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Petrobras (PETR4): dividendos robustos, previsibilidade e impacto no retorno do investidor

Com dividendos acima da média, estatal mostra como renda passiva pode impulsionar o retorno de uma carteira

Por Marco Saravalle

07/07/2025 | 14:50 Atualização: 07/07/2025 | 14:50

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A Petrobras tem mantido uma política de dividendos agressiva, especialmente após sua reestruturação financeira. (Foto: Adobe Stock)
A Petrobras tem mantido uma política de dividendos agressiva, especialmente após sua reestruturação financeira. (Foto: Adobe Stock)

No universo dos investimentos em renda variável, há quem busque ações com grande potencial de valorização e há quem prefira ativos que ofereçam renda recorrente e menor volatilidade. A Petrobras (PETR3; PETR4), tradicional gigante do setor de petróleo e gás, figura hoje entre as empresas brasileiras que melhor representam essa segunda categoria (ou melhor, consegue unir estas duas categorias).

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De acordo com levantamento realizado pelo time de análise da MSX Invest, tanto PETR3 (ações ordinárias) quanto PETR4 (preferenciais) seguem entre os ativos com os maiores dividend yields (rendimento de dividendo) da Bolsa de Valores. Considerando os proventos pagos nos últimos 12 meses até julho de 2025, o dividend yield foi de 14,09% para a primeira e 14,95% para a segunda. No total, foram distribuídos R$ 5,58 por ação no período.

A importância da consistência

Mais relevante do que o valor nominal pago, é a regularidade com que a Petrobras tem realizado esses repasses. A empresa tem mantido uma política de dividendos agressiva, especialmente após sua reestruturação financeira, amparada por lucros robustos e forte geração de caixa operacional.

Essa consistência se reflete nos números históricos. A média de dividend yield dos últimos 5 anos foi de 24,55% para PETR3 e 26,07% para PETR4 — indicadores que impressionam mesmo em comparação com pares internacionais. Vale lembrar que parte relevante desses pagamentos foi realizada por meio de dividendos (em torno de 70%), o que beneficia o investidor pessoa física, por serem isentos de Imposto de Renda (IR).

Renda passiva como componente de retorno total

Muitos investidores subestimam o impacto dos proventos no desempenho de longo prazo de uma carteira. Ao incluí-los nos cálculos, o retorno total de Petrobras nos últimos 36 meses salta significativamente:

  • PETR3: 140,2% com dividendos (vs. 103,6% sem dividendos);
  • PETR4: 157,8% com dividendos (vs. 102,3% sem dividendos).

Esses números demonstram que a renda passiva gerada pelas ações foi responsável por mais de 25% do retorno total no período, consolidando a importância dessa estratégia especialmente em ciclos de maior incerteza econômica ou volatilidade dos mercados.

Riscos e considerações

Claro, investir em Petrobras exige atenção a alguns riscos. O setor de petróleo é cíclico e a empresa ainda carrega forte influência político-estatal, o que pode impactar decisões estratégicas e políticas de distribuição. Mesmo assim, o atual nível de governança, o foco em retorno sobre o capital investido e a solidez financeira da companhia sustentam a atratividade do papel para investidores que buscam renda e previsibilidade.

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A Petrobras se mantém como um excelente exemplo de como ações de dividendos podem representar um pilar sólido na construção de patrimônio, especialmente para quem adota uma abordagem mais defensiva ou busca renda passiva no longo prazo.

Acompanhamos de perto a política de distribuição da Petrobras (PETR3; PETR4) e seus fundamentos, pois acreditamos que ativos com esse perfil devem seguir compondo de forma estratégica as carteiras de investimento em ações bem diversificadas.

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