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Educação Financeira

Estudo com 4 milhões de CPFs revela quem é o principal vilão das dívidas em atraso

Levantamento da ARC4 mostrou ainda que uma mesma pessoa costuma concentrar mais de uma dívida em aberto

Por Beatriz Rocha

06/02/2026 | 14:36 Atualização: 06/02/2026 | 14:36

Estudo concluiu que 60% das dívidas em atraso estão relacionadas ao uso do cartão. Foto: Adobe Stock
Estudo concluiu que 60% das dívidas em atraso estão relacionadas ao uso do cartão. Foto: Adobe Stock

Um estudo da ARC4, fintech especializada em recuperação de crédito e investida pela área de Special Situations do Grupo BTG Pactual, traçou um retrato do endividamento dos brasileiros a partir de dados de sua base de clientes. A pesquisa concluiu que 60% das dívidas em atraso estão relacionadas ao uso do cartão de crédito.

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“O cartão de crédito costuma ser a primeira alternativa quando o orçamento aperta. Diante da queda de renda ou de um gasto inesperado, as contas deixam de fechar e a dívida pode rapidamente sair do controle”, afirma Vivian Nobre, diretora-executiva da ARC4.

Porém, débitos decorrentes de renegociações anteriores, empréstimos pessoais e o uso do cheque especial também aparecem como motivos por trás das dívidas.

Nesse momento, Nobre avalia que uma renegociação bem estruturada faz a diferença: ao adequar o valor da dívida à real capacidade de pagamento do consumidor, a renegociação possibilita um retorno mais saudável ao mercado de crédito.

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O levantamento mostrou que um mesmo CPF costuma concentrar mais de uma dívida em aberto, com valor médio que supera R$ 3,8 mil por pessoa. Um recorte adicional da pesquisa apontou que o endividamento tende a se repetir ao longo do tempo. Entre os entrevistados, 73% renegociaram dívidas duas ou mais vezes nos últimos cinco anos e, mesmo assim, 59% ainda mantêm algum débito em aberto.

Para a análise dos contratos, valor médio, sobreposição de dívidas e tipo de dívida, foi utilizada uma base de 4 milhões de CPFs. Já para a análise qualitativa, a ARC4 ouviu 200 clientes. O estudo foi realizado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.

O que influencia a renegociação de dívidas?

Para 55% dos respondentes, o tamanho do desconto é o fator decisivo na hora de aceitar uma proposta. Já 47% afirmam buscar acordos em feirões de renegociação, realizados por plataformas especializadas que facilitam a negociação direta entre consumidores e empresas credoras.

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Os efeitos da renegociação vão além do impacto no orçamento. Após fechar acordos, cerca de 43% dos entrevistados dizem passar a planejar melhor as contas, enquanto 29% relatam melhora na qualidade do sono e redução da ansiedade. Ainda assim, para 60%, a principal prioridade após a renegociação é quitar outras dívidas pendentes.

Esse processo de reorganização financeira também parece deixar aprendizados. O levantamento mostrou que aproximadamente 80% dos respondentes se consideram mais preparados para lidar com o uso do crédito após a experiência da inadimplência.

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