• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Como a alta da Selic pode diminuir a taxa dos novos títulos prefixados no mercado

O cenário atual traz uma preocupação com o fiscal do governo e uma expectativa de inflação mais alta

Por Vitor Miziara

17/09/2024 | 9:05 Atualização: 17/09/2024 | 9:05

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Muitas pessoas acreditam que a alta da Selic cria oportunidades para investir em títulos prefixados e na maioria das vezes essa afirmação é verdade – afinal o investidor já sabe qual será o retorno ao final do período, independentemente das flutuações do mercado e quanto maior a taxa Selic, melhor o rendimento desses títulos.

Leia mais:
  • E se eu dissesse que o Ibovespa pode cair 40% nos próximos dias?
  • OPINIÃO: Ibovespa na máxima histórica, mas cheio de notícias ruins. E agora?
  • A próxima crise pode vir do Japão e acabar com a liquidez global
Cotações
01/03/2026 11h35 (delay 15min)
Câmbio
01/03/2026 11h35 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No entanto a realidade hoje pode ser diferente já que, em vez de gerar rendimentos mais altos nos títulos das plataformas, o aumento da Selic pode, na verdade, reduzir a atratividade dos novos títulos.

Leia mais: “Não estou convencido de que subir a Selic é o único cenário possível”, diz Dalton Gardimam

Publicidade

Os títulos de renda fixa, principalmente os prefixados emitidos pelos bancos, usam como referência para a taxa os contratos de juros futuros negociados em Bolsa. Como o próprio nome já diz, esses contratos representam a expectativa do mercado em relação à taxa de juros ao longo de um determinado prazo. Logo, quando o banco vai emitir um novo título, ele usa essa métrica como referência.

Vamos supor que no mercado o contrato de juros futuros para 2027 negocia a 12% a.a. – isso quer dizer basicamente que o mercado acredita que a taxa de juros média anual do período será de 12% a.a. até o vencimento desse contrato em 2027. Nesse cenário um título emitido por um banco para o prazo de 2027 deveria pagar pelo menos esses 12%, independente de quanto está a taxa Selic no momento, como hoje em 10,5% no caso.

Leia mais: O que dizem as gestoras que “puxaram a fila” da Selic em 12% ao ano e como isso já impacta a renda fixa

Quando essa taxa desse contrato sobe, seja por expectativa de que veremos um aumento de juros ou porque o mercado está estressado em relação à situação atual econômica, como maior inflação ou fiscal pior, os títulos pré-fixados acabam sendo emitidos com taxas maiores. O inverso também é verdadeiro…

Publicidade

Isso ocorre porque o mercado ajusta os preços dos títulos com base na expectativa de quanto será a taxa de juros no futuro. Porém, nas últimas semanas, vimos um cenário atípico.

O cenário atual traz uma preocupação com o fiscal do governo e também com uma expectativa de inflação mais alta lá na frente. O “stress” nesses títulos fez com que as taxas subissem muito a ponto de não estar precificando apenas uma alta de juros mas sim uma preocupação macro maior.

Leia mais: O que esperar das próximas 3 reuniões do Copom em 2024? Veja as dicas para o investidor se antecipar

Trazendo um caso prático, temos a taxa Selic em 10,5% hoje com expectativa de alta de 3 movimentos que podem levar o juros até 12% a.a. ainda em 2024. Acontece que o contrato que vence em 2027 está valendo quase os mesmos 12% a.a. o que mostra que na prática, e nesse caso por stress, uma parte do mercado acredita que os juros terão que subir bem mais do que 12% para a média desse contrato ser alcançada.

Publicidade

Deixando de lado sobre até onde podem ir os juros, a verdade é que momentos em que esses contratos estressam são positivos para novas alocações em títulos pré, aproveitando taxas mais altas do momento.

Leia mais: Por que os grandes gestores do mercado dão como certa a nova alta da Selic em setembro?

O que podemos ver após a reunião do Copom?

O que podemos ver essa semana após a reunião do Copom é algo não muito usual e traria um movimento inverso ao esperado.

Como a agência de risco Fitch disse na semana passada: “um aumento de juros traria credibilidade para o governo (BC)”. Nesse caso e na minha opinião, o aumento de juros pode ser positivo na visão do mercado sobre o controle do BC em relação à inflação e também em relação ao fiscal – isso pode tirar parte do prêmio de risco desses contratos.

Logo não seria estranho ver a taxa Selic subindo de 10,5% para 10,75% (consenso) e o contrato de juros futuros para 2027 caindo por exemplo de 12% para 11,5% ou até menos… Convergindo para a mais real expectativa dos próximos movimentos de juros.

Publicidade

Para quem investe em renda fixa é muito melhor um contrato de juros futuros com taxas altas do que mais baixas, e é isso que pode acontecer. Podemos ver a taxa de juros subindo, o contrato de juros futuro caindo e, por consequência, emissão com taxas menores para títulos prefixados.

Lá no meu grupo do whatsapp chamei a atenção para aproveitar esse tipo de alocação quando a taxa ultrapassou por poucos dias o valor de 12% pois parecia pouco improvável que eventualmente a taxa Selic voltaria a esse patamar ou mais, e que perduraria por muito tempo para termos uma média de investimento de hoje até 2027 em 12% a.a.

Leia mais: Barsi estava certo? Grupo de ações rende mais do que o CDI em 10 anos

Esse é um cenário importante para o investidor de renda fixa que está de olho no médio e longo prazo pois há oportunidade em estar bem alocado em títulos prefixados em relação à taxa Selic, como parece ser o movimento atual.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Copom
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa
  • Taxa de juros
  • Taxa Selic
  • Títulos prefixados

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

  • 2

    Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo

  • 3

    Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

  • 4

    IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?

  • 5

    Pix em 2026: aproximação, pagamentos automáticos e novas regras moldam o futuro do sistema

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Imagem principal sobre o Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Logo E-Investidor
Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Últimas: Colunas
A reforma tributária agora vai muito além do universo empresarial tradicional
Samir Choaib
A reforma tributária agora vai muito além do universo empresarial tradicional

Sob o discurso da simplificação, nova lógica amplia o alcance da tributação sobre atividades econômicas e pressiona o modelo associativo a se reorganizar

28/02/2026 | 07h30 | Por Samir Choaib
Bitcoin no divã: por que o rótulo de “ouro digital” pode aprisionar a tese e limitar investimentos
Fabrício Tota
Bitcoin no divã: por que o rótulo de “ouro digital” pode aprisionar a tese e limitar investimentos

Após forte alta e correção recente, o Bitcoin volta a levantar dúvidas no mercado sobre seu papel como reserva de valor

27/02/2026 | 14h59 | Por Fabrício Tota
Do hype aos novos preços na bolsa: como a IA está mudando o jogo das empresas de software
William Castro
Do hype aos novos preços na bolsa: como a IA está mudando o jogo das empresas de software

Nova onda de inteligência artificial domina as atenções em Wall Street e reacende o debate sobre o futuro das empresas de SaaS

26/02/2026 | 17h04 | Por William Castro, estrategista-chefe da Avenue. Colaboração, Tito Ávila, Sócio Fundador da LIS Capital
Guardem dinheiro: um pai sustenta 5 filhos, mas 5 filhos não sustentam um pai
Fabrizio Gueratto
Guardem dinheiro: um pai sustenta 5 filhos, mas 5 filhos não sustentam um pai

Brasil envelhece rápido e terá menos contribuintes; sem poupança própria, depender da Previdência ou dos filhos será cada vez mais incerto

26/02/2026 | 14h27 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador