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Criptomoedas

Entenda como uma carteira de cripto pode afundar ainda mais a cotação do BTC

O BTC afunda 7% nas últimas 24 horas e fica próximo de perder o suporte dos US$ 60 mil nesta segunda (24)

Por Daniel Rocha

24/06/2024 | 20:46 Atualização: 24/06/2024 | 20:46

O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)

O bitcoin (BTC) inicia a semana com perdas de 7% nas últimas 24h e corre o risco de perder o patamar dos US$ 60 mil nos próximos dias. O pessimismo do mercado não se deve apenas ao cenário macroeconômico resiliente responsável por atrasar o início do ciclo de corte de juros nos Estados Unidos. Agora os investidores têm outro problema que deve puxar para baixo o preço do BTC: o pagamento dos investidores da Mt.Gox, antiga bolsa de valores de criptomoedas.

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Extinta há 10 anos, a Mt.Gox, que foi alvo de vários ataques de hackers, informou ao mercado na manhã desta segunda-feira (24) que os credores vão ser reembolsados a partir da primeira semana de julho. Os pagamentos serão realizados em bitcoin e em bitcoin cash. “Dedicamos tempo para garantir o reembolso seguro e confiável aos credores, incluindo soluções técnicas para reembolsos seguros, conformidade com os regulamentos financeiros em cada país e discussão sobre acordos de reembolso com as bolsas de criptomoedas”, escreveu Nobuaki Kobayashi, administrador de reabilitação da empresa, em nota.

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A Mt.Gox era uma plataforma de negociação de bitcoin e, no seu auge, ficou responsável por 80% das operações de criptomoedas no mundo. O encerramento das suas atividades aconteceu após a exchange ter sido alvo de um hacker que roubou mais de 844 mil bitcoins de clientes e da própria plataforma. Na época, o volume representava cerca de 6% de todos os bitcoins , avaliados em R$ 460 milhões, em circulação. Após uma década, a empresa se prepara para reembolsar parte do valor roubado aos seus antigos clientes.

As estimativas dos analistas apontam para uma devolução de 141.686 BTCs, avaliados em US$ 9,6 bilhões, aos mais de 127 mil clientes. Caso o pagamento aconteça no prazo informado pela Mt.Gox, a tendência é de que esse volume de ativos no mercado pressione ainda mais os preços do BTC. “Muitos desses BTCs foram comprados em 2014, quando o BTC valia cerca de US$ 500. Ou seja, independente das perspectivas desses investidores em relação ao ativo, já é possível realizar um lucro bastante expressivo nessa recuperação”, diz Beto Fernandes, analista da Foxbit.

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Se esse movimento se concretizar, há riscos de o bitcoin sofrer uma desvalorização acima de 10% e alcançar a cotação dos US$ 52 mil. Parte dessa desvalorização pode acontecer pela baixa demanda dos investidores por BTC que torna mais difícil a “absorção” dos ativos digitais no mercado nos próximos meses. “No curto prazo, já houve reação do mercado. Agora, para o médio prazo, acho que o mercado vai conseguir absorver esses valores porque não afetam os fundamentos do bitcoin”, diz Rony Szuster, analista de Research do MB.

O que aconteceu com a MT. Gox?

A Mt. Gox era uma das principais exchanges de bitcoin com sede no Japão e foi alvo de vários ataques de hackers  entre os anos de 2011 e 2014. A ação de maior prejuízo ocorreu em 2014 quando mais de 844 mil bitcoins foram roubados, sendo 744 mil bitcoins de clientes e 100 mil da plataforma. Na época, o roubo representava cerca de 6% de todos os bitcoin de circulação. A situação obrigou a plataforma interromper todos os saques ao alegar problemas técnicos e, logo em seguida, suspendeu as negociações. Em fevereiro de 2024, entrou em falência.

“O colapso da Mt. Gox teve um grande impacto no mercado debitcoin, com o preço caindo 36% entre fevereiro e março de 2014”, diz Israel Buzaym, diretor de comunicação e especialista cripto do Bitybank. Desde o ocorrido, o mercado ficou atento às movimentações da Mt. Gox para saber se haveria a devolução de parte dos bitcoins roubados. No dia 28 de maio, a corretora transferiu 141 mil bitcoins no valor de US$ 9,62 bilhões para uma nova carteira, o que representou o primeiro movimento do processo de ressarcimento dos clientes.

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