• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Juros altos encarecem sonho da casa e carro próprio. Há alternativas?

Especialistas alertam que o ideal é esperar alívio no cenário, mas juros podem otimizar o planejamento até lá

Por Luíza Lanza

25/05/2022 | 10:10 Atualização: 25/05/2022 | 10:10

O momento pode não ser o melhor para dar entrada em um financiamento, dizem especialistas. (Foto: Envato)
O momento pode não ser o melhor para dar entrada em um financiamento, dizem especialistas. (Foto: Envato)

Quem sonha em ter uma casa ou carro próprio, e não tem todo o montante para concretizar a compra à vista, pode estar vendo a realização do objetivo cada vez mais distante neste momento de inflação e juros em alta.

Leia mais:
  • A renda fixa continuará pagando 1% ao mês até o fim do ano?
  • 6 motivos explicam por que o carro zero está tão caro
  • Veja quanto rende R$ 1 milhão na poupança
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A Taxa Selic em 12,75% encarece o custo do crédito oferecido aos brasileiros por meio de linhas de financiamento. E com um cenário macroeconômico incerto, que pode fazer o Banco Central continuar a trajetória de alta nos juros, o período não é dos mais otimistas para os consumidores.

O IPCA-15 de maio, divulgado nesta terça-feira (24), fechou em 0,59% no mês – resultado que leva o Índice de Preços ao Consumidor Amplo a 12,20% no acumulado em 12 meses. Com a inflação na casa dos dois dígitos, o brasileiro está dando preferência para os gastos essenciais e se afastando daquelas aquisições mais caras como um imóvel ou um carro, explica André Rolha, diretor de produtos da Venice Investimentos.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Não é só a taxa de juros que está afastando o brasileiro do sonho da casa própria. A inflação acima de 12% consome boa parte do caixa da população. Nesse momento, aquele dinheiro que poderia ir para uma entrada no imóvel ou no carro acaba sendo utilizado para comprar alimentos ou botijão de gás”, diz.

Com a pressão inflacionária bem acima das expectativas do mercado, a tendência é que as taxas de juros sigam em alta por mais tempo; o que reflete diretamente no custo do crédito. “Na métrica, ao aumentar a taxa Selic, os produtos ficam mais caros, impactando mais nos segmentos de consumo e imobiliário. Os financiamentos entram na mesma linha já que essa é a taxa base e isso é realmente muito impactante no valor final do financiamento”, diz Jessyca Rodrigues, assessora de investimentos da SVN.

Atualmente, é possível encontrar taxas de financiamento imobiliário variando entre 9,80% e 18,27% ao ano, enquanto as de aquisição de veículos vão de 15% até mais de 50% ao ano. Com as taxas elevadas, quem entra em um financiamento de longo prazo pode acabar pagando quase o dobro do valor por um mesmo bem.

“Os financiamentos imobiliários, por exemplo, em que se considera um prazo de 30 anos para conseguir uma parcela que cabe no bolso, o consumidor chega a pagar quase R$ 300 mil ou R$ 400 mil a mais em uma casa de R$ 500 mil. Não é um impacto leve”, alerta Rodrigues.

Há alternativas?

Embora os financiamentos não estejam muito atrativos, para os especialistas, não existem no mercado muitas opções para ajudar o consumidor a escapar da alta nos juros. “Quem não tem o valor para comprar à vista, não há muitas alternativas fora do financiamento que sejam mais baratas. Um empréstimo em banco, por exemplo, é bem maior em termos de juros”, afirma Daniela Mir Gelamo, planejadora financeira CFP pela Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar).

Publicidade

Muitos consumidores costumam apostar nos consórcios, modalidade de aquisição de bens em que um grupo de pessoas forma uma poupança para a compra de determinado bem. Nesse sistema, o valor é diluído em um prazo predeterminado, em que todos os integrantes do grupo têm que contribuir com parcelas mensais. Durante esse período, a administradora do consórcio realiza sorteios de cartas de crédito, no valor do bem ou do serviço contratado, até que todos contribuintes sejam atendidos.

Mas, para a planejadora, é preciso tomar cuidado com a modalidade. Além das taxas cobradas pela seguradora, o consumidor fica à mercê do pagamento de outras pessoas para que as cartas de créditos sejam entregues – o que, dado o nível de inadimplência, pode ser arriscado.

Para Jessyca Rodrigues, da SVN, a modalidade pode ser interessante desde que a pessoa tenha a disposição de fazer o pagamento primeiro e só na sequência poder adquirir a casa ou o carro. Ainda assim, no cenário em que estamos, a melhor opção é ter paciência e adiar os planos para o futuro. “Esse é um momento de mais cautela. Vale segurar um pouco a ideia do financiamento e esperar o próximo ciclo da economia, quando teremos uma queda na Selic e a taxa dos imóveis deve acompanhar”, diz.

Use os juros a seu favor

Esperar por uma melhora no cenário econômico não significa deixar o dinheiro parado; pelo contrário. Com a inflação em alta e o risco de desvalorização das reservas financeiras, uma alternativa pode ser investir parte do valor, aquele que seria usado na entrada do financiamento, para se programar melhor. Assim, o consumidor consegue se preparar com mais tempo e concretizar o sonho da casa ou do carro próprio em uma janela mais favorável.

E, para isso, é possível usar os juros altos a seu favor e otimizar a rentabilidade com ativos de renda fixa. “Com a Selic em 12,75% ao ano, os investimentos em renda fixa acabam mais atrativos. É o momento ideal de aprender a trabalhar com o dinheiro e fazer esse planejamento, já que hoje não é preciso correr tanto risco para ter rentabilidades mais otimistas”, afirma André Rolha, da Venice Investimentos.

Publicidade

O melhor cenário, para os especialistas, é operar em um perfil mais conservador de investimentos, escolhendo ativos com maior liquidez até que os juros comecem a cair. “Uma aplicação bem feita, ainda no perfil conservador como 103% ou 104% no CDI, vai dar uma rentabilidade boa, com prazo tranquilo e a segurança de que seu dinheiro vai estar bem guardado. É bom esperar passar o cenário das eleições, entender melhor qual será o plano econômico do País e só depois entrar em uma operação de crédito mais interessante” orienta Rodrigues, da SVN.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito
  • Financiamento
  • Renda fixa
  • Taxa de juros
  • Taxa Selic
Cotações
15/03/2026 0h08 (delay 15min)
Câmbio
15/03/2026 0h08 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Bilionários da tecnologia mantêm seus filhos longe das telas que os enriqueceram

  • 3

    Fundos do Itaú concentram 64% das debêntures da Raízen; AZ Quest tem 50% do GPA

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio à escalada do conflito no Irã e ao salto do petróleo

  • 5

    Mercados de previsão avançam e reacendem debate entre bets e setor financeiro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o 13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Últimas: Educação Financeira
Caixinhas e cofrinhos digitais viram febre entre investidores, mas são seguros?
Educação Financeira
Caixinhas e cofrinhos digitais viram febre entre investidores, mas são seguros?

Produtos rendem mais do que 100% do CDI e ajudam a organizar metas financeiras, mas exigem atenção às condições e à segurança

14/03/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha
Imposto de Renda 2026: Receita cruza dados de Pix, bets e cripto; como funciona o monitoramento digital?
Educação Financeira
Imposto de Renda 2026: Receita cruza dados de Pix, bets e cripto; como funciona o monitoramento digital?

Com uso crescente de tecnologia e cruzamento de dados, Fisco amplia a capacidade de rastrear movimentações financeiras

12/03/2026 | 20h24 | Por Beatriz Rocha
B3 lança curso gratuito para mulheres iniciantes no universo dos investimentos
Educação Financeira
B3 lança curso gratuito para mulheres iniciantes no universo dos investimentos

A economista Gabriela Chaves, que ministra a masterclass, traz aspectos de sua trajetória para apresentar conceitos financeiros

11/03/2026 | 20h12 | Por Beatriz Rocha
Imposto de Renda 2026: dados errados na pré-preenchida? Como corrigir sem cair na malha fina
Educação Financeira
Imposto de Renda 2026: dados errados na pré-preenchida? Como corrigir sem cair na malha fina

Apesar de trazer facilidade para o contribuinte, a declaração pré-preenchida pode te colocar na malha fina se não tomar cuidado

11/03/2026 | 18h46 | Por Ana Ayub

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador