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Educação Financeira

Me endividei nas férias, e agora? Saiba como sair do vermelho

Segundo dados do Banco Central, o endividamento das famílias em outubro de 2020 chegou a 50,3%

Por Luiz Felipe Simões

05/02/2021 | 14:57 Atualização: 05/02/2021 | 14:57

(FOTO:Rawpixel)
(FOTO:Rawpixel)

O período das férias de verão é um dos mais aguardados por grande parte dos brasileiros. Geralmente é uma época de descanso e tranquilidade, sem muitos problemas. Contudo, algumas pessoas acabam relaxando demais, abusando nas compras e, consequentemente, se endividando.

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Com a pandemia, esse movimento ficou ainda mais grave. Segundo dados do Banco Central (BC), o endividamento das famílias chegou a 50,3% em outubro de 2020 – maior percentual da série histórica, que começou em 2005.

O número reflete o saldo das dívidas bancárias das famílias em relação à sua renda acumulada nos últimos 12 meses. Fazem parte da conta todas os débitos com bancos, inclusive os de financiamento imobiliário.

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Para Leandro Benincá, educador financeiro da Messem Investimentos, o maior problema das pessoas é não olhar para o dinheiro. “Partindo do princípio que você não sabe quanto dinheiro tem e nem quanto gasta, com certeza utilizará dinheiro que não possui”, diz.

O E-Investidor conversou com dois especialistas para entender o que fazer se você se endividou nas férias e precisa de dicas para sair do vermelho.

Planejamento é essencial

Quando fazemos um planejamento financeiro bem executado, temos à disposição uma reserva de emergência para ajudar nos imprevistos. Entretanto, apesar de parecer óbvia para alguns, essa prática não é muito comum.

Cláudio Munhoz, coach e consultor financeiro pelo GetNinjas, explica que fazer um planejamento financeiro é essencial para não contrair mais dívidas. “A primeira coisa que a pessoa que está com dívidas tem que fazer é ter clareza do que levou ela para o vermelho e qual o tamanho do buraco em que se encontra”, diz

Ao analisar minuciosamente a sua dívida, a pessoa pode começar a planejar como sairá do vermelho. Segundo o coach, é preciso também anotar todos os seus gastos e as suas entradas. ”Só a partir do levantamento de entradas e saídas é que a pessoa terá conhecimento de quanto dinheiro tem para pagar as dívidas e poderá começar a se planejar”, diz.

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Com o levantamento feito, agora é hora de definir como se programará para quitar as dívidas. Por exemplo, você ganha R$ 3 mil por mês e suas despesas são de R$ 2 mil. Sendo assim, há disponível R$ 1 mil mensalmente para pagar o que está devendo.

Segundo Benincá, uma boa forma de conseguir quitar a dívida é ir em busca de uma renda extra. ”Procure por hobbies que podem ser rentabilizados. Por exemplo, se você gosta de tirar fotos, comece a cobrar pelos seus serviços. Dessa forma, poderá cobrir o rombo feito pela esbórnia das férias”, diz.

Cuidado com as armadilhas

Tentações para gastar o seu suado dinheiro não faltam. Munhoz brinca que há uma regra para explicar para as pessoas como evitar cair em armadilhas e gastar além da conta. ”É só seguir a música do filme  Mogli – O Menino Lobo: necessário, somente o necessário”, canta o coach.

Apesar da brincadeira, a música explica bem o assunto. Os gastos com supérfluos, que geralmente são os responsáveis por desequilibrar as contas de muitas famílias. ”Normalmente, as pessoas se endividam porque gastam além do seu padrão de consumo”, diz Munhoz.

“É preciso extravasar com consciência, não só na época de festas, mas também ao longo do ano todo”, explica Benicá. Viver como se não houvesse amanhã não é nada sustentável. É preciso ter disciplina e controles nos gastos, pois uma hora a conta sempre chega.

Para não repetir o erro

Agora que a dívida está feita, a melhor saída é quitá-la. Contudo, não é a única maneira. Segundo Munhoz, o melhor jeito para evitar repetir o erro é fazendo o planejamento. “Não tem jeito, o planejamento é a chave. Você não pode chegar em 2022 com o mesmo problema de hoje e se arrepender de não ter tomado as decisões certas”, diz.

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Outro ponto bastante importante levantado pelo coach é que as pessoas precisam mudar a sua mentalidade sobre o dinheiro. ”Não pense só em consumir agora, porque lá na frente vai te faltar dinheiro”, diz.

De acordo com Benincá, o segredo é a educação financeira. ”Prepare-se ao longo do ano, anote seus ganhos e despesas e lembre-se: quem tem educação financeira aproveita as férias bem melhor”, conclui o educador.

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