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Comportamento

Quer morar fora do Brasil? Confira 7 dicas sobre dinheiro, visto e segurança

Quase 70% dos brasileiros entre 16 e 35 anos desejam sair do Brasil ainda em 2024. Veja como se planejar

Foto para bio Camila Lutfi
Por Camila Lutfi

23/11/2024 | 3:00 Atualização: 22/11/2024 | 20:53

Documentação, seguro, dinheiro e outros fatores são importantes para quem planeja morar fora do País. (Imagem: Nina L/peopleimages.com em Adobe Stock)
Documentação, seguro, dinheiro e outros fatores são importantes para quem planeja morar fora do País. (Imagem: Nina L/peopleimages.com em Adobe Stock)

Morar fora é um desejo cada vez mais comum entre os brasileiros. Um levantamento exclusivo feito em abril pela RealTime Big Data ao blog De Dados em Dados, do Estadão, mostrou que 67% dos brasileiros entre 16 e 35 anos sairiam do País caso pudessem. Segundo a pesquisa, que ouviu 1 mil pessoas entre 16 e 35 anos, em 117 cidades de todo o Brasil, 18% admitiram estar decididos a buscar alternativas no exterior ainda em 2024.

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Além disso, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) revelou, em outro estudo, que cerca de 4,5 milhões de brasileiros viviam no exterior em 2022.

Estruturar um bom planejamento é o primeiro passo para alcançar esse objetivo. Afinal, morar em outro país envolve gastos além da moradia e passagens, e significa ter de lidar com uma nova tabela de impostos, emissão de documentos e com uma economia que não se conhece tão bem.

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Ainda que existam diversas motivações pessoais, profissionais e sociais para mudar de país, a cofundadora da Vitae Group Insurance, Julia Queiroz Primo, explica que morar no exterior demanda organização e planejamento detalhados, pois cada destino tem suas particularidades, bem como os viajantes têm necessidades próprias.

Com o intuito de contribuir nesse processo, a especialista separou sete dicas essenciais para quem deseja morar fora do Brasil.

1. Apólice de seguro adequada

Garantir uma apólice de seguro compatível com a nova vida é um fator essencial destacado por Primo. Para ela, a capacidade de oferecer proteção financeira para o expatriado com um seguro é o mais importante, cobrindo eventos inesperados e evitando dificuldades financeiras.

A especialista ainda explica que outras apólices podem ser fundamentais na segurança para morar em um outro país. “Para saber qual ou quais são as apólices ideais para cada caso, em primeiro lugar é preciso avaliar suas necessidades específicas, considerando os riscos que está mais propenso a enfrentar e o nível de cobertura que deseja”, frisa.

Ela recomenda ainda ler atentamente as cláusulas para entender o que está coberto e o que fica de fora do contrato, considerar a qualidade do atendimento ao cliente e a facilidade de acionar o seguro.

2. Vistos

A obtenção de um visto é fundamental para morar legalmente em outro país e, por isso, é indispensável quando o assunto é morar fora. Cada local possui diferentes tipos para essa documentação, sendo necessário conhecer as exigências específicas de cada um e iniciar o processo de obtenção de visto com a devida antecedência.

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Para ter a autorização é preciso que o seu passaporte esteja válido, além de preencher formulários de inscrição, atestado de saúde, certificados de antecedentes criminais e prova de meios financeiros suficientes para se sustentar durante o período fora. Além disso, documentos adicionais, como comprovantes de emprego ou carta de aceitação em uma instituição de ensino, podem também ser requisitados.

A cofundadora da Vitae comenta que os tipos de visto necessários para a emigração variam para cada nação e também conforme o tipo de atividade que será realizada no novo território. De maneira geral, são divididos entre as seguintes categorias:

  • Trabalhadores qualificados;
  • Trabalhadores em transferência (dentro da mesma empresa);
  • Trabalhadores sazonais;
  • Pesquisadores e acadêmicos;
  • Estudantes;
  • Estagiários e voluntários;
  • Reagrupamento familiar ou acompanhante.

Vale lembrar que as categorias também contam com subdivisões e tipos diferentes, dependendo da atividade que será desenvolvida no país.

3. Pesquise mais sobre o país escolhido

sabendo ou não para onde deseja se mudar, aprofundar as pesquisas sobre como é o país e se realmente ele se encaixa nos novos planos de vida também deve estar no radar do brasileiro que deseja ter uma experiência fora do País.

Primo destaca que deve ser estabelecido um objetivo real e de longo prazo nessa etapa. Além disso, é importante obter informações sobre o destino pretendido em fontes confiáveis, como sites do governo local. O viajante também pode participar de grupos – nas redes sociais, por exemplo – com pessoas de perfis semelhantes e que já moram fora do Brasil.

Aprofundar as pesquisas também passa por entender sobre o mercado de trabalho local, sobre a questão da educação – caso a mudança ocorra com filhos em idade escolar –, saúde, locomoção, poder de compra, diferenças culturais, entre outros aspectos.

4. Mantenha uma reserva financeira

Seja chegando no novo país com uma posição de trabalho garantida seja indo para tentar um novo emprego, é muito importante ter uma reserva financeira que garanta cobertura em caso de imprevistos e emergências.

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Para ajudar no cálculo, a especialista indica colocar na ponta do lápis o valor de moradia, alimentação, transporte, lazer, uso de serviços como internet, celular, serviços e assim em diante. É importante ressaltar que todos os cálculos devem ser feitos com base na moeda do país onde pretende morar.

Alguns sites também podem ajudar a entender qual seria a quantia ideal, considerando o custo de vida no país de destino, facilitando o cálculo do valor da reserva. No entanto, para uma margem de segurança, Primo comenta que vale incluir mais 20% em cima do valor sugerido.

Ainda, esse dinheiro guardado deve considerar o padrão de vida que o viajante deseja ter no novo local de moradia e seus possíveis gastos iniciais – como compra de móveis, instalação de serviços, documentação extra, transporte de animais de estimação, entre outros – até que uma nova rotina financeira mostre estabilidade.

Uma outra dica importante da especialista consiste em incluir na reserva um valor emergencial que contemple passagens para o Brasil, caso haja alguma necessidade de urgência.

5. Check-up de saúde e uso de medicamentos

É recomendado realizar uma avaliação completa antes de viajar. Isso porque, em muitos países, realizar consultas, exames e até mesmo dentistas pode sair do seu orçamento, além de evitar complicações de saúde em um país estrangeiro.

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O importante no momento de preparação é averiguar se a sua saúde está em boas condições. Nesse momento, cogitar a opção de seguros de saúde pode ser interessante, já que eles cobrem tratamentos no novo destino, com alguns oferecendo também programas de prevenção, check-ups regulares, vacinas e orientações para promover o bem-estar e prevenir doenças.

O viajante também deve atualizar a carteira de vacinação e verificar, com antecedência, a obrigatoriedade de imunizações específicas para o destino, como a vacina contra a febre amarela, obrigatória em algumas regiões da América Latina, por exemplo. Pela plataforma Conecte SUS, é possível obter gratuitamente o certificado internacional de vacinação em português, inglês e espanhol.

Quem faz uso de medicamentos para qualquer tratamento específico precisa estar atento para obter receitas traduzidas, assinadas e carimbadas pelo médico responsável. Essas receitas são importantes para justificar a quantidade de medicação controlada que está sendo levada para fora do país. Fármacos comuns, como analgésicos, antitérmicos, antialérgicos e anti-inflamatórios, podem ser transportados na bagagem despachada, garantindo um estoque com todos os remédios de uso habitual.

6. Confira os documentos pessoais

Além do passaporte e visto, a organização dos documentos pessoais é mais um tópico muito importante a ser considerado antes de morar no exterior. A documentação exigida pode variar de país para país e também conforme a atividade a ser desenvolvida, mas em geral a lista de documentos para a mudança inclui:

  • Passaporte;
  • Visto;
  • Passagens aéreas;
  • Comprovante de hospedagem ou de aluguel no país de destino, ou carta-convite assinada e com firma reconhecida pelo anfitrião, caso a pessoa vá se instalar na casa de um amigo ou familiar;
  • Extratos bancários que comprovem a condição financeira;
  • Comprovante do seguro internacional;
  • Documento nacional de identificação com foto (RG);
  • CPF;
  • Certidão de nascimento (obter uma segunda via se a existente for muito antiga);
  • Certidão de casamento ou de divórcio;
  • Título de eleitor;
  • Carteira de habilitação;
  • Permissão Internacional para Dirigir (PID);
  • Carteira de vacinação nacional;
  • Certificado Internacional de Vacinação;
  • Diplomas e históricos escolares com tradução juramentada (se aplicável);
  • Certificados originais com resultados de exames de proficiência (TOEFL, IELTS, DELF – se aplicável);
  • Carta de aceitação do colégio ou universidade (se aplicável);
  • Carta-convite do novo local de trabalho (se aplicável).

A especialista recomenda digitalizar cada um dos documentos, armazená-los na nuvem ou salvá-los em um pendrive para compartilhar com familiares ou pessoas próximas. Ainda, é importante deixar uma procuração para alguém de confiança, caso haja necessidade de resolver alguma burocracia no Brasil quando a mudança já estiver concluída.

7. Comprar dinheiro e abrir uma conta internacional

Antes de morar no exterior, é essencial o acompanhamento e envio de dinheiro para uma conta internacional. É aconselhável monitorar diariamente a oscilação da moeda local para aproveitar as melhores cotações e realizar transferências no momento mais vantajoso.

A Receita Federal permite sair do país com até R$ 10 mil – ou o valor equivalente em outras moedas – em espécie sem declaração. No entanto, para transferências internacionais, Primo indica que o uso de plataformas digitais, pois oferecem melhores taxas e condições do que os bancos tradicionais.

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A abertura de uma conta internacional geralmente requer comprovante de endereço, documento pessoal, número de telefone e, em alguns casos, comprovante de renda. Nos Estados Unidos, pode ser necessário apresentar o Social Security Number, o CPF americano. Bancos digitais costumam ter um processo mais simples, frequentemente realizado pela internet, embora possam exigir comprovação de residência no exterior.

É preciso também ter em mente os custos e taxas envolvidos neste processo:

  • Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): taxa aplicada em operações de crédito, câmbio, seguro e valores mobiliários. A alíquota varia de 0,38% a 6,38%, sendo mais alta em compras com cartões internacionais.
  • Taxa de Câmbio: valor de uma moeda em relação a outra. O dólar é a referência global, e o preço pode variar entre o dólar comercial (usado em transações econômicas) e o dólar turismo (inclui IOF e custos adicionais).
  • Taxa de Envio: custos para transferências internas e externas.

Para adquirir moedas mais valorizadas, como dólar, euro ou libra esterlina, é recomendável realizar pequenas compras quando o câmbio estiver favorável, garantindo um valor médio e evitando grandes impactos em relação a perdas ou ganhos. A reserva precisa ser feita na moeda do país para o qual será realizada a mudança.

Por fim, a especialista da Vitae, Júlia Primo, alerta que mesmo com todos os cuidados acima e outros que também fazem parte do processo de morar fora, imprevistos podem ocorrer a qualquer momento. Nesses casos, tenha em mente que a rede consular brasileira no exterior oferece suporte em situações emergenciais.

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