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Comportamento

O papel-moeda vai acabar? Como novos hábitos desafiam o uso do dinheiro no Brasil

A redução no uso de dinheiro em espécie vem acontecendo há anos, com a crescente adoção de tecnologias

Por Henrique Mendonça

08/11/2024 | 18:09 Atualização: 08/11/2024 | 18:13

Dinheiro. Imagem: Adobe Stock
Dinheiro. Imagem: Adobe Stock

A circulação de dinheiro em espécie no Brasil tem caído nos últimos anos, indicando uma transformação no comportamento financeiro da população. Dados do Banco Central mostram que o montante em cédulas e moedas em circulação caiu de R$ 370,4 bilhões em 2020 para R$ 341,6 bilhões em 2023. Essa queda de 7,7% reflete uma mudança impulsionada tanto pela digitalização dos meios de pagamento quanto pelo surgimento de novas tecnologias financeiras, que têm crescido no País.

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O uso do Pix, em especial, é um dos principais fatores por trás dessa queda no uso de papel-moeda. Segundo uma pesquisa da Ipsos encomendada pelo Nubank, 75% dos brasileiros utilizam o Pix regularmente, destacando-o como a principal forma de pagamento digital no país. Em comparação, o cartão de crédito físico, tradicionalmente visto como a alternativa principal ao dinheiro, aparece com 49% de adesão.

“A redução no uso de dinheiro em espécie vem acontecendo há anos, impulsionada principalmente pela digitalização dos meios de pagamento. No Brasil, essa tendência foi acelerada com o lançamento do Pix, que facilitou transferências instantâneas e gratuitas,” comenta o economista e especialista em renda variável, Leandro Martins.

Geração Z e Millennials usam menos dinheiro físico

Essa reconfiguração tem gerado novas oportunidades de inclusão financeira, especialmente entre os Millennials e a Geração Z, que utilizam menos dinheiro físico. O estudo destaca que 14% da Geração Z (18 a 25 anos) nunca sacaram dinheiro em um caixa eletrônico, e 7% nunca visitaram uma agência bancária. Para esses jovens, o contato com o dinheiro físico é mínimo, o que sinaliza uma possível aceleração do processo de desmonetização.

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Na opinião do Co-CEO da fintech Friday, Pedro Gomes, “o papel-moeda tem se tornado cada vez menos central nas transações financeiras. O avanço de tecnologias como o Pix, carteiras digitais e pagamentos contactless, junto com uma mudança no comportamento dos consumidores, aponta para uma clara tendência de migração para meios de pagamento digitais.”

Além do Pix, o Banco Central do Brasil desenvolveu o Drex, uma moeda digital baseada em tecnologia blockchain, que promete mais segurança e eficiência nas transações financeiras. Esse tipo de ativo digital visa oferecer uma alternativa segura ao dinheiro físico, promovendo a facilidade nas transações e a inclusão financeira. Fintechs e bancos digitais também têm impulsionado o uso de ferramentas que substituem o dinheiro em espécie e facilitam o planejamento financeiro.

Para Gomes, as inovações como a inteligência artificial da Friday – que organiza e realiza pagamentos via WhatsApp – são o futuro dos pagamentos. “A inteligência artificial possibilita que o usuário pague tudo com um ‘sim’ no WhatsApp. Caso não haja saldo, ela busca automaticamente no banco de preferência do pagador”, explica. A digitalização dos pagamentos também trouxe benefícios para pequenas e médias empresas, que estão adotando cada vez mais os serviços financeiros digitais. Desde 2018, o número de empresas utilizando contas digitais triplicou, passando de 3,4 milhões para 11,6 milhões em 2023.

Ainda assim, o papel-moeda não deve desaparecer completamente a curto prazo. Muitos brasileiros, especialmente em áreas menos digitalizadas, dependem do dinheiro físico para suas transações. “Para que a transição para uma sociedade completamente digital ocorra, será preciso garantir que todos tenham acesso às novas tecnologias e estejam preparados para utilizá-las com segurança e eficácia”, ressalta Martins.

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