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Educação Financeira

Fundos que podem pagar IPCA+9% e isentos de IR voltam ao radar do mercado

Fundos de infraestrutura investem em debêntures incentivadas de projetos de setores regulados

Por Leo Guimarães

13/05/2025 | 3:00 Atualização: 12/05/2025 | 20:23

Os FI-Infra focam no infraestrutura em empresas como as de energia.  Foto: AdobeStock
Os FI-Infra focam no infraestrutura em empresas como as de energia. Foto: AdobeStock

A recuperação das cotas dos fundos imobiliários (FIIs) pode estar antecipando um movimento similar nos fundos de infraestrutura (FI-Infra), ainda negociados com desconto no mercado. A indústria de fundos de infraestrutura não dispõe de um índice como no mercado imobiliário, mas a alta de 9,51% do Ifix no ano até abril aponta que os investidores buscam alternativas que estão descontadas neste atual ciclo de alta da Selic, atualmente em 14,75% ao ano. O Ifix é o índice que reúne os FIIs mais negociados da B3.

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  • Por que esses fundos podem render mais que o Tesouro, mesmo com taxas menores 

Para Marcelo Souza, CIO de infraestrutura da Pátria Investimentos, essa janela de oportunidade está se fechando, com o mercado prevendo desaceleração da economia e cortes nos juros até o fim do ano. “A queda da Selic pode valorizar rapidamente os FI-Infra, que ainda oferecem IPCA+8% ou 9% ao ano, com isenção de IR e risco relativamente baixo. Entrar agora pode ser mais vantajoso do que esperar o ciclo virar”, afirma Souza.

Os fundos de infraestrutura investem majoritariamente em debêntures incentivadas de projetos ou empresas que atuam em setores regulados e essenciais como energia, transporte e saneamento.

Desempenho negativo em 12 meses

A análise do desempenho recente dos principais FI-Infras disponíveis sugere que o movimento de recuperação já começou – ainda que de forma desigual. O levantamento feito pela Economática a pedido do E-Investidor mostra que de 12 fundos, sete apresentam desempenho negativo no acumulado de 12 meses. No resultado de seis meses, houve melhora nos resultados e apenas três deles permanecem com retorno negativo:

Nome Ticker Retorno em seis meses (%) Retorno em 12 meses (%) Retorno desde o início do fundo (%) Retorno em dividendos desde o início do fundo (%)
Sparta Cdii CDII11 2,61 10,00 39,61 31,13
Suno FICFI SNID11 6,65 9,49 35,02 27,27
Fdc Kineainf KDIF11 4,07 3,72 51,51 49,11
FIC Inter BIDB11 1,88 2,51 33,76 48,22
Sparta Infra JURO11 0,43 2,36 57,83 47,09
Fdc Itau Ie IFRA11 1,22 -2,47 48,67 55,14
FIC Ie Cap CPTI11 4,04 -4,41 54,23 67,31
FICFI Bcna BODB11 1,42 -5,84 13,83 34,42
FIC Infr BTG BDIF11 5,20 -5,84 35,88 70,56
FICFI Rb Es RBIF11 -4,25 -9,71 0,74 37,39
Firf Xp Ie XPID11 -1,38 -10,81 -1,20 21,35
Nikos Infra OGIN11 -22,86 -16,04 -3,40 36,07

Os FI-Infra ganharam protagonismo no primeiro semestre do ano passado, quando o Conselho Monetário Nacional (CMN) mudou as regras das Letra de Crédito Iimobiliário e do Agronegócio (LCI e LCAs), passando a exigir carência mínima de nove meses. Isso reduziu a atratividade desses títulos, abrindo espaço para os fundos de infraestrutura como alternativa isenta de imposto de renda.

No entanto, essa valorização foi interrompida no último trimestre do ano passado, quando o dólar subiu e o mercado passou a precificar uma nova alta da Selic. “Os FI-Infra caíram bem, junto com todo mundo”, resume Vitor Duarte, CIO da Suno Asset, .

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Essa indústria sofreu com a aversão generalizada do mercado. “À noite todos os gatos são pardos”, brinca Duarte. Segundo ele, houve um movimento irracional de venda generalizada de fundos listados com liquidez, mesmo daqueles que não estavam expostos à  inflação. “No caso dos FI-Infra atrelados ao IPCA, a queda foi compreensível, já que a curva de juros estava abrindo. Mas caiu tudo, mesmo os que não tinham motivo.”

Recuperação em 2025

Desde janeiro os fundos começaram a se recuperar. De acordo com Duarte, a maioria dos FI-Infra hoje já opera próxima do valor patrimonial, com descontos pequenos. Apenas casos pontuais, com problemas específicos, seguem mais pressionados.  Ele lembra que este é um tipo de produto que não foi feito para ter ágio. “Quando tem, o pessoal emite (cotas)”, afirma. A emissão de novas cotas é vantajosa para o gestor, pois o fundo pode captar novos recursos por um valor superior ao seu valor patrimonial. Isso dilui os custos e aumenta a capacidade de investimento do fundo.

O executivo da gestora Pátria concorda que os juros foram prejudiciais para os fundos de investimento, inclusive os de infraestrutura, pois o investidor prefere ficar na segurança de um título soberano ou de um CDB com garantida do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). “Mas isso não vai continuar assim para sempre. O Brasil não se sustenta se financiando a taxas acima de 14%, 15% ao ano. Os juros vão ter que baixar”.

Inflação e juros futuros

Duarte, da Suno, pondera, que a inflação ainda está pressionada mas não significa uma boa notícia para esses fundos que, majoritariamente, estão atrelados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Isso acontece porque, quando a inflação sobe, o mercado passa a esperar juros mais altos no futuro. E, nesse cenário, os títulos públicos atrelados à inflação, como as NTN-Bs (Tesouro IPCA +), perdem valor.

Como esses títulos são usados como referência para precificar os ativos dos FI-infra, a cota dos fundos acaba sendo afetada. “Você ganha um com o IPCA, mas pode perder três na marcação das NTN-Bs”, diz Duarte. Na sua visão, se os juros futuros não dispararem, os fundos devem continuar pagando bons rendimentos nos próximos meses.

Mesmo com os riscos, o tema está ligado à diversificação de carteira. “Acho que todo mundo tem que diversificar seu portfólio para não ser pego na contramão no momento em que o juro começar a cair”, diz Souza, da Pátria. Neste momento, comenta, quem pensar em entrar vai pagar por uma cota patrimonial de mercado mais alta.

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