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Educação Financeira

Consumidor não precisa esperar a alta no preço do transporte público para planejar as finanças

Com reajuste incerto em 2021, a dica é planejar o orçamento já considerando o aumento nos preços

Por Isaac de Oliveira

04/01/2021 | 14:36 Atualização: 04/01/2021 | 14:36

Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Foto: Tiago Queiroz/Estadão

A pandemia tirou as pessoas das ruas e acelerou o modelo de trabalho home office neste ano. Por um lado, há quem tenha adorado a adaptação, mas o teletrabalho gerou um impacto negativo para as empresas de transportes do País.

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Devido à pressão sobre o setor, cresce a expectativa sobre os reajustes em 2021. E quem fizer o planejamento financeiro considerando cenário de aumento das passagens, poderá evitar maiores sustos nos próximos meses.

Ainda não há confirmação oficial, mas especialistas avaliam que as chances são grandes. “Vai ter aumento porque esses contratos possuem fórmulas de reajuste já estabelecidas”, diz Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da FGV EESP.

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Sampaio também ressalta que em anos pós-eleição, no caso de 2021, é comum os municípios realizarem um aumento maior do que no ano de pleito. Afinal, o reajuste de passagem de transporte público é uma medida extremamente impopular – em 2013, foi o estopim para diversos protestos políticos no País – e arriscada para quem busca a reeleição.

“O prefeito de São Paulo [Bruno Covas], por exemplo, tem a possibilidade de fazer reajustes porque vai ter quatro anos pela frente”, diz Celso Hildebrand, professor e coordenador de projetos da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Por outro lado, se o Governo do Estado tivesse que fazer um ajuste, seria necessário fazer já, para dar tempo de absorver o golpe.”

Por se tratar de um ano de recessão econômica, Sampaio lembra que os governos podem aumentar o subsídio para não repassar aumento para o consumidor final. Segundo nota técnica do Tribunal de Contas do Município (TCM), os subsídios pagos pela Prefeitura de São Paulo para o setor de ônibus deverá fechar o ano próximo de R$ 3,1 bilhões, valor R$ 850 milhões superior ao previsto no orçamento.

Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o Projeto de Lei 3364/2020, que estabelecia R$ 4 bilhões para estados e municípios auxiliarem emergencialmente o transporte público coletivo. Segundo estimativa da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), o setor de ônibus coletivos no País acumula prejuízo de R$ 8,8 bilhões até o momento.

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Procurados pelo E-Investidor, o governo de São Paulo informou que ainda não há definição sobre reajuste das tarifas do transporte público no próximo ano.

Como se preparar para um aumento

Ainda não é possível saber se e quanto o preço das passagens irá aumentar, mas a recomendação é preparar o orçamento do próximo ano já considerando e eventual alta. Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro, reforça que nessas horas não há como fugir da planilha. Segundo o professor, é possível estipular um valor percentual de aumento e ver o quanto isso irá representar no total do orçamento.

“Alguém que tenha mil reais por mês e a condução represente R$ 200, então 10% de aumento vai custar R$ 20 a mais”, exemplifica Calil. “Vai gastar menos água, luz? É preciso enxergar como economizar”.

Além de fazer enxugar alguns custos, o professor lembra que é possível – e necessário – encontrar outras fontes de renda. “É importante cortar gastos extras ou aumentar as suas receitas. Se ficar parado, corre o risco de ser ‘atropelado’ pelo trem ou pelo ônibus”, diz Calil.

No primeiro dia de 2020, houve aumento de R$ 4,30 para R$ 4,40 na tarifa básica do transporte público coletivo de São Paulo (ônibus, metrô e trem). O reajuste foi de 2,33%, inferior à inflação anual, de 3,86%, prevista pelo boletim Focus, do Banco Central (BC). Segundo o Relatório Trimestral de Inflação de dezembro, a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de 4,39% neste ano, e de 3,34% em 2021.

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