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O FGC protege mesmo? Entenda se vale comprar títulos arriscados sabendo que existe a proteção

Hoje, o FGC garante para todos investidores um “reembolso” de até R$250 mil por CPF por instituição financeira

Por Vitor Miziara

10/12/2024 | 8:28 Atualização: 10/12/2024 | 8:28

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O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) foi criado em 1995 para trazer estabilidade e segurança ao sistema financeiro. (Foto: M.Dörr & M.Frommherz em Adobe Stock)
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) foi criado em 1995 para trazer estabilidade e segurança ao sistema financeiro. (Foto: M.Dörr & M.Frommherz em Adobe Stock)

Nas últimas semanas algumas reportagens trouxeram como destaques a rentabilidade que alguns CDBs do Banco Master estava pagando e isso levantou dúvidas sobre a saúde financeira do banco. A “conta” é simples, você só paga mais para um investidor se estiver precisando muito do dinheiro. Será? O  assunto Master ficará para outro dia, mas a questão aqui é se vale investir ou não em títulos de bancos que podem não estar tão saudáveis apostando que, em caso de uma eventual crise, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) pagará o montante principal + a rentabilidade.

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Antes vamos relembrar o que é o FGC e já começando pela afirmação de que ele não é uma instituição pública que visa proteger os inocentes investidores, mas sim uma instituição privada, criada e organizada pelos maiores bancos para trazer estabilidade, garantia e segurança ao mercado, inclusive cobrindo perdas de bancos menores.

O Fundo Garantidor de Crédito foi criado em 1995 para trazer estabilidade e segurança ao sistema financeiro. Aqui vale lembrar que um banco empresta para o outro, que empresta para o outro e que, no fim, empresta para outro. Em casos de  insolvência do emissor, há o risco de um efeito dominó. Para quem viveu o começo do Plano Real lembra da preocupação com a nova moeda, com as instituições e consequentemente, um efeito dominó caso um banco viesse a quebrar. Ou seja, o fundo foi criado para proteger as próprias instituições financeiras, mas também aos investidores.

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É obvio que ninguém em sã consciência resolve criar um fundo e investir dinheiro para garantir aos investidores uma segurança em caso de quebra de um outro banco. Acontece que o valor que essas instituições começaram a depositar no fundo ficou muito, muito grande em relação aos valores que saiam quando alguma instituição quebrasse e por isso começou a ser cada vez mais fácil garantir uma segurança maior no sistema.

Hoje o FGC garante para todos investidores um “reembolso” de até R$250 mil por CPF por instituição financeira. Ou seja, você pode ter R$ 250 mil no Banco do Zezinho e outros R$ 250 mil no Banco da Mãe Joana e se os dois quebrarem você receberá esses valores de volta pelo FGC. Se você tiver R$ 251 mil em um deles, o máximo é sempre R$ 250 mil.

Bônus: esse valor de R$ 250 mil considera o valor do seu título, quanto está valendo aquele produto no dia que quebrou e não quanto você colocou então entenda que podemos afirmar que “o FGC cobre o valor de até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira mesmo se tiver rendimento nesse valor”. Em termos práticos, vamos supor que você investiu R$ 100 mil no Banco do Zezinho em um CDB e ele foi rendendo, rendendo e ai PAH, quebrou e seu CDB já valia R$ 220mil. Pode comemorar, você vai receber o valor total de R$220 mil.

Por conta desse fato de incluir o rendimento na conta do “até R$ 250mil” muitos investidores estão investindo em CDBs de bancos menores ou de piores situações econômicas, mas que pagam taxas altíssimas, torcendo para que se for quebrar, que demore o máximo para que o título renda bastante. E lógico, sem passar os R$ 250 mil por CFP.

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Alerta: é necessário prestar atenção ao conceito de conglomerado: são instituições que fazem parte do mesmo grupo financeiro. Dessa forma, se uma pessoa tiver R$ 150 mil investidos em um CDB do banco X por meio de uma corretora e outros R$ 200 mil em CDBs do mesmo grupo financeiro do banco X, porém comprados por meio de outra corretora, só terá direito a receber R$ 250 mil do FGC se houver uma quebra.

Parece bom demais pra ser verdade e é! Os únicos pontos de atenção que o investidor tem que ter é que além de não poder passar os R$ 250mil e avaliar se instituições fazem parte de um mesmo grupo, há um limite de R$ 1 milhão a cada 4 anos. Se “gastou” R$ 250 mil ela ficará com um “possível reembolso” de R$ 750 mil até que passe 4 anos do primeiro reembolso.

“Ahhhhh mas e se demorar anos para receber” – não há um prazo especifico para o pagamento mas com média no histórico esse prazo está beirando 3 meses no máximo.

Hoje, o FGC tem mais do que R$ 130 bilhões à espera do próximo caso ou do mercado inteiro quebrar… e daria para pagar. Alguns estudos mostram que o FGC ficou tão grande que esse valor equivale a 2x o valor que teriam que reembolsar em caso de quebra de todos os bancos de segunda linha.

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Indo na contramão de alguns analistas que preferem não se expor em ativos mais arriscados mesmo com a proteção do FGC, eu acho que com prudência e fazendo conta a matemática do FGC + rentabilidade pode valer muito a pena.

Vou fazer um vídeo sobre esse assunto e trazer mais dados no meu novo canal do Youtube – Descomplica, Invista! Fica aqui o convite e link para participar!

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