• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Alugar imóvel ou investir em fundos imobiliários: o que rende mais hoje?

Com Selic alta e FIIs descontados, especialistas explicam quando vale mais a pena investir em imóveis físicos e quando apostar em fundos imobiliários

Por Murilo Melo

13/10/2025 | 9:32 Atualização: 13/10/2025 | 9:47

Foto: Adobe Stock
Foto: Adobe Stock

Investir em imóveis sempre foi visto como sinônimo de segurança e renda constante. Mas será que comprar um apartamento para alugar ainda é mais vantajoso do que aplicar em fundos imobiliários (FIIs)? Especialistas apontam que a resposta depende do perfil do investidor e do cenário econômico.

Leia mais:
  • Adeus à Bolsa: OPAs podem gerar perdas de até 90% para o investidor
  • A ação do agronegócio que pode disparar 63,6% em 1 ano, segundo o BTG
  • O prejuízo dos investidores que aportaram milhares de reais em COE da Ambipar com XP e BTG
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Quem opta por alugar um imóvel conta com a segurança de um ativo físico e a possibilidade de valorização no longo prazo, mas isso depende do tipo de imóvel (se é residencial ou comercial) e da localização. No entanto, há custos que podem reduzir a rentabilidade, como impostos, taxas de condomínio, pagamento a corretores e plataformas de anúncios, reformas e vacância, ou seja, período em que o imóvel fica sem inquilino.

Segundo analistas consultados pelo E-Investidor, a rentabilidade líquida de um aluguel residencial, atualmente, gira em torno de 0,4% a 0,6% ao mês, o que equivale a cerca de 5% a 7% ao ano, sem contar a valorização do imóvel.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Por outro lado, os fundos imobiliários permitem investir em grandes empreendimentos, como shoppings, galpões logísticos e lajes corporativas, sem precisar comprar o imóvel diretamente. Os investidores recebem dividendos mensais proporcionais à sua cota e ainda podem negociar os papéis na Bolsa.

A rentabilidade média dos FIIs tem variado entre 6% e 18% ao ano, dependendo do fundo, do setor e da gestão. Além disso, os FIIs geralmente oferecem liquidez, ou seja, é mais fácil vender suas cotas do que um apartamento inteiro.

Aluguel de imóvel ou FIIs: como fazer a escolha ideal

Especialistas alertam que a escolha ideal depende do perfil de risco e do objetivo financeiro. Quem busca segurança e controle total do patrimônio pode preferir o imóvel próprio. Já quem quer diversificação, renda passiva e facilidade de negociação, os FIIs podem ser mais atrativos.

Alexandre Despontin, CEO da Mérito, alerta que antes de investir em um imóvel é preciso observar a localização, o perfil do inquilino e a versatilidade do imóvel, ou seja, se ele pode atender diferentes tipos de locatários. Esses fatores, explica, determinam tanto a segurança da renda quanto a rapidez para encontrar um novo inquilino caso o imóvel fique vazio.

Já os fundos imobiliários oferecem diversificação, com vários imóveis na carteira, reduzindo o risco de concentração. As cotas negociadas na B3 também garantem maior liquidez em caso de necessidade. O lado negativo é que, por serem ativos de renda variável, os preços podem oscilar consideravelmente ao longo do tempo.

Publicidade

“Um imóvel de R$ 1 milhão, por exemplo, pode demorar meses para ser vendido e ainda há o risco de ter que abaixar o preço de venda para conseguir gerar a liquidez desejada. Considerando um fundo imobiliário listado na Bolsa e que tenha uma liquidez média diária razoável, acima de 400 mil por dia, por exemplo, seria possível vender esse valor de R$ 1 milhão em um mês ou menos, sem ter que abaixar o preço de venda”, calcula Despontin.

Em relação ao perfil do investidor, os fundos imobiliários podem se adequar a diferentes estratégias e níveis de risco. O ponto principal, segundo Caio Araújo, analista da Empiricus Research, está na proporção da carteira destinada a esse tipo de ativo, que deve variar conforme os objetivos e a tolerância ao risco de cada investidor.

“Perfis mais conservadores devem limitar a alocação em FIIs a cerca de 3% a 5%, enquanto investidores com foco em geração de renda podem chegar a dois dígitos, desde que façam uma boa análise de perfil antes de decidir”, orienta.

Para que os FIIs não se tornem dor de cabeça, Julian Rillo, sócio na área de negócios imobiliários da TozziniFreire Advogados, diz que é importante avaliar as características de cada fundo imobiliário, já que a maioria se concentra em setores específicos e a rentabilidade tende a variar conforme o segmento.

“Sob o ponto de vista jurídico, os FIIs oferecem uma estrutura mais regulada, com exigências da CVM, auditorias e regras de governança que, em tese, reduzem os riscos jurídicos operacionais em comparação à gestão direta de um imóvel, que demanda maior envolvimento do investidor com contratos de locação, inadimplência e manutenção”, pontua.

Selic nas alturas: qual dos dois vale a pena apostar?

Especialistas explicam que quando a taxa Selic está elevada, como atualmente, que está em 15% ao ano, comprar um imóvel tende a ser mais caro. Isso ocorre porque os juros dos financiamentos acompanham o movimento da taxa básica de juros, encarecendo o crédito e aumentando o valor total pago ao longo dos anos. Para quem financia, cada ponto percentual a mais na taxa básica representa parcelas mais altas e menor poder de compra.

No caso dos FIIs, o efeito é inverso. Como a cotação desses fundos costuma se mover de forma oposta às taxas de juros, períodos de Selic alta geralmente fazem os preços das cotas caírem, o que pode abrir oportunidades de compra a valores mais atrativos.

Publicidade

Outro ponto é que, com a Selic elevada, os investimentos em renda fixa passam a oferecer retornos mais competitivos, o que leva parte dos investidores a migrar para esses ativos, pressionando ainda mais os preços dos FIIs. Por outro lado, essa queda nas cotações faz com que o dividend yield, o indicador que mede o retorno em dividendos em relação ao preço da cota, aumente, tornando os fundos potencialmente mais interessantes para quem busca renda passiva no longo prazo.

“Em termos de timing, os FIIs podem ser mais atrativos no curto prazo, principalmente para quem busca liquidez e diversificação, enquanto a compra de imóveis pode fazer mais sentido em um cenário de valorização projetada e visão de longo prazo, desde que a operação seja juridicamente segura”, completa Rillo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • FIIs
  • Fundos imobiliários
  • Imóveis
  • Investimentos
Cotações
23/02/2026 10h07 (delay 15min)
Câmbio
23/02/2026 10h07 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte

  • 2

    Ibovespa hoje: Vale (VALE3) e Santander (SANB11) saltam mais de 3%; Raízen (RAIZ4) tomba

  • 3

    Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

  • 4

    Quer cortar gastos mensais? Comece pela conta de internet e pelos serviços de streaming

  • 5

    Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja como consultar pelo e-CAC
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja como consultar pelo e-CAC
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja o que fazer primeiro
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja o que fazer primeiro
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: conta inválida pode impedir o depósito?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: conta inválida pode impedir o depósito?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Imagem principal sobre o Foi demitido e aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Veja o que fazer
Logo E-Investidor
Foi demitido e aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Veja o que fazer
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Últimas: Investimentos
Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer
Investimentos
Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

Investigação sobre créditos do Banco Master e pressão por aporte do Governo do Distrito Federal mudam percepção de risco da estatal; BRB diz que possui suficiência patrimonial e apresenta plano de recomposição de capital

23/02/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos
Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos

Base de CPFs na B3 cresce 1,25% no primeiro mês de 2026, com ETFs em alta, FIIs ganhando espaço e ações consolidadas nas carteiras

20/02/2026 | 19h57 | Por Igor Markevich
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias
Investimentos
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias

Instituições concentram posição em vencimentos de curto prazo na curva de juros e veem espaço para novo rali

20/02/2026 | 17h28 | Por Arícia Martins
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street
Investimentos
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

Para fundador da Greenlight Capital, David Einhorn, precioso se destaca diante de política comercial de Trump

20/02/2026 | 11h02 | Por Jake Angelo, da Fortune

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador