“Em maio, a demanda doméstica permaneceu consistente com a sazonalidade do segundo trimestre, combinada com um ambiente de receita internacional forte. As tendências para o segundo semestre, que é o mais forte do ano, permanecem favoráveis, com uma alocação de capacidade racional no mercado brasileiro”, diz John Rodgerson, CEO da Azul, em comunicado.
No mercado doméstico, a demanda recuou 4,7% ante um ano, enquanto a oferta caiu 6,9%, com uma taxa de ocupação de 78,2% ou 1,9 p.p. maior que 2022. No internacional, a demanda cresceu 97,7%, enquanto a oferta subiu 96,4%, com a taxa de ocupação ficando em 85,7%, alta de 0,6 p.p.