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Educação Financeira

As 3 dicas financeiras para enfrentar a crise, por Gustavo Cerbasi

Estabilidade emocional faz muita diferença, diz educador financeiro

Gustavo Cerbasi tem mais de 2,5 milhões de livros vendidos sobre educação financeira (Foto: Patricia Spier)
  • Pratique o autoconhecimento, pois a crise não afeta a todos da mesma forma
  • Enxugue gastos, mesmo que não pareça ser algo tão urgente
  • Ter tempo para aprender e se organizar é uma dádiva

Consultor, professor, palestrante e autor de 16 livros sobre educação financeira. Convidado do dia do E-Investidor na série As 3 dicas financeiras para enfrentar a crise, Gustavo Cerbasi tem mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos. Seu best-seller é o “Casais inteligentes enriquecem juntos”, livro que deu origem a trilogia de filmes “Até que a sorte nos separe”.

Graduado em Administração Pública pela FGV-SP e mestre em Finanças pela USP, Cerbasi ministra o curso on-line Inteligência Financeira, que tem mais de 10 mil alunos formados. Nas redes sociais, ele ainda ajuda seus seguidores com investimentos e finanças pessoais, tirando dúvidas sobre dívidas, imposto de renda e empreendedorismo, por exemplo.

Se a reserva de emergência consegue manter a família por uns três meses, faça cortes orçamentários para fazê-la durar seis

Cerbasi tem mais de 1,2 milhões de seguidores no Instagram, quase um milhão no Facebook e 95 mil no Twitter. Seu canal no YouTube conta com mais de 771 mil inscritos.

Confira as três dicas financeiras de Gustavo Cerbasi sobre como enfrentar a crise causada pela pandemia do coronavírus:

Pratique o autoconhecimento

A crise não afeta a todos da mesma forma. Cada um reage de uma maneira diferente. Os mais impactados por perda de renda e falta de reservas devem se unir: vender itens mais caros e comprar mais baratos, fazer parcerias com concorrentes de negócios e discutir com seus clientes formas criativas de vender. Os que não tiveram grande impacto na renda mas perderam nos investimentos devem estudar as razões para os prejuízos – que nem sempre são tão significativos quanto parecem ser – e começar a montar uma estratégia para o momento de recuperação da economia. Já os menos impactados pela crise devem chamar para si a responsabilidade de mobilizar e de promover soluções criativas para os mais afetados. A estabilidade emocional faz muita diferença nessa hora.

Enxugue gastos

Se a reserva de emergência consegue manter a família por uns três meses, faça cortes orçamentários para fazê-la durar seis. Mesmo quem tem um bom planejamento – e não perdeu grande parte da renda – não pode negligenciar o risco da escassez. É muito importante contar com gorduras financeiras para poder investir e consumir quando oportunidades aparecerem.

Aproveite o tempo

Mesmo quem tem pouca ou nenhuma reserva financeira deve usar o tempo a seu favor. Estude soluções criativas, organize o orçamento doméstico e de seu negócio, faça cursos on-line, provoque seus grupos de WhatsApp a compartilhar mais soluções e menos notícias (falsas e verdadeiras) sobre a crise. Ter tempo para aprender e se organizar é uma dádiva. É nas interrupções forçadas de planos que isso se mostra mais evidente.

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