• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Essa pode ser sua última chance de ter 1% ao mês na renda fixa

Poucos investidores se atentam ao que o mercado sinaliza todo dia em relação à taxa de juros para o governo

Por Vitor Miziara

25/06/2024 | 15:00 Atualização: 25/06/2024 | 15:00

Receba esta Coluna no seu e-mail
Renda fixa (Foto: AdobeStock)
Renda fixa (Foto: AdobeStock)

A maioria dos investidores não entende a relação de stress e rendimento em renda fixa ou ações.

Leia mais:
  • Brasil tem cenário ruim à frente, mas ninguém tem coragem de falar isso
  • A mudança na interpretação de indicadores econômicos pelo mercado
  • Onde investir para proteger o patrimônio se o conflito Irã-Israel aumentar?
Cotações
26/05/2026 4h13 (delay 15min)
Câmbio
26/05/2026 4h13 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No mercado de ações, o básico deveria compreender que quanto mais cai, menor o risco dado e que o retorno esperado dos papéis aumenta considerando o valor das empresas (não preço) mais dividendos (lucros). Mas esse assunto eu prefiro deixar para a próxima coluna.

Hoje meu foco é falar sobre a renda fixa e o tão sonhado 1% ao mês que o investidor (rentista) brasileiro está acostumado e almeja na sua carteira de investimentos.

Publicidade

Voltando ao assunto de stress = rendimento, essa é uma frase que também deveria ser óbvia e usada como base e timing na hora de comprar ativos de renda fixa mas poucos investidores se atentam ao que o mercado sinaliza todo dia em relação à taxa de juros para o governo.

Minha oratória é melhor que a escrita e por isso vou fazer uma live aberta exclusivamente para os membros do grupo do whatsapp para explicar e mostrar com dados o motivo de se aproveitar da renda fixa AGORA! Já aproveito e deixo o convite para todos entrarem no grupo (clique aqui).

Nosso governo é deficitário. Isso quer dizer que ano após ano ele gasta mais do que arrecada, ou seja, precisa pegar dinheiro emprestado no mercado. Quem financia o governo são os investidores, bancos e pessoas físicas que compram os famosos títulos públicos que nada mais é do que um titulo de dívida do governo.

Quando o governo vai ao mercado vender esses títulos, é feito um leilão e aquele que pedir por menores juros e garantir mais volume, leva a maior parte. É assim que o mercado “indica” ao governo se ele está indo na direção certa, ou não, em relação às contas públicas.

Publicidade

Se o mercado pede por taxas mais altas, é uma sinalização de que o governo agora é um pior credor, seja pela situação atual, seja pela situação futura esperada caso não haja mudanças estruturais, principalmente nos gastos.

Se as taxas saem baixas, ponto para o governo que pagará menos juros sobre as próprias dívidas e isso quer dizer que o mercado está de mãos dadas com o governo.

O que aconteceu nos últimos dias é que o mercado sinalizou, através dos lances para emprestar dinheiro ao governo, que não adianta baixar a taxa de juros porque o mercado espera juros mais altos, em linha com o maior risco do governo de pagar suas dívidas já que a situação fiscal para o ano de 2025 e 2026 já começa virar preocupação.

Na semana passada a agência de risco Fitch fez comentários sobre a situação atual após ter aumentado a nota do País em julho de 2023. Entre os comentários um deles era “não esperávamos uma deterioração fiscal tão rápida”. Logo, piores expectativas, mais juros.

Publicidade

Acontece que esse stress é visto e precificado todo dia no mercado nos famosos “contratos de juros futuros” que são basicamente contratos de juros negociados com vencimentos lá na frente como 2026, 2027, entre  outros. Se a média desses contratos sobe, quer dizer que o mercado acredita que o governo terá que pagar cada vez mais juros para continuar se endividando.

Agora que ficou claro, vem o que importa de fato para o investidor.

Bancos e empresas que emitem títulos de dívida usam esses contratos como referência na hora de decidir quanto pagar para o investidor. Ou seja, quanto mais esses juros sobem e se estressam por sinalizações ao governo de que a situação está piorando, mais interessante é para aquele investidor que quer aportar em renda fixa já que os títulos que começam a aparecer na plataforma tem que pagar taxas mais altas.

Enquanto temos a taxa Selic em 10,5% hoje, há contratos de juros futuros “indicando” juros perto de 12% para o ano de 2027 (3 anos). Logo, é de se esperar (e eu confirmei) que títulos de renda fixa na plataforma deveriam pagar taxas parecidas com 12% ao ano para o investidor, mesmo com a Selic em 10,5%.

Publicidade

Quando converso sobre alocação com muitos de vocês, sempre aconselho a olhar o mercado antes de tomar uma decisão e comparar para ver se os bancos e empresas ajustaram as taxas ofertadas à realidade que vemos no dia a dia na Bolsa.

porque todas as sinalizações foram dadas ao governo, incluindo até um puxão de orelha da Fitch. Daqui para frente, se o governo sinalizar corte de gastos ou a economia começar a desandar, é natural esperar uma inflação mais baixa por falta de atividade econômica e consequentemente uma queda na taxa de juros.

Na melhora da economia por talvez um melhor equilíbrio nas contas fiscais pode também derrubar a taxa de juros já que o mercado pode pedir por menos prêmio ao governo na hora de emprestar dinheiro.

Essa semana é fim de mês, de trimestre, de semestre… É uma boa hora para rever seus investimentos, não?

Publicidade

Aproveita, entra no grupo ou me siga no Instagram @vmiziara que vou trazer uma live para bater papo sobre cenário e alocação, aberta a todos, sem custo e com insights bem legais como esse. Fica o convite!

Um abraço

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • dinheiro
  • Dívida
  • Governo
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa
  • Rentabilidade
  • Taxa de juros
  • Taxa Selic
  • Títulos de dívida

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo

  • 2

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 3

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 4

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 5

    De Warren Buffett a Walt Disney, essas 5 lendas do mercado tiveram o mesmo emprego na adolescência

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Imagem principal sobre o Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Logo E-Investidor
Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Últimas: Colunas
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom
Marco Saravalle
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom

Mesmo após o corte da Selic para 14,50%, juros longos dispararam, fluxo estrangeiro perdeu força e o mercado passou a exigir prêmio maior para carregar risco brasileiro

25/05/2026 | 14h37 | Por Marco Saravalle
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda
Samir Choaib
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda

Entenda as regras que continuam confundindo e assustando investidores brasileiros em 2026

24/05/2026 | 07h00 | Por Samir Choaib
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás
Fabrício Tota
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás

O Brasil pode liderar a nova infraestrutura financeira, mas corre o risco de expulsar usuários e empresas se exagerar na regulação das stablecoins

22/05/2026 | 17h44 | Por Fabrício Tota
Pais, não pressionem seus filhos para terem casa própria antes dos 30 anos
Fabrizio Gueratto
Pais, não pressionem seus filhos para terem casa própria antes dos 30 anos

O erro não está em comprar imóvel, mas em transformar essa compra na primeira grande meta da vida adulta

21/05/2026 | 17h18 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador