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Educação Financeira

Bolsa Família: como o benefício ajuda famílias a sair das dívidas e ganhar autonomia financeira

Impacto do programa vai além da transferência de renda, podendo ser o primeiro passo para conquistar a autonomia financeira; veja exemplos e orientações dos especialistas

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Camilly Rosaboni
Editado por Wladimir D'Andrade

12/12/2025 | 18:08 Atualização: 15/12/2025 | 8:24

Benefício do Bolsa Família proporciona certa estabilidade no orçamento de milhões de brasileiros, mas falta de educação financeira limita avanço sócio-econômico dos beneficiários. 
(Imagem: Haz em Adobe Stock)
Benefício do Bolsa Família proporciona certa estabilidade no orçamento de milhões de brasileiros, mas falta de educação financeira limita avanço sócio-econômico dos beneficiários. (Imagem: Haz em Adobe Stock)

Jhenifer Silva começou a receber o Bolsa Família logo após o nascimento do filho, Arthur, há três anos. Os R$ 650 que ela recebe do benefício — já com o adicional do Auxílio Gás — ajudaram a recuperar o fôlego financeiro da casa, à época sustentada apenas pelo trabalho de diarista de sua mãe. “Era muito apertado, porque na casa só ela trabalhava”, lembra.

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Silva conta que o benefício foi essencial para garantir uma quantia fixa de renda todos os meses, usada para pagar contas básicas, como água e luz, e comprar itens de cuidado para Arthur. “Quando comecei a receber o dinheiro do benefício, consegui ajudar mais nas contas de casa e comprar mais coisas para o meu filho, porque não tinha muita ajuda com a pensão”, conta.

Assim como ela, outras 48,5 milhões de pessoas dependem do Bolsa Família para sustentar o lar, segundo dados mais recentes da Secretaria de Comunicação Social. Em novembro, o valor médio do benefício foi de R$ 683,28.

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De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o Bolsa Família tem como propósito dar previsibilidade financeira para que o beneficiário consiga cobrir as despesas básicas e, a partir disso, tenha condições de prosperar. “O Bolsa Família serve de porta de entrada para a autonomia econômica das famílias em vulnerabilidade”, avalia o ministro Wellington Dias, em entrevista ao E-Investidor.

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No caso de Silva, aos poucos, o valor passou a representar mais do que um alívio mensal no orçamento: trouxe a possibilidade de quitar dívidas. O que sobrava após as contas era usado para pagar R$ 2,3 mil que ela devia. “Consegui limpar o meu nome com pequenas parcelas”, conta.

“Embora o valor do benefício seja limitado, a previsibilidade mensal é determinante para a organização do orçamento doméstico. As famílias conseguem distribuir recursos de forma mais racional, programar pagamentos e até realizar pequenas economias para emergências. Esse caráter contínuo permite que os beneficiários reduzam a exposição a choques financeiros inesperados”, ressalta Harion Camargo, planejador financeiro da Planejar.

Nesse sentido, a educação financeira pode ser a chave para que o Bolsa Família vá além do alívio imediato das contas: ela ajuda a melhorar o planejamento de gastos, a evitar novas dívidas e até formar uma pequena reserva de emergência.

A discussão sobre o Bolsa Família ganha ainda mais relevância com o início dos pagamentos de dezembro — os últimos depósitos de 2025. Veja nesta matéria o calendário de datas do Bolsa Família em dezembro.

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Como a educação financeira pode transformar o uso do Bolsa Família

Programa segue essencial para o sustento e planejamento financeiro de famílias brasileiras. (Foto: Adobe Stock)

Embora o foco inicial do Bolsa Família seja garantir as despesas essenciais, o benefício também pode ser usado como ponto de partida para organizar melhor as finanças, planejar gastos e construir algum nível de estabilidade no futuro.

De acordo com o educador financeiro e especialista em investimentos Jeff Patzlaff, quando o Bolsa Família é usado com planejamento — parte para o essencial, parte para melhorar condições e um pouco para poupança — o benefício deixa de ser um remendo e passa a ser, de fato, uma ferramenta de transformação.

“Quando a família compreende melhor suas finanças, o benefício deixa de ser visto apenas como uma forma de sobreviver mês a mês e funciona como base para construir algo maior. Ela começa a tomar decisões como guardar uma parte, buscar renda extra ou negociar dívidas, o que amplia a autonomia e reduz a vulnerabilidade”, afirma.

Planejar também envolve pensar no longo prazo, como investir na educação das crianças, criar uma reserva de emergência, tornar a alimentação da família mais saudável e evitar que o benefício seja consumido por imprevistos e dívidas.

  • Saiba mais: Como construir sua reserva de emergência e qual o valor ideal?

Para usar melhor o benefício do Bolsa Família, especialistas ouvidos pela reportagem listaram um ‘passo a passo’ que pode impulsionar o beneficiário à sua independência financeira:

  • Coloque no papel o valor exato do Bolsa Família e de qualquer renda extra;
  • Liste as contas essenciais: aluguel, luz, água e comida básica. “Elas são a prioridade principal, já que o benefício serve para garantir isso. Se o dinheiro for usado para outra coisa e faltar nas contas essenciais, a instabilidade volta”, afirma Patzlaff;
  • Avalie ter uma renda extra, como vender algum produto ou serviço. Para os especialistas, aumentar o dinheiro que entra pode ser essencial para sair do ciclo de sobrevivência. Aqui, você conhece plataformas gratuitas que podem elevar o nível de qualificação profissional;
  • Se tiver dívidas, negocie apenas quando você tiver uma renda extra ou quando a parcela couber no bolso sem prejudicar as contas essenciais. Os feirões de negociação de dívidas (como o Desenrola e o Feirão Limpa Nome da Serasa) também oferecem uma boa oportunidade para resolver pendências financeiras;
  • Considere reservar uma parte do dinheiro, como R$ 10 ou R$ 20, para imprevistos futuros. “O mais importante não é o valor em si, e sim o desenvolvimento do hábito e a disciplina de poupar”, reforça Cristiano Leal, especialista em investimentos.

“Com conhecimento, disciplina, renegociação de dívidas e pequenos passos consistentes, é possível romper o ciclo de escassez e abrir espaço para um futuro profissional e financeiro mais estável”, ressalta Leal.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), divulgado em novembro, aponta que 2024 marcou os melhores resultados dos últimos 30 anos em renda, redução da desigualdade e queda da pobreza no País. Segundo os pesquisadores, o aumento de 135% nos repasses do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) foi um dos fatores centrais para essa melhora.

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De acordo com o ministro Dias, boa parte das pessoas que são atendidas no Bolsa Família saem da miséria e conseguem melhorar sua renda. “O Bolsa Família não é só transferência de renda, é o cuidado com a saúde do ser humano, a garantia da escolarização, é poder não só concluir o ensino médio, mas ter um curso técnico, ter uma profissão, poder chegar na universidade”, afirma o ministro Wellington Dias.

Segundo dados do MDS, 2 milhões de famílias deixaram o programa após aumento de renda, entre janeiro e outubro de 2025, pela abertura de um pequeno negócio ou pela melhora nas condições financeiras do domicílio.

Bolsa Família e trabalho formal: dá para conciliar os dois?

Recentemente, viralizaram nas redes sociais comentários de empresários condenando o Bolsa Família e outros benefícios pela dificuldade para contratar empregados. Eles acusam o programa de “acostumar mal” os beneficiários, que deixariam, em tese, de trabalhar formalmente.

  • OPINIÃO: Bolsa Família virou maquiagem do pleno emprego

Apesar da percepção recorrente de que o Bolsa Família desestimula o trabalho, um estudo do IPEA, divulgado em setembro de 2025, mostra o contrário. A análise avaliou o aumento do benefício — de R$ 400, no antigo Auxílio Brasil, para os atuais R$ 600 — e concluiu que não houve incentivo para que beneficiários abandonassem empregos formais ou migrassem para a informalidade.

O estudo identificou apenas um efeito pequeno, que contraria narrativas de uma evasão em massa da força de trabalho impulsionada pelo programa. “Trata-se de um efeito marginal, não de uma mudança estrutural no comportamento da maioria dos beneficiários”.

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Um estudo do Banco Mundial, publicado em 2023, mostrou que o programa não só reduz pobreza, mas também tem efeitos positivos na atividade econômica local, estimulando a demanda e o emprego. Segundo a pesquisa, nos lugares onde o Bolsa Família se expandiu houve aumento de consumo, vagas de trabalho, número de contas bancárias e arrecadação de impostos.

“Verificamos que o efeito multiplicador para a economia local é de 2,16”, constata Joana Silva, economista sênior do Banco Mundial. Ou seja, de cada dólar investido no Bolsa Família são gerados outros US$ 2,16 na economia.

Programa de transferência de renda do Governo Federal tem atuação direta na redução da vulnerabilidade na primeira infância. Foto: Lyon Santos/ MDS

Para estimular a inserção dos beneficiários no mercado de trabalho formal, o governo criou em 2023 a chamada regra de proteção. Ela permite que, ao superar o limite de renda de R$ 218 por pessoa na moradia, o beneficiário continue recebendo metade do valor do Bolsa Família por até 12 meses, desde que a renda não ultrapasse R$ 706 per capita.

  • Leia também: A urgência da educação financeira para quem tem 50+, cuida dos pais, dos filhos e ainda precisa investir

Segundo dados do ministro Dias, entre janeiro e agosto de 2025, o Caged registrou um total de 1,5 milhão de empregos formais, dos quais 1,25 milhão (83,5%) foram conquistados por pessoas inscritas no CadÚnico, incluindo 913 mil beneficiários do Bolsa Família, que correspondem a 60,8% do saldo de empregos no período.

“O programa não substitui o trabalho. Com o valor mínimo e o novo modelo de distribuição do benefício, as pessoas conseguem ter mais estabilidade para buscar melhores oportunidades de trabalho e qualificação e, consequentemente, recusar ocupações precárias”, avalia o ministro.

No caso de Silva, o Bolsa Família deu suporte para ela buscar uma nova renda: um trabalho intermitente como prestadora de serviços para empresas como Shopee e Mercado Livre.

Principais erros financeiros entre beneficiários

Entre os principais erros financeiros dos beneficiários do Bolsa Família, apontados por especialistas, estão o consumo impulsivo, o uso do benefício para apostas esportivas (bets) e o endividamento com crédito informal.

“O uso de plataformas de apostas, em especial, tem se tornado uma preocupação crescente, pois desvia o propósito social do programa e pode agravar a vulnerabilidade financeira das famílias”, ressalta Camargo, da Planejar.

Um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que, em janeiro de 2025, beneficiários do Bolsa Família transferiram cerca de R$ 3,7 bilhões para casas de apostas — 27% do total pago no mês. Das 20,3 milhões de famílias atendidas, 4,4 milhões (21,8%) tiveram algum envolvimento com apostas online e parte delas já apresenta alto nível de endividamento.

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Outro erro comum, segundo Patzlaff, envolve perder o uso desordenado de crédito. “Empréstimos, cheque especial ou parcelamento para cobrir buracos no orçamento implicam em juros altos e ciclo difíceis de sair”, alerta. “Dê prioridade a gastar menos do que a renda permite”, completa.

Em resposta sobre o uso indevido do dinheiro do Bolsa Família, como no caso das bets, o ministro Dias reforça que a pasta “atua na educação financeira e de conscientização dos beneficiários, tanto nas unidades do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) nos municípios quanto na disseminação de informações via redes sociais e outros meios, alertando para o risco do endividamento se o recurso não for aplicado com responsabilidade”.

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A rede do SUAS oferece atividades de formação e acompanhamento social, com foco em empreendedorismo, economia solidária e microcrédito produtivo. Para participar das atividades, o interessado deve procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo de sua residência.

Regras para receber o Bolsa Família

O principal critério para receber o Bolsa Família vem da renda mensal per capita, que não pode ultrapassar R$ 218. Ou seja, uma família de sete pessoas com um único salário mínimo (R$ 1.518) possui renda per capita de R$ 216,85, tornando-se elegível para o benefício.

Confira todas as regras no vídeo a seguir.

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