• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Como a alta da Selic pode diminuir a taxa dos novos títulos prefixados no mercado

O cenário atual traz uma preocupação com o fiscal do governo e uma expectativa de inflação mais alta

Por Vitor Miziara

17/09/2024 | 9:05 Atualização: 17/09/2024 | 9:05

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Muitas pessoas acreditam que a alta da Selic cria oportunidades para investir em títulos prefixados e na maioria das vezes essa afirmação é verdade – afinal o investidor já sabe qual será o retorno ao final do período, independentemente das flutuações do mercado e quanto maior a taxa Selic, melhor o rendimento desses títulos.

Leia mais:
  • E se eu dissesse que o Ibovespa pode cair 40% nos próximos dias?
  • OPINIÃO: Ibovespa na máxima histórica, mas cheio de notícias ruins. E agora?
  • A próxima crise pode vir do Japão e acabar com a liquidez global
Cotações
05/05/2026 19h46 (delay 15min)
Câmbio
05/05/2026 19h46 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No entanto a realidade hoje pode ser diferente já que, em vez de gerar rendimentos mais altos nos títulos das plataformas, o aumento da Selic pode, na verdade, reduzir a atratividade dos novos títulos.

Leia mais: “Não estou convencido de que subir a Selic é o único cenário possível”, diz Dalton Gardimam

Publicidade

Os títulos de renda fixa, principalmente os prefixados emitidos pelos bancos, usam como referência para a taxa os contratos de juros futuros negociados em Bolsa. Como o próprio nome já diz, esses contratos representam a expectativa do mercado em relação à taxa de juros ao longo de um determinado prazo. Logo, quando o banco vai emitir um novo título, ele usa essa métrica como referência.

Vamos supor que no mercado o contrato de juros futuros para 2027 negocia a 12% a.a. – isso quer dizer basicamente que o mercado acredita que a taxa de juros média anual do período será de 12% a.a. até o vencimento desse contrato em 2027. Nesse cenário um título emitido por um banco para o prazo de 2027 deveria pagar pelo menos esses 12%, independente de quanto está a taxa Selic no momento, como hoje em 10,5% no caso.

Leia mais: O que dizem as gestoras que “puxaram a fila” da Selic em 12% ao ano e como isso já impacta a renda fixa

Quando essa taxa desse contrato sobe, seja por expectativa de que veremos um aumento de juros ou porque o mercado está estressado em relação à situação atual econômica, como maior inflação ou fiscal pior, os títulos pré-fixados acabam sendo emitidos com taxas maiores. O inverso também é verdadeiro…

Publicidade

Isso ocorre porque o mercado ajusta os preços dos títulos com base na expectativa de quanto será a taxa de juros no futuro. Porém, nas últimas semanas, vimos um cenário atípico.

O cenário atual traz uma preocupação com o fiscal do governo e também com uma expectativa de inflação mais alta lá na frente. O “stress” nesses títulos fez com que as taxas subissem muito a ponto de não estar precificando apenas uma alta de juros mas sim uma preocupação macro maior.

Leia mais: O que esperar das próximas 3 reuniões do Copom em 2024? Veja as dicas para o investidor se antecipar

Trazendo um caso prático, temos a taxa Selic em 10,5% hoje com expectativa de alta de 3 movimentos que podem levar o juros até 12% a.a. ainda em 2024. Acontece que o contrato que vence em 2027 está valendo quase os mesmos 12% a.a. o que mostra que na prática, e nesse caso por stress, uma parte do mercado acredita que os juros terão que subir bem mais do que 12% para a média desse contrato ser alcançada.

Publicidade

Deixando de lado sobre até onde podem ir os juros, a verdade é que momentos em que esses contratos estressam são positivos para novas alocações em títulos pré, aproveitando taxas mais altas do momento.

Leia mais: Por que os grandes gestores do mercado dão como certa a nova alta da Selic em setembro?

O que podemos ver após a reunião do Copom?

O que podemos ver essa semana após a reunião do Copom é algo não muito usual e traria um movimento inverso ao esperado.

Como a agência de risco Fitch disse na semana passada: “um aumento de juros traria credibilidade para o governo (BC)”. Nesse caso e na minha opinião, o aumento de juros pode ser positivo na visão do mercado sobre o controle do BC em relação à inflação e também em relação ao fiscal – isso pode tirar parte do prêmio de risco desses contratos.

Logo não seria estranho ver a taxa Selic subindo de 10,5% para 10,75% (consenso) e o contrato de juros futuros para 2027 caindo por exemplo de 12% para 11,5% ou até menos… Convergindo para a mais real expectativa dos próximos movimentos de juros.

Publicidade

Para quem investe em renda fixa é muito melhor um contrato de juros futuros com taxas altas do que mais baixas, e é isso que pode acontecer. Podemos ver a taxa de juros subindo, o contrato de juros futuro caindo e, por consequência, emissão com taxas menores para títulos prefixados.

Lá no meu grupo do whatsapp chamei a atenção para aproveitar esse tipo de alocação quando a taxa ultrapassou por poucos dias o valor de 12% pois parecia pouco improvável que eventualmente a taxa Selic voltaria a esse patamar ou mais, e que perduraria por muito tempo para termos uma média de investimento de hoje até 2027 em 12% a.a.

Leia mais: Barsi estava certo? Grupo de ações rende mais do que o CDI em 10 anos

Esse é um cenário importante para o investidor de renda fixa que está de olho no médio e longo prazo pois há oportunidade em estar bem alocado em títulos prefixados em relação à taxa Selic, como parece ser o movimento atual.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Copom
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa
  • Taxa de juros
  • Taxa Selic
  • Títulos prefixados

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

  • 2

    Ações recomendadas para maio reposicionam apostas na Bolsa; veja as escolhas de bancos e corretoras

  • 3

    Viu RMC no extrato do INSS? Entenda o risco do consignado que pode prender aposentados a uma dívida infinita

  • 4

    Reforma Tributária: ativos isentos devem perder atratividade para a alta renda

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta com dólar a R$ 4,91, petróleo em forte queda e impacto de balanços

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Logo E-Investidor
Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Imagem principal sobre o 3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Logo E-Investidor
3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Imagem principal sobre o Starlink residencial: saiba qual plano de internet oferece dados ilimitados aos moradores
Logo E-Investidor
Starlink residencial: saiba qual plano de internet oferece dados ilimitados aos moradores
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Imagem principal sobre o Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Logo E-Investidor
Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Últimas: Colunas
A estratégia mais subestimada do mundo dos investimentos
Luciana Seabra
A estratégia mais subestimada do mundo dos investimentos

Rebalanceamento de carteira impõe disciplina, evita indicações desordenadas e ainda serve de proteção em cenários de volatilidade, como o atual

05/05/2026 | 14h59 | Por Luciana Seabra
Jornada 6×1, NR-01 e IA: o que estamos fazendo com o trabalho?
Ana Paula Hornos
Jornada 6×1, NR-01 e IA: o que estamos fazendo com o trabalho?

Entre IA, regulação e jornadas longas, o desafio é como o trabalho gera (ou destrói) valor

02/05/2026 | 08h00 | Por Ana Paula Hornos
O ano já está (quase) na metade. E agora?
Carol Paiffer
O ano já está (quase) na metade. E agora?

Com o ano avançando rapidamente, empresas ainda operam como se estivessem no início — e podem pagar caro por isso

01/05/2026 | 07h30 | Por Carol Paiffer
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos
Fabrizio Gueratto
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos

O avanço dos FIDCs para R$ 800 bilhões marca o fim do amadorismo e exige tecnologia para enfrentar a alta inadimplência

30/04/2026 | 14h34 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador