• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

‘A inflação é a maior inimiga do amor’, diz Ana Paula Hornos

Em live, ela ressaltou que questão financeira é a segunda maior causa de divórcio e separação

Por E-Investidor

08/06/2022 | 17:29 Atualização: 08/06/2022 | 17:32

Questão financeira é a segunda maior causa de divórcio e separação. Foto: Tatyana Kazakova/Pixabay
Questão financeira é a segunda maior causa de divórcio e separação. Foto: Tatyana Kazakova/Pixabay

Em um mundo em que problemas financeiros são determinantes para a manutenção de um relacionamento amoroso um período de inflação e de pressão sobre o poder aquisitivo da população como o atual pode representar um risco para os casais.

Leia mais:
  • Amor e dinheiro podem viver em harmonia
  • Quer melhorar o que vê no extrato? Olhe para dentro de você
  • Carreira: como ser feliz e ganhar dinheiro ao mesmo tempo
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

E às vésperas do dia dos namorados, quando é comum a troca de presentes entre os amados, o E-Investidor abordou em live desta quarta-feira se é possível alcançar o sucesso nas finanças compartilhado com um grande amor. O evento on-line contou com a participação da especialista em finanças e comportamento Ana Paula Hornos.

De início, Hornos lembrou que a questão financeira é a segunda maior causa de divórcio e separação e defendeu que a conversa sobre dinheiro deve ser recorrente entre os casais. De acordo com ela, a melhor maneira de começar a abordar o tema é escutando o parceiro. “As pessoas têm valores internos diferentes, crenças, princípios diferentes. Então, um tem uma visão e o outro, outra, e aí dá o conflito. Como a gente resolve o conflito? É chegar de uma forma esvaziada. O primeiro exercício para uma conversa dar certo é esvaziar a mente de uma ideia pré-concebida que vá para aquela conversa. Então a postura é de escutar, perguntar qual a opinião a respeito”, disse.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Sobre como os casais devem fazer para juntar um bom dinheiro juntos, Hornos comentou que existem vários passos e um deles consiste em viver com 70% da renda, para que 20% possam ser poupados individualmente e destinados para uma reserva e os 10% restantes usados como uma doação, uma contribuição de volta à sociedade. Isso, no entanto, exige flexibilidade de adaptação ao padrão de vida. “A inflação é a maior inimiga do amor. Inflação, desemprego e enfermidade são as principais coisas que causam grande distúrbios na finanças dos casais”, apontou.

Ao ser questionada sobre eventuais problemas decorrentes da situação em que um parceiro ganha mais que o outro, Hornos ressaltou que não pode haver uma relação de poder, já que é necessário entender que, enquanto casal, ambos precisam ter a ciência de que formam um par. “Esse desequilíbrio pode mudar ao longo da vida, o importante é que não exista uma situação de relação de poder por meio desse desequilíbrio. O casal tem que entender que eles são pares, porque senão passa a ser um controle abusivo, coercitivo. Você começa a controlar a outra pessoa ou exacerbar o seu poder. Então, sobre a questão de um ganhar mais que o outro, ela precisa ser neutra, precisa estabelecer um acordo”, disse.

Na hora da separação, principalmente quando se trata de uma união estável, em que não há um “contrato” assinado, mas uma espécie de “acordo de namoro”, Ana Paula ressaltou que é necessário tomar cuidados jurídicos. “É amoroso falar de contrato. Se você negligência isso, uma hora alguém vai estar descuidado ou ambos saem perdendo”, ressaltou.

A questão da traição financeira também foi abordada na conversa. “Uma pessoa que gasta escondido ou acima do orçamento comum e que passa a exceder nos gastos com compras, comprar no cartão escondido, esconde, tira o dinheiro e invade o valor principal, isso caracteriza evasão de bens, se for comunhão total ou parcial de bens. Fazer investimentos escondidos em comunhão total de bens é traição”, disse. “Um caso grave que passou pelo meu atendimento: a pessoa começou a querer investimentos ousados, operação não-estruturada e alavancou o CPF da família inteira, da família da esposa. Além de perder o patrimônio próprio do casal, perdeu o da família inteira, uma dívida muito maior do que tinha. Tudo isso feito escondido. Isso claramente é uma traição”, contou.

Publicidade

Hornos ainda reiterou que a inflação é um grande vilão, ao lado da covid-19, que consome a renda e o poder de compra. “Única forma de vencer a inflação é ser investidor e manter os investimentos acima da inflação, a forma de proteger seu patrimônio é investindo de forma que se rentabilize acima da inflação. No orçamento doméstico é flexibilidade, ter a reserva e se adaptar, flexibilizar, fazer contas e entender que o padrão de vida não pode ser mais o mesmo, infelizmente. Assumir decisões conservadoras nos custos fixos”, comentou.

Ela também desmentiu a crença popular de que mulher gastam mais do que os homens. A especialista disse que as pesquisas apostam que quem gasta mais é aquele que não sabe quanto é o orçamento familiar.

Sobre uma conta conjunta, ela ressaltou que pode ser uma ferramenta excelente, mas exige um nível de maturidade bem forte. “É excelente porque você tem uma visão conjunta e prevalece o coletivo, mas é importante uma liberdade e autonomia para cuidar. Se há uma integração, um nível bom de equilíbrio e ambos vão para o mesmo lado, é excelente”, disse.

Por fim, quando questionada se as ações seriam um bom presente para o dia dos namorados, Hornos observou que se a linguagem de amor do casal for essa, então “por que não?”. Ressaltou, porém, que é necessário informação para saber se não vai presentear o parceiro com uma ação que venha a desvalorizar. Uma sugestão é presentear com um curso de educação financeira.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • covid-19
  • Desemprego
  • dinheiro
  • Finanças
  • Investimentos
Cotações
02/04/2026 10h05 (delay 15min)
Câmbio
02/04/2026 10h05 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026

  • 2

    Banco do Brasil sofre com agro, mas guerra no Irã pode virar o jogo; e os dividendos?

  • 3

    Ibovespa hoje sobe com aposta em fim da guerra; Vale (VALE3) salta mais de 3%

  • 4

    Inédito: Estadão lança treinamento virtual que alia inteligência fiscal na prática à construção de patrimônio

  • 5

    Nem toda empresa de IA vai entregar lucro: saiba separar as vencedoras das promessas em 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado? Entenda o que acontece se situação não for resolvida no prazo
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado? Entenda o que acontece se situação não for resolvida no prazo
Imagem principal sobre o O número do PIS não apareceu na Carteira de Trabalho Digital? Entenda o que pode ser
Logo E-Investidor
O número do PIS não apareceu na Carteira de Trabalho Digital? Entenda o que pode ser
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: quais alunos do ensino médio podem sacar R$ 1.000 no fim do ano?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: quais alunos do ensino médio podem sacar R$ 1.000 no fim do ano?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Imagem principal sobre o 5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Logo E-Investidor
5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Imagem principal sobre o Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Logo E-Investidor
Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque presencialmente
Logo E-Investidor
FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque presencialmente
Imagem principal sobre o Bloqueio do Bolsa Família: saiba o que acontece quando a situação é regularizada
Logo E-Investidor
Bloqueio do Bolsa Família: saiba o que acontece quando a situação é regularizada
Últimas: Comportamento
1º de abril: quais as mentiras que te contam sobre empreender?
Comportamento
1º de abril: quais as mentiras que te contam sobre empreender?

Estudo global coloca o Brasil entre os países com maior espírito empreendedor, mas especialistas alertam as maiores barreiras para o sucesso

01/04/2026 | 08h54 | Por Ana Ayub
Moody’s: conflito prolongado no Oriente Médio pode gerar impactos globais no crédito
Comportamento
Moody’s: conflito prolongado no Oriente Médio pode gerar impactos globais no crédito

Segundo relatório, a agência destaca que um cenário de perturbação prolongada manteria a energia cara e pressionaria cadeias de suprimento

31/03/2026 | 15h10 | Por Pedro Lima
Correr pode melhorar sua vida financeira? Disciplina do exercício já muda decisões com dinheiro
Comportamento
Correr pode melhorar sua vida financeira? Disciplina do exercício já muda decisões com dinheiro

Pesquisa da Creditas, em parceria com a Opinion Box, analisa saúde física e sucesso financeiro dos brasileiros

31/03/2026 | 13h24 | Por Igor Markevich
Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026
Comportamento
Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026

Pesquisa da Creditas divulgada nesta terça-feira (31) mostra que a maioria das pessoas no País inicia 2026 sob pressão simultânea nas finanças e na saúde mental

31/03/2026 | 10h00 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador