• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Imposto ou controle: criptos são a saída para o IOF?

Em essência, a mudança no imposto é uma forma de o governo encarecer a compra de moedas estrangeiras

Por Vitor Miziara

27/05/2025 | 10:46 Atualização: 27/05/2025 | 10:59

Receba esta Coluna no seu e-mail
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado. (Foto: Adobe Stock)
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado. (Foto: Adobe Stock)

O governo, mais uma vez, não surpreendeu e anunciou um novo aumento de imposto. Dessa vez, o alvo foi o IOF – Imposto sobre Operações Financeiras. Esse assunto não seria novidade no Brasil, não fosse por algo muito pior por trás: um controle cambial disfarçado de imposto.

Leia mais:
  • OPINIÃO: Por que há investidores comprando os CDBs do Banco Master como a “oportunidade da vida”?
  • OPINIÃO: Banco Master, “grande demais para quebrar”?
  • Miziara: De inflação para deflação: a crise nos EUA que derrubou o dólar (e pode avançar mais)
Cotações
14/02/2026 19h16 (delay 15min)
Câmbio
14/02/2026 19h16 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Não é preciso ir muito longe, nem voltar tanto no tempo, para lembrar o que nossos hermanos argentinos enfrentaram. Eles vivenciaram na pele o controle cambial, implementado para frear a saída de dinheiro por meio da compra de dólares. Em 2020, o Banco Central argentino limitou a compra de dólares a apenas US$ 200 por mês, com uma trava adicional: se esse valor fosse ultrapassado, o excesso seria descontado das cotas mensais seguintes. Para se ter uma ideia, se você gastasse US$ 50 por mês com Netflix e Spotify, restariam apenas US$ 150 para compras em dólares. Isso limitava não só a saída de capital, mas também a própria mobilidade das pessoas – afinal, como viajar para a Disney sem dólares ou sem poder trocar seu dinheiro?

Além disso, o governo argentino impôs um “adiantamento de imposto de renda”, taxando em 35% o valor de quem quisesse comprar dólares. O resultado todos conhecemos: a crise se aprofundou, com menos investimentos no país, o aumento das transações no mercado paralelo (o chamado “dólar blue”) e a fuga de capital em cuecas, malas e outros meios.

Publicidade

No Brasil, o cenário não é idêntico, mas também não é tão diferente. Na primeira leva de medidas, foi anunciado o aumento do IOF para remessas ao exterior em 3,5%. Em essência, é uma forma de o governo encarecer a compra de moedas estrangeiras com o dinheiro que você envia para fora. Poderia ser considerado um controle de câmbio disfarçado, como se o governo simplesmente dissesse: “agora, o câmbio custa 3,5% mais caro”.

Ao encarecer o envio de dinheiro para o exterior, o governo brasileiro sinaliza preocupação com a saída de capital, além, claro, da óbvia intenção de arrecadar mais. Diante disso, surge a pergunta: se eu quero enviar dinheiro para fora sem pagar tanto imposto, quais são minhas opções legais (sem envolver cuecas) e de fácil acesso?

Neste fim de semana, o presidente do Bradesco, por incrível que pareça, defendeu mais impostos. Na visão dele – com a qual concordo –, haverá uma migração de recursos para as criptomoedas, que, por enquanto, não têm IOF nas transações. Assim, seria mais barato comprar dólares ou criptomoedas por meio de plataformas e transferir o dinheiro para o exterior do que enviar dólares via banco, arcando com o IOF.

Estamos vivendo, hoje, um dos principais argumentos dos defensores das criptomoedas, ou melhor, de uma moeda sem controle centralizado. Com uma moeda digital, a liberdade de mover, comprar e vender é toda sua. Não me surpreenderia ver um aumento no número de investidores em cripto nos próximos meses, ou mesmo de pessoas que abram contas apenas para comprar dólares digitais e enviar parte do dinheiro para fora, pagando menos impostos.

Publicidade

Lá no grupo do Whatsapp (clique aqui para entrar) eu falei sobre o tema com destaque para o Bitcoin e também para o dólar, puro e simples para se posicionar contra o real.

Também não seria surpresa uma maior saída de capital agora, já que o aumento do IOF deixou a sensação de que impostos ainda mais altos podem vir. O pensamento de “caro hoje, barato amanhã” parece ter se instalado na mente de quem já considerava enviar dinheiro para o exterior.

No meu Instagram (@vmizara), recebi várias mensagens de pessoas perguntando qual seria o melhor caminho para enviar dinheiro para fora. Minha resposta é sempre a mesma: “qualquer um que, depois de Guarulhos, te permita acessar seu dinheiro”.

Um abraço.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Criptomoedas
  • dinheiro
  • governo federal
  • imposto
  • IOF

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Análise do resultado da Vale no 4T25: prejuízo de US$ 3,8 bi contrasta com forte operação; o que fazer com VALE3

  • 2

    Vai para os blocos de carnaval? Veja como se proteger de golpes

  • 3

    Ibovespa hoje fecha abaixo de 188 mil pontos em dia de queda das commodities

  • 4

    Vale: analistas esperam balanço do 4º trimestre de 2025 positivo, mas ação em nível recorde divide opiniões

  • 5

    Banco do Brasil supera previsões no 4T25, mas inadimplência no agro ainda preocupa

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Imagem principal sobre o Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: como gerar o Documento de Arrecadação
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: como gerar o Documento de Arrecadação
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como funciona o resgate do benefício?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como funciona o resgate do benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Complementar (BCO)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Complementar (BCO)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: beneficiários têm direito a valores extra; saiba como
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: beneficiários têm direito a valores extra; saiba como
Últimas: Colunas
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar
Samir Choaib
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar

O Projeto de Lei Complementar 5/2026 reacende o debate sobre taxar grandes fortunas e evidencia a escolha política de ampliar a arrecadação em vez de controlar despesas públicas

14/02/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?
Eduardo Mira
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?

Com dívida perto de 85% do PIB, déficit nominal ao redor de 8% e juros reais acima de 6%, País enfrenta riscos; entenda

13/02/2026 | 14h36 | Por Eduardo Mira
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor
Einar Rivero
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor

Os quatro bancos desembolsaram R$ 78,6 bilhões apenas em 2025, o equivalente a 36,3% de tudo o que foi pago em cinco anos

12/02/2026 | 16h09 | Por Einar Rivero
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre

Investidor busca ganhos elevados, mas rejeita a volatilidade e o risco que acompanham retornos acima da média, repetindo erros que minam a própria performance

12/02/2026 | 14h44 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador