9 bilhões ao consumidor somente por ter acionado tais usinas. Esse valo será repassado, gerando um aumento de 5% no total da tarifa de luz.

Para alguns especialistas, a falta de alternativas às falhas do sistema hidroelétrico é um dos motivos destes acontecimentos, afinal, buscar uma alternativa em meio a crise é como enxugar gelo.

Setores que mais sofrem impacto

Podemos dizer que o aumento no valor da energia pode pressionar ainda mais a inflação, que já está em 8% nos últimos 12 meses.

Além disso, existe incerteza sobre quais as proporções dos impactos da crise hídrica no País – o consenso entre analistas é que existe um risco real de racionamento.

Publicidade

É importante salientar que empresas e setores que dependem da energia para a produção de seus produtos também serão indiretamente afetadas. É o caso do setor de extração mineral e papel e celulose.

Já do outro lado da crise, empresas que trabalham diretamente com a energia renovável ou geradas por termelétricas, podem ser até mesmo cases de oportunidade de curto, médio e longo prazos. Afinal, as ações podem disparar em tempos de crise hídrica. Como é o caso da Eneva, campeã no setor.

As companhias elétricas de transmissão não devem sofrer tanto quanto as produtoras. Com histórico de serem ótimas pagadoras de dividendos, essas empresas possuem longos contratos, todos corrigidos com índices inflacionários, o que garante segurança para quem investe.

Por isso, empresas como a Taesa (TAEE11) e a Transmissão Paulista (TRPL4) não devem sofrer tanto com a crise e podem se tornar um porto seguro para muitos investidores.

Publicidade

Leia mais sobre a Taesa (TAEE11) e assista ao QG Do Mercado exclusivo sobre a crise hídrica:

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Auxílio emergencial
  • Conteúdo E-Investidor
  • hídrica
  • Inflação
  • Setor elétrico

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    CDBs do Banco Master: o que fazer agora para receber mais rápido o pagamento do FGC

  • 2

    CDBs do Banco Master: a peça que está impedindo o FGC de pagar os investidores

  • 3

    Garantia de CDB do Master está em risco? Veja perguntas e respostas para investidores

  • 4

    IPCA de dezembro vira o jogo dos juros? Inflação pode decidir quando a Selic começa a cair em 2026

  • 5

    Fundos de pensão tentam reverter prejuízo bilionário com ativos financeiros do Banco Master

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrizio Gueratto em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: 12 cidades que têm saque calamidade liberado até janeiro de 2026
Logo E-Investidor
FGTS: 12 cidades que têm saque calamidade liberado até janeiro de 2026
Imagem principal sobre o Aumento da passagem em SP: como fica a integração?
Logo E-Investidor
Aumento da passagem em SP: como fica a integração?
Imagem principal sobre o Lotomania: saiba quais são as chances de acertar os 20 números sorteados
Logo E-Investidor
Lotomania: saiba quais são as chances de acertar os 20 números sorteados
Imagem principal sobre o Idosos devem cumprir este requisito para conseguir o BPC em 2026
Logo E-Investidor
Idosos devem cumprir este requisito para conseguir o BPC em 2026
Imagem principal sobre o Quem antecipou o saque-aniversário tem direito ao saque do saldo retido do FGTS? Entenda
Logo E-Investidor
Quem antecipou o saque-aniversário tem direito ao saque do saldo retido do FGTS? Entenda
Imagem principal sobre o Dupla Sena: como funciona a distribuição do prêmio nos dois sorteios?
Logo E-Investidor
Dupla Sena: como funciona a distribuição do prêmio nos dois sorteios?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: edição irá distribuir mais de R$ 22 milhões ao longo do ano
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: edição irá distribuir mais de R$ 22 milhões ao longo do ano
Imagem principal sobre o Estas dicas podem ajudar a refrescar a casa no calor, sem gastar com ar-condicionado
Logo E-Investidor
Estas dicas podem ajudar a refrescar a casa no calor, sem gastar com ar-condicionado
Últimas: Colunas
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim
Ana Paula Hornos
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim

No começo do ano, prometer mudanças é simples; maturidade está em sustentar escolhas quando o entusiasmo acaba e o compromisso começa a cobrar

10/01/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil
Fernanda Camargo
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil

Apesar de avanços em financiamento, plataformas e cooperação, a conferência em Belém expôs os limites da ação climática em um cenário de tensões geopolíticas e fragmentação global.

09/01/2026 | 15h00 | Por Fernanda Camargo
Investir para 2035: os 10 setores mais promissores a longo prazo no exterior
William Eid
Investir para 2035: os 10 setores mais promissores a longo prazo no exterior

De inteligência artificial à educação digital, megatendências estruturais indicam onde o capital global deve se concentrar na próxima década

08/01/2026 | 16h16 | Por William Eid
Por que este deve ser o melhor investimento de 2026?
Fabrizio Gueratto
Por que este deve ser o melhor investimento de 2026?

Com juros altos, crédito restrito e regulação mais rígida, fundos de recebíveis emergem como investimento lógico, previsível e menos dependente do ciclo político

08/01/2026 | 14h01 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador