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Educação Financeira

IPCA-15: como trocar os alimentos que mais subiram de preço sem comprometer a saúde

Veja os itens que mais subiram de preço e os que ficaram mais baratos e como economizar com substituições e planejamento

Por Beatriz Rocha

25/02/2025 | 9:29 Atualização: 25/02/2025 | 9:37

Veja os alimentos que mais subiram de preços nos últimos 12 meses. Foto: Adobe Stock
Veja os alimentos que mais subiram de preços nos últimos 12 meses. Foto: Adobe Stock

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial brasileira, subiu 1,23% em fevereiro. O dado foi divulgado na manhã desta terça-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando se trata do grupo de alimentação e bebidas, a alta no mês foi de 0,61%.

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Com base nos números do IPCA-15, o E-Investidor reuniu os vinte alimentos que mais subiram de preços nos últimos 12 meses. O campeão de ganhos, no período, foi o café moído, que apresentou uma valorização de 60,1%, seguido por tangerina e abobrinha, cujos preços aumentaram 53,66% e 47,06%, respectivamente. Veja abaixo os alimentos que mais subiram de preço em fevereiro.

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Por outro lado, entre os vinte alimentos que mais baratearam no intervalo, a campeã foi a batata-inglesa, que sofreu uma redução de 45,42%. Maracujá e Cenoura também viram seus preços caírem de forma significativa – 31,06% e 30,33%, respectivamente.

É possível substituir alimentos que subiram de preços?

Bianca Ratton, nutricionista especializada em obesidade e doenças crônicas pelo Hospital Albert Einstein no Rio de Janeiro, explica que os alimentos que sofreram aumento podem ser substituídos por opções mais baratas. Na hora de economizar, vale, no entanto, manter uma alimentação balanceada, com macronutrientes (proteína, carboidrato e lipídio) e fontes variadas de micronutrientes (vitaminas e minerais).

Ao pensar nas trocas de alimentos, as proteínas bovinas por exemplo, podem ser substituídas pelas suínas e também pelo frango, já que praticamente todas elas sofreram um aumento – com destaque para acém, patinho e filé mignon, que subiram 28,49%, 24,34% e 23,95% nos últimos 12 meses, respectivamente. O frango, por outro lado, encareceu menos no período, 11,58%, segundo os dados do IBGE.

Ratton também relembra que outra possibilidade é consumir proteínas vegetais, como o feijão. As iguarias do tipo carioca e preto estão entre os alimentos que mais caíram de preço em um ano, com reduções de 20,83% e 18,42%, respectivamente.

Substitutos de carboidratos e frutas que ficaram mais caros

Como fontes de carboidratos, a nutricionista recomenda o consumo de arroz e tubérculos, como a batata-inglesa. "Um substitui muito bem o outro. Dessa forma, busque comparar os preços e optar pelo que estiver mais em conta", explica.

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Para substituir o abacate, um dos alimentos que mais subiu de preço, Bruno Della Vechia Fiacadori, nutricionista da Clínica CliNutri, aconselha o uso de nozes e amêndoas no preparo das refeições, devido às gorduras boas presentes nesses itens. Essas opções, no entanto, não entram na lista dos alimentos que têm suas variações de preços contabilizadas pelo IBGE.

Já para trocar a tangerina, que também ficou mais cara, vale apostar no melão e morango, que viram seus preços subirem em menor nível nos últimos 12 meses – e 6,38% e 3,58%, respectivamente. Segundo Fiacadori, as três frutas têm quantidades semelhantes de vitamina C e porções calóricas.

O nutricionista também destaca os benefícios de dois alimentos que lideraram as quedas de preços em um ano. "A batata-inglesa é rica em nutrientes, vitaminas, minerais e fibras. Já a cebola tem boas quantidades de antioxidantes e vitaminas do complexo B", afirma.

Como economizar nas compras de alimentos?

Fazer substituições de alimentos não é, no entanto, o único caminho para economizar nas compras do mercado. O planejamento financeiro tem um papel importante nessa hora, com passos que incluem desde a pesquisa de preços até o uso de programas de fidelização para aproveitar descontos.

Clay Gonçalves, planejadora financeira CFP pela Planejar, explica que os consumidores devem mapear bem os comerciantes do bairro onde moram para entender em quais locais há melhores ofertas. "Em várias ocasiões, ocorre de determinados grupos de alimentos ou produtos ter preços mais competitivos em lugares distintos. Por exemplo, pode ser vantajoso comprar alimentos frescos num sacolão, mas não produtos refrigerados, que podem ter um melhor preço num supermercado próximo", explica.

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Quanto aos atacados, a planejadora recomenda cuidado com as compras em grande quantidade, já que elas nem sempre são proveitosas. "Para pessoas que estão enfrentando um alto nível de endividamento, por exemplo, pode fazer mais sentido comprar em pouca quantidade à medida que o uso de um item é necessário e poupar o dinheiro para sanar as dívidas", recomenda.

Depois de entender os locais que oferecem os melhores preços para cada tipo de alimento, o próximo cuidado é pesquisar descontos especiais e programas de fidelização das redes de supermercados. O consumidor também deve comparar as marcas que oferecem os mesmos produtos, já que, em alguns casos, há variações de preços significativas.

Compras semanais ou mensais no supermercado?

Gonçalves aconselha ainda os consumidores a realizarem suas compras no mercado quando estão dispostos e alertas. "Ao fazer as compras após um dia cansativo de trabalho, ou mesmo no fim de semana depois de já ter feito várias atividades pessoais ou de lazer, a mente está cansada e dispersa, e isso influencia significativamente na capacidade de fazer escolhas, comprometendo as decisões", reflete.

Quando a dúvida é entre realizar compras semanais ou mensais, a planejadora financeira acaba preferindo a primeira opção. Ela explica que, na compra mensal, a tendência é adquirir mais itens do que o necessário, pois as pessoas concluem que aquela é a “única oportunidade” do mês de abastecer a despensa, flexibilizando as escolhas. Por outro lado, a compra semanal proporcionar um controle mais rigoroso dos gastos, já que não é necessário levar tudo de uma vez.

Na opinião de Gonçalves, a prática de os brasileiros realizarem as compras mensais tem raízes na hiperinflação dos anos 1980. Naquela época, era essencial gastar o salário no mesmo dia para evitar os aumentos de preços que ocorriam em pouco tempo. "Essa lógica, no entanto, já não se aplica à economia atual. Embora os preços dos alimentos possam variar ao longo do mês, essas flutuações costumam ser pequenas e, em alguns casos, podem até beneficiar o consumidor."

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