Bitcoin e outras criptomoedas ganham força em 2026 com ciclo pós-halving. (Foto: Adobe Stock)
O mercado de criptomoedasé um dos mais voláteis do mundo, mas também um dos que oferece a maior assimetria de longo prazo, oferecendo oportunidades para investidores. Em 2026, essa combinação deve ganhar ainda mais força com o ciclo pré-halving (período em que há redução da oferta de bitcoins), a entrada de investidores institucionais e a expectativa de corte de juros nos EUA.
Narrativa de escassez: Ganha força de 12 a 24 meses antes do halving.
Fortalecimento em 2026/2027: O período tende a antecipar a tese de escassez e impulsionar a cotação.
Adoção crescente: Mais investidores compram, negociam e acumulam Bitcoin, reduzindo a oscilação extrema.
Rumo à reserva de valor: O ativo fica mais estável conforme mais participantes entram no mercado, embora ainda não possa ser classificado oficialmente assim.
A entrada dos grandes fundos e ETFs (fundos de investimento negociados na bolsa de valores como se fossem uma ação) mudou o jogo. É a primeira vez que o Bitcoin conta com fluxo robusto, estruturado e regulado vindo de investidores institucionais.
“Esse novo pool de investidores tende a criar uma camada adicional de estabilidade, com menor dependência de fluxos especulativos puros. A volatilidade permanece presente, embora menos extrema, e a assimetria de longo prazo continua positiva, sustentada pela crescente adoção e pela tese de escassez programada”, afirma Danilo Moreno, analista da Investo.
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