“A demanda por ETFs de Bitcoin à vista continua a crescer, intensificada pela escassez de oferta pós-halving, o que está apertando a dinâmica do mercado e preparando o terreno para uma valorização adicional dos preços”, diz Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil. O especialista diz ainda que as expectativas de corte de juros nos Estados Unidos e a inflação persistente na economia americana podem reforçaro apelo do bitcoin como ativo de proteção nos próximos dias.
Caso essa análise permanece entre os investidores, é possível ver a criptomoeda romper a barreira dos US$ 113 mil até junho deste ano. “No entanto, a história do Bitcoin mostra que altas acentuadas muitas vezes são seguidas por correções igualmente intensas”, ressalta Prado. Às 11h (de Brasília), o bitcoin é negociado a US$ 111 mil após avançar 3,25% nas últimas 24h, segundo dados da CoinMarketCap.