• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Os riscos da dependência comercial entre Brasil e China

A relação entre os dois países possui um termômetro específico: a exportação de soja

Por Thiago de Aragão

16/08/2023 | 13:20 Atualização: 16/08/2023 | 13:20

Receba esta Coluna no seu e-mail
Foto: CNA Triluz/ Wenderson Araujo
Foto: CNA Triluz/ Wenderson Araujo

A China é o maior importador de soja do mundo, enquanto o Brasil é o maior exportador global da oleaginosa. Em 2023, os chineses importaram 101,6 milhões de toneladas da commodity, representando 76,2% das exportações brasileiras do produto. O setor sojeiro ajuda a manter a balança comercial brasileira superavitária.

Leia mais:
  • O problema que a bolsa cria para o Partido Comunista Chinês
  • Regra dos EUA pode impactar investimentos na China. E o Brasil com isso?
  • O que esperar da bandeira branca entre EUA e China
Cotações
17/02/2026 16h46 (delay 15min)
Câmbio
17/02/2026 16h46 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A relação entre Brasil e China possui várias facetas e vários ângulos diferentes. Enquanto a relação política varia de intensidade de acordo com o governo do momento no Brasil, a relação econômica e comercial segue crescente em diversas áreas que vão desde o agronegócio à energia, à mineração e a bens manufaturados. No entanto, toda a relação entre Brasil e China possui um termômetro específico que demonstra a solidez do momento que ela vive: a exportação de soja.

A soja brasileira não representa somente o nosso principal produto de exportação, um elemento crítico para a nossa balança comercial, como tornou-se também o termômetro necessário para se medir a condição e o crescimento econômico chinês. Explicando: o farelo de soja alimenta animais que se tornam alimentos para centenas e centenas de milhões de chineses; a variação do crescimento econômico local é refletido na oferta e no preço dos alimentos, e na demanda, consequente, de mais ou menos soja brasileira.

Publicidade

Em 2023, a balança comercial brasileira experimentou um superávit de US$ 88,8 bilhões de dólares, e a exportação do grão foi um dos principais fatores que contribuíram para esse resultado. A soja importada é geralmente processada em farelo para ração animal.

A China importou 62,3 milhões de toneladas de soja nos primeiros sete meses deste ano. Isso representa um aumento de 15% em relação ao ano passado, segundo dados oficiais. Somente em julho, as importações do grão atingiram 9,73 milhões de toneladas. O número está abaixo das 10,27 milhões de toneladas importadas em junho.

Entretanto, o volume é maior do que as 7,88 milhões importadas no mesmo mês de 2022, segundo dados da Administração Geral da Alfândega da China. O valor por tonelada das importações aumentou 1,3% — em relação ao ano anterior, nos primeiros sete meses –, para 4.334,6 yuans (605,39 dólares).

Importante lembrar que a importação de soja brasileira, ao mesmo tempo em que é celebrada, gera preocupações para áreas específicas do Partido Comunista Chinês. Por mais que entendam que o Brasil possui um fluxo de exportação confiável, compreendem também que depender excessivamente de um país pode ser um risco.

Publicidade

Vários estudos promovidos pelo Partido Comunista Chinês ao longo dos últimos cinco anos demonstraram a necessidade de diluir a dependência brasileira por meio de alguma produção local (baixíssima) e uma ampliação na produção no leste africano (complexa por diversos fatores). Por enquanto, a dependência mútua favorece o Brasil — apesar de que em termos gerais, o Brasil é que é excessivamente dependente da China.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Agronegócio
  • Brics (Brasil
  • China
  • China e África do Sul)
  • Commodity
  • Energia
  • Índia
  • Rússia

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Do samba ao pregão: 5 filmes e 1 série sobre mercado financeiro para maratonar no feriado prolongado

  • 2

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 3

    Investidor do Shark Tank que usa IA para tudo diz que a inteligência artificial pode criar o 1º trilionário antes de Elon Musk

  • 4

    Folia sem ficar no vermelho: especialistas ajudam a gastar menos e se planejar para a vida pós carnaval

  • 5

    Do glitter ao hotel: ficou mais caro curtir o carnaval este ano?

Publicidade

Quer ler as Colunas de Thiago de Aragão em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Últimas: Colunas
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares
Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares

Ibovespa despencou 52,09% em dólares em 2020. Mas avançou 185% desde então, rebote vigoroso mas insuficiente para recolocá-lo entre líderes globais

17/02/2026 | 13h28 | Por Einar Rivero
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha
Marco Saravalle
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha

Enquanto o investidor local mantém postura defensiva e privilegia o CDI, o capital estrangeiro entra com força na B3, apostando no fechamento da curva de juros e na compressão dos prêmios de risco no Brasil

16/02/2026 | 11h00 | Por Marco Saravalle
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar
Samir Choaib
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar

O Projeto de Lei Complementar 5/2026 reacende o debate sobre taxar grandes fortunas e evidencia a escolha política de ampliar a arrecadação em vez de controlar despesas públicas

14/02/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?
Eduardo Mira
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?

Com dívida perto de 85% do PIB, déficit nominal ao redor de 8% e juros reais acima de 6%, País enfrenta riscos; entenda

13/02/2026 | 14h36 | Por Eduardo Mira

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador