• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

O que poderia animar ainda mais a B3, em dias de incertezas internas e no exterior?

Queda na popularidade de Lula, tarifas de Trump e estagflação nos EUA já provocaram mau humor no mercado, que agora tenta se recuperar

Por Marco Saravalle

17/03/2025 | 17:31 Atualização: 17/03/2025 | 18:16

Receba esta Coluna no seu e-mail
Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)

A alta ensaiada da B3, bolsa de valores brasileira, no início do ano foi freada pelo desempenho de fevereiro. No mês passado, a bolsa caiu 2,64% e o dólar voltou a rondar a casa dos R$ 5,90. Os números mostram que o pessimismo voltou mas algo pode estar animando os mercados.

Leia mais:
  • B3 (B3SA3): a economia inesperada de R$ 5,77 bilhões que fez ação subir 10,48% hoje
  • PagBank vê Ibovespa em 130 mil pontos nessa semana; veja 5 ações para aproveitar a alta
  • IR 2025: Super-ricos se preparam para 1ª declaração com nova taxação de lucros em paraíso fiscal
Cotações
11/04/2026 20h12 (delay 15min)
Câmbio
11/04/2026 20h12 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O mau humor do mercado tem razões internas e externas. No Brasil, ganha cada vez mais força a ideia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai para o tudo ou nada para ganhar as eleições de 2026, o que significa aumentar o gasto público e flexibilizar o crédito, mesmo com a inflação elevada.

A primeira medida já foi tomada, a flexibilização do FGTS, com potencial de liberar R$ 12 bilhões para estimular o consumo. Possivelmente, mais medidas expansionistas virão. No radar, temos a possiblidade de os bancos estatais flexibilizarem o crédito, a Petrobras (PETR3; PETR4) retomar sua política de investimentos para contribuir com o Produto Interno Bruto (PIB), e o Congresso aprovar a isenção do IR para pessoas que ganham até R$5 mil.

Publicidade

Se implementadas, essas medidas podem trazer impactos inflacionários. Com o país no limite da sua capacidade ociosa, qualquer estímulo de crédito ou fiscal poderá acarretar em aumento de preços.

No caso da isenção do Imposto de Renda, a medida também poderá aumentar o déficit primário e o endividamento, na medida em que não é certo que o governo conseguirá compensar a perda de arrecadação com a elevação de tributos nos mais ricos.

Outras fontes de preocupação são as medidas do Congresso para destravar emendas da conta “Restos a Pagar” e os gastos não contabilizados no Orçamento (parafiscais). Se aprovadas, as propostas terão efeitos negativos nas contas públicas e no endividamento do governo.

O pessimismo na Bolsa é tão evidente que o mercado passou a se animar com pesquisas de queda de popularidade do presidente, como temos visto neste início de março. A cada aumento na desaprovação do governo, o dólar cai e a bolsa sobe. O mercado entende que há possiblidade de correção da política econômica a partir de 2027 com o aumento da probabilidade de Lula perder as eleições.

Publicidade

Se o cenário interno anda difícil, o externo também não joga ao nosso favor. Trump confirmou medidas protecionistas contra a China, México e Canadá com potencial de elevar os preços nos EUA no curto prazo, sustentando taxas de juros elevadas. Para o Brasil, significa mais demanda por dólares, pressionando a inflação.

Além da inflação americana, outro ponto de atenção é a forte desaceleração da economia dos EUA. Alguns analistas já começam a trabalhar com a hipótese de estagflação nos EUA, refletindo também em preocupações e quedas nas bolsas americanas.

Se esse cenário se concretizar, para nós seria muito ruim, dado que os EUA são o nosso principal parceiro em termos de investimento direto no país. Já dizia a famosa frase: “Quando os EUA pegam um resfriado, o Brasil pega uma pneumonia”.

Outra preocupação é que o Brasil também pode e deve entrar na mira de Trump, por exemplo com a taxação de alguns produtos, como o aço. Uma guerra comercial com os EUA traz impactos inflacionários e redução na atividade econômica do país.

Publicidade

No Brasil, fica a dúvida do que vai mais influenciar o preço dos ativos: pesquisa indicando que Lula tem menos probabilidade de ser reeleito ou a intensificação da política fiscal expansionista.

Para os seus investimentos, por enquanto, há excelentes oportunidades na renda fixa e no mercado de ações da B3. Entre Brasil e EUA, teria o pé nas duas canoas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • B3
  • Banco Central (BC)
  • Bolsa de valores

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

  • 2

    A última janela para doar bens em vida e reduzir impostos sobre herança em São Paulo

  • 3

    Ibovespa hoje renova recorde aos 197 mil pontos e dólar cai a R$ 5 pela primeira vez em dois anos

  • 4

    Ibovespa renova recorde pela 15ª vez no ano com petróleo em alta

  • 5

    Gestoras de “special sits” avançam no Brasil e entregam retornos de até 40% ao ano

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marco Saravalle em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Logo E-Investidor
Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Imagem principal sobre o O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Logo E-Investidor
O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Imagem principal sobre o 15 doenças que dão direito à aposentadoria
Logo E-Investidor
15 doenças que dão direito à aposentadoria
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Últimas: Colunas
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?
Samir Choaib
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?

O caso envolvendo herdeira das Casas Pernambucanas reacende um ponto ignorado por famílias ricas: quem decide quando você não pode mais decidir?

11/04/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado
Eduardo Mira
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado

Choque geopolítico mexe com petróleo, inflação e juros, enquanto o país se beneficia de commodities e diferencial de taxas — mas segue exposto aos efeitos indiretos da crise

10/04/2026 | 14h50 | Por Eduardo Mira
OPINIÃO. Metade do Brasil trabalha para sustentar os benefícios sociais da outra metade
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Metade do Brasil trabalha para sustentar os benefícios sociais da outra metade

Aumento de gastos públicos voltados à distribuição de dinheiro pode reduzir a capacidade de financiar setores produtivos, impactando a geração de empregos

09/04/2026 | 13h26 | Por Fabrizio Gueratto
Balanço das empresas da B3 em 2025: lucro cresce, mas concentração e eficiência dividem o diagnóstico
Einar Rivero
Balanço das empresas da B3 em 2025: lucro cresce, mas concentração e eficiência dividem o diagnóstico

Resultado das empresas revela um cenário de crescimento relevante, mas com qualidade desigual

08/04/2026 | 13h38 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador