• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Golpe do “Pix errado”: veja como funciona e como não ser enganado

Criminosos se aproveitam de mecanismo de segurança criado pelo Banco Central para prejudicar as vítimas

Por Beatriz Rocha

06/09/2024 | 15:32 Atualização: 06/09/2024 | 15:32

Pix. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Pix. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Uma nota tática usada por golpistas para roubar dinheiro dos consumidores com o Pix tem sido alertada nas redes sociais. Chamado de golpe do “Pix errado” ou do “Pix devolvido”, o crime se aproveita do Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Banco Central, criado para facilitar as devoluções em caso de fraudes.

Leia mais:
  • Em 4 anos, Pix gerou ganhos de mercado para bancos digitais, avalia BBI
  • Regras do “Pix de investimentos” começam a valer em 2025, diz CVM
  • Mais de 8 mil chaves Pix do BTG (BPAC11) foram vazadas, informa BC
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O primeiro passo dado pelos golpistas é fazer uma transferência para a conta da potencial vítima. Como parte das chaves Pix é um número de telefone celular, os criminosos conseguem localizar facilmente a conta dos consumidores.

Depois de realizar a transferência, o criminoso entra em contato com a vítima pelo número de telefone, seja por ligação ou mensagem de WhatsApp, por exemplo. Uma vez feita a comunicação, ele tenta convencer a pessoa de que fez a transação por engano e pede para que ela devolva o dinheiro.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Nessa hora, ocorre o fator determinante para o golpe: em vez de pedir uma devolução para a mesma conta da transferência inicial, os criminosos informam outros dados bancários para receber o reembolso. A vítima então é levada a depositar os valores nessa outra conta.

Em paralelo, o criminoso se utiliza do MED, mecanismo criado pelo Banco Central justamente para coibir golpes. Os criminosos acionam o procedimento, alegando que foram prejudicados pela pessoa que, na verdade, foi enganada. Com isso, ocorre a retirada forçada do dinheiro do saldo da vítima, enquanto o golpista fica com o valor devolvido via MED e mais a transferência anterior feita voluntariamente.

Como se proteger do golpe do “Pix errado”?

O primeiro passo para se proteger é conferir se, de fato, o dinheiro da transação supostamente equivocada caiu na conta. Caso o valor tenha sido realmente lançado, a devolução deve ser feita apenas utilizando a funcionalidade de reembolso do Pix, que está disponível nos bancos.

Ou seja, a pessoa não deve realizar outra transferência para devolver o dinheiro, mas sim usar a própria ferramenta disponibilizada por sua instituição financeira. A opção está presenta nas plataformas de diferentes bancos com o nome de “devolver dinheiro” ou “fazer um reembolso”, por exemplo.

Ao utilizar essa alternativa, o valor volta pelo mesmo caminho em que foi enviado e o golpista não tem a chance de alegar que ainda precisa do estorno.

O que fazer se já caiu no golpe?

Caso o consumidor tenha caído no golpe do “Pix errado”, o caminho é informar o banco sobre o caso em até 80 dias da data de realização da transferência. A instituição vai então avaliar o caso e, se entender que faz parte do MED, o recebedor do seu Pix terá os recursos bloqueados da conta.

Publicidade

O caso é analisado em até sete dias. Se concluírem que não foi fraude, o recebedor terá os recursos desbloqueados. Se for fraude, em até 96 horas a vítima receberá o dinheiro de volta. Caso não haja saldo na conta do criminoso, o banco deve monitorar a situação por até 90 dias da data da transação original e, surgindo recursos, deve fazer devoluções parciais à pessoa enganada.

O Banco Central esclarece que o banco do golpista não é obrigado a usar recursos próprios para devolver o valor solicitado. Se o problema não for resolvido, a vítima pode procurar o Procon do seu estado, acionar a Justiça ou entrar com uma reclamação no Consumidor.gov.

Vale destacar que o MED também pode ser utilizado quando existir falha operacional no ambiente Pix da instituição. Isso ocorre, por exemplo, se ela efetuar uma transação em duplicidade. Nesse caso, o banco avalia se houve a falha e, em caso positivo, em até 24 horas o dinheiro é devolvido.

Caso o consumidor tenha feito um Pix por engano para a pessoa errada, o MED não é a plataforma correta a se utilizar. Se a situação for essa, a pessoa deve entrar em contato com o banco para receber as orientações adequadas.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Bancos
  • Fraude
  • Golpe
  • PIX
Cotações
04/02/2026 18h30 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 18h30 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso

  • 2

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 3

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 4

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 5

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Imagem principal sobre o O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Logo E-Investidor
O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Últimas: Educação Financeira
Itaú lança modo que restringe transações fora de redes seguras para reduzir fraudes no celular
Educação Financeira
Itaú lança modo que restringe transações fora de redes seguras para reduzir fraudes no celular

Funcionalidade impõe limites e exige reconhecimento facial em acessos feitos a partir de conexões públicas ou desconhecidas; veja como ativar

04/02/2026 | 17h43 | Por Igor Markevich
Buscas por “caixinhas” de bancos disparam no Google e crescem 297% em dois anos
Educação Financeira
Buscas por “caixinhas” de bancos disparam no Google e crescem 297% em dois anos

Levantamento mostra que pesquisas sobre investimentos na plataforma ficaram mais longas e comparativas

04/02/2026 | 13h42 | Por Beatriz Rocha
Fictor: como a recuperação judicial afeta os investidores? Veja o que fazer agora
Educação Financeira
Fictor: como a recuperação judicial afeta os investidores? Veja o que fazer agora

No centro da questão, estão investidores com Sociedades em Conta de Participação (SCPs) do grupo

03/02/2026 | 17h35 | Por Beatriz Rocha
Transparência no crédito: bancos digitais abrem score e mudam regras do jogo
Educação Financeira
Transparência no crédito: bancos digitais abrem score e mudam regras do jogo

Nubank, Inter e Mercado Pago passam a mostrar score de crédito de seus clientes em aplicativos; veja o que muda para o consumidor

03/02/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador