• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

O que está levando a Bolsa brasileira a subir? A resposta vem de longe

Apesar de bons números de inflação e emprego, uma piora nas contas públicas do Brasil pode acabar com a festa

Por Marco Saravalle

11/12/2023 | 13:26 Atualização: 11/12/2023 | 13:26

Receba esta Coluna no seu e-mail
O cenário poderia ser melhor caso não existissem as incertezas do lado fiscal. (Imagem: Freepik)
O cenário poderia ser melhor caso não existissem as incertezas do lado fiscal. (Imagem: Freepik)

A recuperação da Bolsa brasileira poderia ocorrer pela melhora no ambiente externo ou pelas condições fiscais no País. Só não esperávamos que a melhora no humor externo fosse tão rápida. O motivo para o otimismo decorre da combinação de arrefecimento inflacionário nos Estados Unidos com resiliência da atividade econômica americana.

Leia mais:
  • O que move o investidor para a renda fixa dos EUA?
  • Por que as empresas estão distribuindo mais dividendos
  • Guerra Israel/Hamas traz consequências imediatas ao mercado financeiro
Cotações
02/02/2026 21h07 (delay 15min)
Câmbio
02/02/2026 21h07 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A inflação dos EUA medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) de outubro variou 0,2%, abaixo do resultado de setembro (0,3%) e do consenso de mercado (0,3%). Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 3,2%, caminhando para a meta de 2% do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

Na mesma direção, o Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE, em tradução livre) – indicador de inflação “queridinho” do Fed – desacelerou de 0,4% em setembro para 0% em outubro. O resultado também ficou abaixo das projeções de mercado (0,1%). Nos preços ao produtor, a queda foi ainda maior. Houve deflação 0,5% em outubro contra alta de 0,4% em setembro.

Publicidade

A deflação no produtor tende a ter efeito de menor alta dos preços no varejo.  É claro que as condições de repasse entre indústria e comércio depende das condições futuras de demanda do consumidor final. No entanto, algum efeito de baixa deve ocorrer, contribuindo para a continuidade do arrefecimento inflacionário.

Com a inflação e as expectativas inflacionárias mais controladas nos EUA, os yields (rendimentos) dos títulos públicos caíram para vários vencimentos em novembro. A taxa de dez anos recuou fortemente no mês, conforme gráfico abaixo.

(Fonte: tesouro EUA)

A queda dos juros futuros combinado com um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre de 2023 acima do esperado (5,2% ao ano contra 4,9% ao ano) puxaram a bolsa nos EUA em novembro.

(Fonte: Bloomberg)

É claro que o otimismo com a bolsa americana teve reflexos no Brasil. Primeiro, houve uma melhora no humor dos investidores quanto à percepção de risco global. Segundo, com os juros futuros cedendo nos EUA, há uma redução no prêmio na renda fixa americana, contribuindo para uma  menor pressão sobre os juros brasileiros, uma menor pressão sobre o dólar (apreciação do real) e um aumento do apetite para investimentos em economias emergentes, como o Brasil.

Ibovespa

Além da melhora externa, os indicadores de inflação e de mercado de trabalho por aqui têm contribuído para a melhora de humor dos mercados no Brasil. A inflação de novembro medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15, uma prévia da inflação oficial do País) ficou em 0,33%, próximo ao consenso de mercado (0,30%), e a taxa de desemprego recuou de 7,7% em setembro para 7,6% em outubro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O cenário poderia ser melhor caso não existissem as incertezas do lado fiscal. As previsões de resultado primário para 2023 e 2024 não são nada animadoras. Para este ano, a equipe econômica do governo projeta um déficit de R$ 177 bilhões de reais. Para 2024, as previsões do mercado giram na casa de um déficit de R$ 90 bilhões.

Apesar dos bons indicadores de inflação e de mercado de trabalho, uma piora nas contas públicas poderá acabar com a festa na medida em que pressiona as taxas de juros e cria um ambiente de incerteza desfavorável para investimentos.

Publicidade

Por ora, vamos surfar na onda americana.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • bolsa
  • Brasil
  • EUA
  • Federal Reserve
  • Ibovespa
  • Inflação
  • Investimentos
  • Juros

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ele comprou uma empresa quase falida de Warren Buffett por US$ 1 mil e a transformou em uma gigante de US$ 98 bi

  • 2

    A revolta dos bilionários da Califórnia contra um imposto anual de 1%

  • 3

    Ibovespa hoje abre mês em alta apesar da cautela internacional com paralisação dos EUA; ouro e Focus ficam no radar

  • 4

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

  • 5

    Volta às aulas mais cara: como ensinar educação financeira às crianças e proteger o bolso da família

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marco Saravalle em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Imagem principal sobre o Veja se você pode antecipar o saque-aniversário do FGTS mesmo com dívidas na Caixa
Logo E-Investidor
Veja se você pode antecipar o saque-aniversário do FGTS mesmo com dívidas na Caixa
Imagem principal sobre o FGTS: é possível antecipar o saque-aniversário com dívidas na Caixa?
Logo E-Investidor
FGTS: é possível antecipar o saque-aniversário com dívidas na Caixa?
Imagem principal sobre o 4 dicas para planejar a própria aposentadoria para os 50 anos
Logo E-Investidor
4 dicas para planejar a própria aposentadoria para os 50 anos
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: passo a passo para contratar o empréstimo de antecipação
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: passo a passo para contratar o empréstimo de antecipação
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: qual valor será liberado na segunda etapa?
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: qual valor será liberado na segunda etapa?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quais capitais foram integradas no programa?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quais capitais foram integradas no programa?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como consultar a situação do benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como consultar a situação do benefício em 2026?
Últimas: Colunas
Preço-teto: o antídoto contra decisões emocionais no mercado de ações
Marco Saravalle
Preço-teto: o antídoto contra decisões emocionais no mercado de ações

Ferramenta ajuda a separar preço de valor e impõe disciplina ao investimento em ações focadas em renda

02/02/2026 | 14h11 | Por Marco Saravalle
2026 é o ano decisivo para organizar herança e proteger patrimônio
Samir Choaib
2026 é o ano decisivo para organizar herança e proteger patrimônio

As mudanças no ITCMD que entram em vigor a partir de 2027 tornam o planejamento sucessório mais complexo e quem deixar para depois pode pagar mais

31/01/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib
Stablecoins, o trilho financeiro do futuro (ou do presente)
Fabricio Tota
Stablecoins, o trilho financeiro do futuro (ou do presente)

Por que stablecoins deixaram de ser um produto de nicho do mercado cripto e passaram a funcionar como infraestrutura global de pagamentos, liquidez e política monetária digital

30/01/2026 | 19h54 | Por Fabricio Tota
OPINIÃO. Salário mínimo sobe, produtividade não
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Salário mínimo sobe, produtividade não

Reajuste eleva o piso para R$ 1.621, mas expõe o descompasso entre aumento por decreto e custo crescente para empresas e Estado

29/01/2026 | 16h00 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador