• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Cinco ações para garantir bons dividendos em cenário de juros elevados

Setores tradicionais se destacam como os mais indicados na renda variável, com dividendos de até 12%

Por Katherine Rivas

23/10/2024 | 3:00 Atualização: 23/10/2024 | 17:20

A renda fixa ganhou ainda mais atratividade diante do cenário de juros em alta no Brasil. Para se ter uma ideia, o Ibovespa acumula queda de mais de 5% desde o recorde de pontuação alcançado no fim de agosto, sem forças para acompanhar o rali das ações em Nova York.

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Não por acaso, esse movimento de correção do principal índice de ações da Bolsa brasileira coincide com o período em que o Banco Central iniciou o ciclo de aperto da taxa básica de juros, elevando a Selic em 0,25 ponto porcentual (pp) para 10,75%. Novos aumentos – talvez maiores – são esperados para os próximos meses.

Apesar da concorrência desleal, isso não significa que o investidor deve abandonar a renda variável de vez. Para quem ainda quer se arriscar e busca maiores rendimentos por meio do investimento em ações, as empresas tidas como boas pagadoras de dividendos são uma oportunidade.

Garantindo o retorno no presente

Gabriel Duarte, analista da Ticker Research, explica que essa opção leva em conta um ditado popular bem conhecido. “É a teoria do pássaro na mão”, diz. Ou seja, o investidor prefere garantir algum retorno hoje do que ter um retorno no futuro.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Dito de outro modo, os investidores buscam ações que pagam dividendos como uma alternativa segura para gerar renda passiva, em tempos de maior incerteza econômica, explica Régis Chinchila, head de research da Terra Investimentos.

Na maioria dos casos, essa fonte de receita é “estável” e “previsível”, destaca Renato Nobile, gestor e analista da Buena Vista Capital. Ainda mais considerando-se um momento em que a Bolsa não apresenta um comportamento legal e os juros estão em um nível mais elevado.

Para não cair em nenhum conto do vigário, o E-Investidor consultou algumas casas de análise e chegou a cinco ações mais citadas como as mais interessantes para uma estratégia de dividendos diante dos juros elevados.

Confira as 5 ações mais recomendadas:

Empresa Ação Dividend yield projetado próximos 12 meses Indicações
Banco do Brasil BBAS3 9,5% a 12% 4
BB Seguridade BBSE3 8,9% a 10% 4
Itaú Unibanco ITUB4 6,5% a 7,6% 2
Bradesco BBDC4 6,4% a 10% 2
CPFL CPFE3 11% 2

Levantamento com AGF Análise, Buena Vista Capital, EQI Research, Terra Investimentos e Ticker Research.

Publicidade

Por mais paradoxal que pareça, a lista é composta, basicamente, por empresas do setor financeiro, em especial bancos e seguradoras. “É uma faca de dois gumes”, diz Duarte. Se por um lado, o ambiente de juros elevados pode ocasionar mais inadimplência, por outro, os bancos conseguem aumentar a rentabilidade com o dinheiro que fica parado e rendendo.

A lógica é parecida para o setor de seguros, que tem ganho operacional menor, contudo um ganho financeiro elevado, com os prêmios recebidos pelos seguros rendendo, gerando assim lucratividade. Desses setores, os representantes mais indicados são Banco do Brasil (BBAS3) e BB Seguridade (BBSE3). Já o ponto fora da curva dessa lista é a CPFL Energia (CPFE3), do setor elétrico.

Banco do Brasil: à prova de crises

O Banco do Brasil é uma instituição financeira com mais de 200 anos de história. Essa longevidade mostra a capacidade do banco de superar crises. Afinal, foram muitas enfrentadas no período que, por vezes, assustaram o investidor.

Com forte presença no setor bancário brasileiro, o BB, como é chamado, segue crescendo com rentabilidade e eficiência, destacando-se pela sua sólida saúde financeira, com níveis de capital adequados e boa geração de lucro. Além disso, o banco tem uma operação diversificada, que inclui crédito ao agronegócio.

No entanto, em tempos de clima adverso, o segmento rural pode ter seu desempenho comprometido. Ainda entre os riscos de investir no BB, analistas citam o de ingerência política, que também pesa sobre o banco estatal e é a causa principal do desconto das ações.

Publicidade

O Banco do Brasil tem um histórico consistente de remuneração aos seus acionistas, pagando proventos oito vezes ao ano.

BB Seguridade: opção para dividendos semestrais

Braço de seguros do Banco do Brasil, a BB Seguridade utiliza-se do modelo de bancassurance, tendo o amplo balcão do Banco do Brasil como grande propulsor na geração de negócios.

Assim, a seguradora possui como destaques a capilaridade do BB para distribuir seus produtos e a liderança no segmento do agronegócio, o que lhe garante geração de caixa forte.

A companhia remunera os seus investidores de forma semestral, com pagamentos de dividendos em fevereiro e agosto.

CPFL: dividendos robustos à vista

A CPFL Energia é uma companhia integrada no setor elétrico, ou seja, atua em todos os segmentos sendo o seu principal negócio o de distribuição de energia. Cerca de 61% do seu Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) é fruto da distribuição. Já a geração representa 28% do Ebitda e a transmissão 8%, restando cerca de 3% para a comercialização de energia e serviços.

A empresa atua em cerca de 690 municípios e atende a mais de 17 milhões de clientes, espalhados pelos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. A CPFL pertence à empresa chinesa State Grid, a maior do setor elétrico do mundo.

Publicidade

A CPFL apresenta um endividamento baixo para o setor, com uma relação dívida líquida/Ebitda de apenas 1,87x, e uma grande geração de caixa devido às concessões maduras e baixos índices de inadimplência.

Na sua política de dividendos, estabelece uma distribuição de no mínimo 50% do seu lucro líquido ajustado, atrelado ao crescimento e alavancagem (dívida líquida/Ebitda). A companhia já chegou a distribuir 100% do seu lucro líquido no passado.  No entanto, para os próximos anos a expectativa do mercado é de que tenha um payout (parcela do lucro destinada a proventos) de entre 70% e 80%, com dividend yields que podem chegar a dois dígitos, segundo analistas.

Os setores BESST

De modo geral, os bancos tradicionais – chamados “bancões” – e os setores de seguros e de energia elétrica são os mais indicados para cenários de juros elevados. São os famosos BESST, acrônimo para Bancos, Energia, Seguros Saneamento e Telecomunicações.

Segundo Rafael Ratto, analista do AGF, são as empresas desses setores essenciais à economia e que fazem parte do dia a dia da população que oferecem oportunidade de investimento.

“Essas companhias possuem como principais características uma sólida geração de caixa, baixa volatilidade, alta capacidade de repasse de custos acima da inflação, baixa dependência dos ciclos econômicos, maior previsibilidade de receitas e histórico positivo de remuneração aos seus acionistas”, enumera.

Publicidade

Na mesma linha, Felipe Reis, da EQI Research, afirma que setores com menor volatilidade de receita, como os regulados – saneamento, energia elétrica, telecomunicações – e/ou com posição de caixa elevada por questões regulatórias, como bancos e seguros, são os mais indicados. Portanto, a estabilidade e a necessidade constante desses serviços asseguram fluxos de caixa robustos e previsíveis, permitindo o pagamento de dividendos atrativos.

Até por isso, Ratto, do AGF, observa que essas companhias não são apenas uma boa alternativa em momentos de juros mais altos. Ao contrário, são empresas que deveriam estar sempre presentes na carteira do investidor, com os dividendos proporcionando o fluxo de caixa necessário para prosperar na jornada de renda passiva.

Outras opções

Reis, da EQI, observa que, muito mais importante do que os setores, é preciso entender o momento pelo qual cada empresa está passando. E, no caso de um cenário de juros mais elevados, setores que operam mais endividados e que dependem de maior crescimento econômico tendem a ser os frágeis.

Duarte, da Ticker, explica que isso acontece porque a alta dos juros afeta essas empresas “na veia”. “Elas têm de pagar mais juros sobre a dívida que possuem. Então, isso é ruim”, comenta.

Em contrapartida, o analista ressalta que também não se deve excluir nenhum setor. “Pode ser que ali naquele meio tenha uma empresa que tem um potencial de pagamento de dividendos interessante, mesmo sendo de um setor não tão tradicional assim”, afirma.

Publicidade

Veja outras ações citadas pelos analistas para surfar no ambiente de juros elevados:

 

Empresa Ação Dividend yield projetado próximos 12 meses Indicações
Mitre MTRE3 13% 1
Bradespar BRAP4 14% 1
Vale VALE3 11% 1
Petrobras PETR4 14,2% 1
Telefônica Brasil VIVT3 8% 1
Caixa Seguridade CXSE3 8% 1
Porto Seguro PSSA3 4% 1
Tegma TGMA3 8% 1
Isa Cteep TRPL4 8,4% 1

Levantamento com AGF Análise, Buena Vista Capital, EQI Research, Terra Investimentos e Ticker Research.

Nesse caso, entre outras empresas também citadas, merece atenção a Mitre (MTRE3).

Mesmo fazendo parte do setor de construção civil, que tende a ser afetado pelo cenário de juros elevados devido ao encarecimento dos financiamentos habitacionais, a construtora e incorporadora é citada como oportunidade pela Buena Vista Capital.

“Vai nessa linha de companhias que podem entregar dividendos robustos, de setores diferentes”, explica o gestor e analista. Nobile também cita a Bradespar (BRAP4), holding que tem uma grande posição em Vale no seu portfólio.

Aliás, as tradicionais blue chips, Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), também são lembradas. De um lado, a mineradora é uma das maiores do mundo e apresenta sólida capacidade de geração de caixa. Seus dividendos são pagos semestralmente, em março e setembro, e a política de retorno ao acionista é consistente.

De outro, a estatal petrolífera sofre com os ruídos políticos, mas possui geração de caixa operacional firme. Ainda assim, ambas as empresas estão sujeitas à volatilidade nos preços das suas principais commodities – minério de ferro e petróleo.

Já entre os setores que o investidor deve fugir de ações em tempos de juros elevados estão varejo, consumo cíclico, construção civil, energia não renovável, transporte, logística e tecnologia.  “São setores cíclicos e altamente voláteis, que devem ser evitados”, completa Chinchila, do Terra.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco do Brasil (BBAS3)
  • Bancos
  • BB Seguridade (BBSE3)
  • Conteúdo E-Investidor
  • CPFL Energia (CPFE3)
  • Dividendos
  • energia elétrica
  • Juros
  • Seguros
  • Taxa Selic
Cotações
07/04/2026 9h07 (delay 15min)
Câmbio
07/04/2026 9h07 (delay 15min)
Banco do Brasil (BBAS3)

Banco do Brasil (BBAS3)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

  • 2

    Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

  • 3

    As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

  • 4

    Petróleo hoje fecha em alta em meio à escalada das ameaças de Trump contra o Irã

  • 5

    Ibovespa fecha com leve alta após ultimato de Trump ao Irã e ganhos da Petrobras (PETR4)

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado? Veja como evitar a perda do benefício
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado? Veja como evitar a perda do benefício
Imagem principal sobre o Saque do FGTS: 8 situações em que o saque pode ser permitido
Logo E-Investidor
Saque do FGTS: 8 situações em que o saque pode ser permitido
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de ganhos e proventos na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de ganhos e proventos na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as irregularidades com dependentes na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as irregularidades com dependentes na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Seguro-desemprego: quem pode receber o benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Seguro-desemprego: quem pode receber o benefício em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Imagem principal sobre o Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Logo E-Investidor
Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Últimas: Investimentos
Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje
Investimentos
Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

Taxas de debêntures negociadas indicam que ao menos 10 empresas deixam analistas em alerta

07/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida
Petróleo a US$ 110, inflação no radar e Bolsa mais seletiva; apenas duas carteiras recomendadas batem o Ibovespa em março
Investimentos
Petróleo a US$ 110, inflação no radar e Bolsa mais seletiva; apenas duas carteiras recomendadas batem o Ibovespa em março

Mesmo com a queda no mês, Bolsa acumula melhor início de ano em quase duas décadas e amplia diferença entre carteiras; somente XP e Itaú superam o índice

06/04/2026 | 14h06 | Por Igor Markevich
Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril
Investimentos
Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

Carteiras giram posições, reforçam aposta no setor de energia e mantêm busca por renda estável

06/04/2026 | 09h30 | Por Isabela Ortiz
As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%
Investimentos
As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

Resiliência diante do ciclo econômico e conflitos geopolíticos e antecipação de proventos para fugir de tributos impulsionaram a remuneração até agora; 3 companhias devem segurar o ritmo daqui para a frente

06/04/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador