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Educação Financeira

Carne e etanol vão ficar mais baratos no Brasil após taxação de Donald Trump?

Preços podem cair em poucos meses, mas especialistas explicam que a medida traria impacto negativo no longo prazo

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

14/02/2025 | 13:33 Atualização: 14/02/2025 | 13:36

Donald Trump que aplicar tarifas sobre a carne brasileira, o que causar um aumento de oferta e queda de preços no Brasil (Foto: Adobe Stock)
Donald Trump que aplicar tarifas sobre a carne brasileira, o que causar um aumento de oferta e queda de preços no Brasil (Foto: Adobe Stock)

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um decreto para os seus assessores iniciarem uma análise de quanto cada país taxa os produtos americanos para aplicar uma tarifa com a mesma proporção. Ou seja, se o País aplica uma taxa de 15% em um determinado produto feito nos EUA, mas o país de Trump aplica uma taxa de 5%, a taxação de Donald Trump iria para 15%, para ter uma mesma equivalência. Especialistas ouvidos pelo E-Investidor se dividem se essa medida pode deixar a carne e o etanol mais baratos.

Leia mais:
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Conforme o Estadão, a tarifa dos Estados Unidos sobre o etanol é de apenas 2,5%. Mesmo assim, o Brasil cobra das exportações de etanol dos EUA uma tarifa de 18%. Como resultado, em 2024, os EUA importaram mais de US$ 200 milhões em etanol do Brasil, enquanto os EUA exportaram apenas US$ 52 milhões em etanol para o Brasil”.

No caso da carne, a situação é similar, o que faz com que as exportações da carne dos EUA para o Brasil sejam limitadas. Esses fatores explicam o déficit comercial dos EUA, que no ano passado atingiu um recorde de US$ 1,2 trilhão, que o presidente americano espera reverter no médio e longo prazos.

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Na visão dos analistas do Cit, embora a possível tarifa dos Estados Unidos sobre o etanol brasileiro ainda não esteja efetiva, não se esperam grandes impactos no mercado nacional: uma pequena parcela da produção é exportada para os norte-americanos. Mesmo com as tarifas, pode ser que alguns Estados americanos continuem comprando etanol brasileiro, dada a menor pegada do etanol daquele país. “Caso contrário, é um volume pequeno que poderia ser realocado para outro destino, na nossa visão”, disseram os analistas Gabriel Barra e Pedro Gama, disponível no Broadcast.

Adicionalmente, acrescentou o Citi, as exportações para o mercado americano vêm caindo ao longo dos anos, principalmente em virtude de o etanol brasileiro estar acima dos preços americanos e do crescimento da demanda interna. “Ressaltamos que grande parte do volume de importações de etanol dos EUA vem de players que estão localizados nas regiões Norte e Nordeste, que costumam importar um pequeno volume de etanol para atender à mistura de etanol anidro na gasolina”, observaram.

Já Humberto Aillon, especialista da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), comenta que as medidas podem fazer com que o brasileiro pague mais barato na carne e no etanol, mas não imediatamente. No caso do etanol, o Brasil exportou algo em torno de 300 milhões de litros para os EUA em 2024. Uma possibilidade é direcionar o volume exportado para consumo interno. No entanto, segundo ele, isso levaria tempo.

Carne pode ficar mais barata no curto prazo após taxação de Trump

Já em relação à carne, o otimismo não é tão grande. Aillon afirma que Brasil exportou 190 mil toneladas de carne aos EUA . Com as tarifas e o dólar elevado, os produtores podem procurar primeiro outros compradores fora do país, como a China, o que deixaria a oferta interna no mesmo patamar. No entanto, ele cogita a possibilidade de ter um aumento na oferta interna, o que causaria a queda do preço da carne.

Felipe Queiroz, economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (APAS), diz que a tendência é de aumento da oferta no mercado interno. Isso pode levar a uma queda nos preços da carne e etanol. Entretanto, ele pontua que essa queda não é garantida, pois depende de outras variáveis. Se a demanda internacional diminuir, a indústria agropecuária brasileira tende a direcionar parte da produção para outros mercados.

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“Além disso, o setor pode adotar estratégias para evitar quedas bruscas nos preços, como a redução do volume de abate, mantendo a oferta relativamente estável. Por isso, estamos acompanhando atentamente o comportamento da indústria agropecuária nos próximos meses”, explica Queiroz.

Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos, relata que a notícia é positiva para o consumidor no curto prazo, justamente pela possibilidade de queda dos preços se as tarifas de Trump entrarem em vigor. Todavia, ele afirma que, em relação à carne, a medida pode impactar negativamente o agronegócio brasileiro. “Uma retração nesse setor pode levar a desemprego e redução de investimentos, o que, a longo prazo, pode afetar negativamente a economia e, consequentemente, o consumidor”, diz Patzlaff.

Brasil pode retaliar e elevar o custo de vida

Já Gustavo Mendonça, sócio e especialista da Valor Investimentos, comenta que as medidas de Trump podem ser mais negativas: a queda dos preços da carne e do combustível seria temporária, com o mercado se ajustando no médio e longo prazo. Ele afirma ainda que a situação poderia piorar com o Brasil retaliando com tarifas proporcionais em outros setores, o que poderia prejudicar o poder de compra do brasileiro, visto que a tarifa seria repassada para o consumidor.

“A medida pode parecer favorável no curto prazo, mas ela deve ser mais estudada. Na história global, toda guerra comercial envolvendo políticas tarifárias, ela se mostra negativa ao longo do tempo, com a diminuição das exportações e diminuição da oferta no longo prazo”, explica Mendonça. Ou seja, no curto prazo, os preços podem baixar, mas, ao longo do tempo, a oferta tende a se reequilibrar para os valores atuais.

Felipe Queiroz, da Associação Paulista de Supermercados, lembra que, além da taxação, outros fatores devem influenciar os preços nos próximos meses, como as condições climáticas. O Brasil passou por um bom ciclo de chuvas no início do ano, mas, se houver uma estiagem forte como a do ano passado, os custos de produção podem aumentar, impactando os preços. “Portanto, além da taxação de Donald Trump, é essencial acompanhar o câmbio, as condições climáticas e a demanda internacional para entender as tendências futuras”, diz Queiroz.

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*Com informações do Broadcast

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