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Colunista

Como a alta da Selic pode diminuir a taxa dos novos títulos prefixados no mercado

O cenário atual traz uma preocupação com o fiscal do governo e uma expectativa de inflação mais alta

Por Vitor Miziara

17/09/2024 | 9:05 Atualização: 17/09/2024 | 9:05

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(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Muitas pessoas acreditam que a alta da Selic cria oportunidades para investir em títulos prefixados e na maioria das vezes essa afirmação é verdade – afinal o investidor já sabe qual será o retorno ao final do período, independentemente das flutuações do mercado e quanto maior a taxa Selic, melhor o rendimento desses títulos.

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No entanto a realidade hoje pode ser diferente já que, em vez de gerar rendimentos mais altos nos títulos das plataformas, o aumento da Selic pode, na verdade, reduzir a atratividade dos novos títulos.

Leia mais: “Não estou convencido de que subir a Selic é o único cenário possível”, diz Dalton Gardimam

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Os títulos de renda fixa, principalmente os prefixados emitidos pelos bancos, usam como referência para a taxa os contratos de juros futuros negociados em Bolsa. Como o próprio nome já diz, esses contratos representam a expectativa do mercado em relação à taxa de juros ao longo de um determinado prazo. Logo, quando o banco vai emitir um novo título, ele usa essa métrica como referência.

Vamos supor que no mercado o contrato de juros futuros para 2027 negocia a 12% a.a. – isso quer dizer basicamente que o mercado acredita que a taxa de juros média anual do período será de 12% a.a. até o vencimento desse contrato em 2027. Nesse cenário um título emitido por um banco para o prazo de 2027 deveria pagar pelo menos esses 12%, independente de quanto está a taxa Selic no momento, como hoje em 10,5% no caso.

Leia mais: O que dizem as gestoras que “puxaram a fila” da Selic em 12% ao ano e como isso já impacta a renda fixa

Quando essa taxa desse contrato sobe, seja por expectativa de que veremos um aumento de juros ou porque o mercado está estressado em relação à situação atual econômica, como maior inflação ou fiscal pior, os títulos pré-fixados acabam sendo emitidos com taxas maiores. O inverso também é verdadeiro…

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Isso ocorre porque o mercado ajusta os preços dos títulos com base na expectativa de quanto será a taxa de juros no futuro. Porém, nas últimas semanas, vimos um cenário atípico.

O cenário atual traz uma preocupação com o fiscal do governo e também com uma expectativa de inflação mais alta lá na frente. O “stress” nesses títulos fez com que as taxas subissem muito a ponto de não estar precificando apenas uma alta de juros mas sim uma preocupação macro maior.

Leia mais: O que esperar das próximas 3 reuniões do Copom em 2024? Veja as dicas para o investidor se antecipar

Trazendo um caso prático, temos a taxa Selic em 10,5% hoje com expectativa de alta de 3 movimentos que podem levar o juros até 12% a.a. ainda em 2024. Acontece que o contrato que vence em 2027 está valendo quase os mesmos 12% a.a. o que mostra que na prática, e nesse caso por stress, uma parte do mercado acredita que os juros terão que subir bem mais do que 12% para a média desse contrato ser alcançada.

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Deixando de lado sobre até onde podem ir os juros, a verdade é que momentos em que esses contratos estressam são positivos para novas alocações em títulos pré, aproveitando taxas mais altas do momento.

Leia mais: Por que os grandes gestores do mercado dão como certa a nova alta da Selic em setembro?

O que podemos ver após a reunião do Copom?

O que podemos ver essa semana após a reunião do Copom é algo não muito usual e traria um movimento inverso ao esperado.

Como a agência de risco Fitch disse na semana passada: “um aumento de juros traria credibilidade para o governo (BC)”. Nesse caso e na minha opinião, o aumento de juros pode ser positivo na visão do mercado sobre o controle do BC em relação à inflação e também em relação ao fiscal – isso pode tirar parte do prêmio de risco desses contratos.

Logo não seria estranho ver a taxa Selic subindo de 10,5% para 10,75% (consenso) e o contrato de juros futuros para 2027 caindo por exemplo de 12% para 11,5% ou até menos… Convergindo para a mais real expectativa dos próximos movimentos de juros.

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Para quem investe em renda fixa é muito melhor um contrato de juros futuros com taxas altas do que mais baixas, e é isso que pode acontecer. Podemos ver a taxa de juros subindo, o contrato de juros futuro caindo e, por consequência, emissão com taxas menores para títulos prefixados.

Lá no meu grupo do whatsapp chamei a atenção para aproveitar esse tipo de alocação quando a taxa ultrapassou por poucos dias o valor de 12% pois parecia pouco improvável que eventualmente a taxa Selic voltaria a esse patamar ou mais, e que perduraria por muito tempo para termos uma média de investimento de hoje até 2027 em 12% a.a.

Leia mais: Barsi estava certo? Grupo de ações rende mais do que o CDI em 10 anos

Esse é um cenário importante para o investidor de renda fixa que está de olho no médio e longo prazo pois há oportunidade em estar bem alocado em títulos prefixados em relação à taxa Selic, como parece ser o movimento atual.

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