• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como montar uma carteira de fundos imobiliários equilibrada entre FIIs de tijolo e papel

Especialistas explicam como combinar fundos de imóveis físicos e de crédito imobiliário para equilibrar renda previsível e potencial de valorização

Por Murilo Melo

14/11/2025 | 9:22 Atualização: 14/11/2025 | 9:22

Governo federal discute solução ao veto da isenção tributária para fundos imobiliários (FIIs) e Fiagros. (Imagem: Pakin em Adobe Stock)
Governo federal discute solução ao veto da isenção tributária para fundos imobiliários (FIIs) e Fiagros. (Imagem: Pakin em Adobe Stock)

Com a desaceleração da inflação e a perspectiva de estabilidade nos juros, os fundos imobiliários (FIIs) voltaram ao radar dos investidores que buscam renda recorrente e valorização no longo prazo. Mas montar uma carteira equilibrada exige mais do que escolher bons nomes. É preciso entender a dinâmica entre os FIIs de tijolo, que representam o mercado físico de imóveis, e os FIIs de papel, que investem em títulos de crédito imobiliário (CRIs).

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os fundos de tijolo têm como principal objetivo a aquisição de imóveis, gerando renda a partir dos aluguéis e da valorização dos ativos ao longo do tempo. Já os fundos de papel operam de forma diferente: investem em títulos de dívidas lastreadas em ativos imobiliários, como CRIs e LCIs, cuja rentabilidade vem dos juros e das amortizações pagas pelos credores.

Especialistas dizem que, enquanto os fundos de tijolo oferecem potencial de ganho com a valorização dos ativos, os fundos de papel tendem a entregar rendimentos mais estáveis, especialmente em períodos de juros elevados. A grande sacada, segundo eles, está em combinar diferentes tipos de fundos imobiliários, como shoppings, galpões logísticos e CRIs, para equilibrar retorno e previsibilidade. Essa mescla permite atravessar fases de mercado distintas com mais segurança e ainda aproveitar as oportunidades que surgem com uma economia em recuperação.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Antes de investir, Luiz Otávio Prado, especialista em investimentos imobiliários, diz que é importante olhar além dos rendimentos mensais.  Segundo ele, o primeiro passo é conhecer o histórico do fundo, entender como ele performou em diferentes momentos do mercado e verificar se já enfrentou problemas no passado. “O investidor precisa analisar a qualidade da carteira de ativos e, principalmente, quem está por trás da gestão. A experiência e o histórico profissional da equipe fazem toda a diferença na condução de um FII”, orienta Prado.

Ele afirma que os riscos variam conforme o tipo de fundo. Nos FIIs de tijolo, o maior ponto de atenção é a vacância e a inadimplência dos inquilinos, que podem reduzir a receita do fundo. Já nos FIIs de papel, o foco deve estar no risco de crédito, ou seja, na capacidade dos devedores de honrarem os pagamentos dos CRIs em um ambiente ainda de juros altos. Esses fundos, de acordo com ele, também estão sujeitos a oscilações de mercado, já que suas cotas são negociadas em Bolsa e podem variar de preço.

Prado explica ainda que fatores econômicos como inflação, taxa de juros e ritmo de crescimento do País influenciam diretamente o desempenho do setor imobiliário e, consequentemente, dos FIIs. Segundo o especialista, cada estratégia traz riscos específicos.

“No caso dos fundos de imóveis, o investidor precisa acompanhar o nível de ocupação dos empreendimentos; já nos fundos de crédito, o essencial é monitorar a saúde financeira dos emissores”, diz.

O impacto dos juros altos sobre os FIIs

Com a taxa Selic em 15% ao ano e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 5,17% nos últimos 12 meses, os fundos de papel chamam a atenção dos investidores. Esse tipo de FII concentra seus ativos em crédito imobiliário, como CRIs e LCIs, o que significa que grande parte da rentabilidade vem de juros e da correção inflacionária.

Publicidade

Na prática, segundo Alessandro Vedrossi, sócio da Valora Investimentos, isso resulta em dividendos mensais mais altos e previsíveis, oferecendo uma fonte de rendimento constante sem depender da valorização dos imóveis físicos.

Por outro lado, o atual patamar elevado de juros pressiona os preços dos FIIs de tijolo, criando oportunidades para quem busca comprar ativos com desconto e potencial de valorização futura. Vedrossi diz que a combinação de fundos de papel e de tijolo permite equilibrar estabilidade de renda e possibilidade de ganho de capital, ao mesmo tempo em que acompanha os ajustes da economia.

“Há sempre espaço para o investimento em FIIs independente do cenário macro. Vejo esse momento como muito bom na alocação de FII de CRI para aproveitar os juros altos no curto/médio prazo e, ao mesmo tempo, vejo boas oportunidade de investimento de FIIs de tijolo que se pagarão no médio/longo prazo”, diz.

Pensando em 2026, é hora de aumentar a exposição?

Com o mercado já projetando um corte da Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em 2026, os fundos de tijolo ganham destaque pelo potencial de valorização. Historicamente, os preços dos imóveis tendem a subir quando os juros recuam, e isso impacta diretamente as cotas desses FIIs. É o que explica Bruno Lage, sócio-fundador da Catálise Investimentos.

Segundo ele, no mercado secundário, a valorização das cotas está ligada à comparação entre a distribuição mensal dos fundos e o rendimento do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Quando a Selic cai, os investidores passam a enxergar os FIIs como uma alternativa mais atraente de renda, elevando o preço das cotas negociadas na Bolsa.

Saber se é hora de aumentar a exposição em fundos imobiliários, conforme Lage, depende dos objetivos de cada investidor, seja de curto, médio ou longo prazo. “Os preços dos imóveis tendem a se valorizar com a queda de taxa de juros. Os investidores que se anteciparem a esse movimento conseguirão capturar boa parte dessa rentabilidade”, avisa.

Publicidade

Para identificar um FII com potencial de longo prazo, Lage diz que é fundamental observar a gestão do fundo. Isso inclui conhecer o histórico da gestora, o perfil do gestor e entender a estratégia adotada.

“Obviamente a rentabilidade e histórico de dividendos são muito importantes. Porém não são fatores isolados ou únicos para decisões de investimentos. Buscar conhecimento e aprofundamento nas estratégias levará o investidor a tomar uma decisão mais coerente em relação ao risco e retorno”, completa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • FIIs
  • FIIs de papel
  • FIIs de tijolo
  • Fundos Imobiliários (FIIs)
  • Imóveis
  • Investimentos
Cotações
19/02/2026 11h55 (delay 15min)
Câmbio
19/02/2026 11h55 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026

  • 2

    BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição

  • 3

    Ibovespa hoje fecha em queda em dia de liquidação do Banco Pleno, pressão sobre Vale e ata do Fed

  • 4

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

  • 5

    Como recuperar dinheiro do Banco Pleno após liquidação: veja passo a passo do FGC

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que muda na apuração anual?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que muda na apuração anual?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Últimas: Investimentos
BTG sobre Totvs: IA pode abrir mercado 20 vezes maior e ação tem potencial de alta de 40%
Investimentos
BTG sobre Totvs: IA pode abrir mercado 20 vezes maior e ação tem potencial de alta de 40%

Analistas compram ideia de executivos da empresa e afirmam que mercado está equivocado ao tratar a inteligência artificial como risco

19/02/2026 | 10h27 | Por Isabela Ortiz
Liquidação do Banco Pleno: veja perguntas e respostas e o que o investidor deve fazer agora
Investimentos
Liquidação do Banco Pleno: veja perguntas e respostas e o que o investidor deve fazer agora

Decisão do BC acrescenta R$ 4,9 bilhões na conta do Fundo Garantidor de Créditos (FGC); segurador estima 160 mil credores com depósitos elegíveis

18/02/2026 | 14h13 | Por Luíza Lanza
Como recuperar dinheiro do Banco Pleno após liquidação: veja passo a passo do FGC
Investimentos
Como recuperar dinheiro do Banco Pleno após liquidação: veja passo a passo do FGC

Os cerca de 160 mil investidores precisam aguardar lista de credores e solicitar garantia pelo aplicativo do Fundo Garantidor de Créditos

18/02/2026 | 10h13 | Por Isabela Ortiz
CDBs do Banco Pleno chegaram a oferecer 165% do CDI antes da liquidação
Investimentos
CDBs do Banco Pleno chegaram a oferecer 165% do CDI antes da liquidação

Banco Central aponta deterioração financeira e descumprimento de normas do ex-Banco Voiter; veja como funciona o ressarcimento do FGC e o que acontece com CDBs

18/02/2026 | 09h43 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador